Recifes de Corais


Os recifes de coral são criados com a associação de estruturas calcárias de corais e de algumas algas. Com o passar do tempo, em situações vantajosas, um recife de coral pode se transformar em uma ilha ou, ao menos, em um atol.

Os recifes de coral são biossistemas com alta produtividade e grande variedade biológica que, em determinadas situações, toleram marcantes pescarias e o turismo. A rocha em si é também usada em criação, especialmente em recifes que já constituem uma parcela da terra firme.

Calcula-se que os recifes de coral envolvam aproximadamente 284.300 km², com a área do Indo-Pacífico colaborando com 91,9% do total, e os recifes do Mar do Caribe e do Oceano Atlântico colaborando com somente 7,6% do total.

Recifes

Os recifes de coral são limitados ou inexistentes no litoral oeste das Américas, da mesma forma que no litoral oeste da África. Isso acontece especialmente por causa do evento de ressurgência e das intensas correntezas de água fria que diminuem a temperatura da mesma nessas regiões. Também são restritos no litoral sul Asiático do Paquistão até o Bangladesh, assim como por toda a extensão do litoral nordeste da América do Sul, devido à grande contribuição de água doce oriundas dos rios Indo, Amazonas e Ganges.

Formação

Os recifes de coral podem apresentar uma série de formatos, como:

– Recife avental: recife pequeno equivalente a um recife franja, porém mais curvado, que continua para fora e para baixo com base em uma península ou um ponto.

– Recife franja: recife que está atado rigorosamente a fronteiras ou terras com um espaço raso em uma lagoa ou canal.

– Recife barreia: recife desprendido de uma ilha ou continente por uma terra funda em uma lagoa.

– Recife remendo: recife isolado, diversas vezes redondo, normalmente no interior de uma baía ou lagoa.

– Recife fita: recife comprido, sinuoso e estreito, normalmente ligado a uma lagoa ou atol.

– Recife mesa: recife isolado, assemelhando-se a um modelo de atol, porém sem uma lagoa.

– Recife atol: um formato mais ou menos redondo ou contínuo de um recife barreira contornando uma lagoa, sem a presença de uma ilha central.

Distribuição no mundo

Os recifes de coral envolvem, aproximadamente, 284.300 km² da águas, com o território Hindo-Pacífica ocasionando em 91,9% do total. O Sudeste da Ásia ocasiona 32,3%, ao mesmo tempo em que o Pacífico, junto com a Austrália, ocasiona 40,8%. Os recifes de coral do Caribe e do Oceano Atlântico resultam em somente 7,6% do total do mundo.

Os recifes de coral são reduzidos ou ilusórios no decorrer do litoral oeste das Américas, da mesma forma que no litoral da África. Isso ocorre por causa da ressurgência e das intensas correntes de água fria do litoral que diminuem a temperatura da água nessas regiões. Os corais também são poucos no decorrer do litoral da Ásia do Sul desde o Paquistão até Bangladesh.

Eles também são limitados no litoral norte-oriental de Bangladesh e da América do Sul por causa da dissipação de grandes fluxos de água doce desde o Amazonas e Ganges, nessa ordem.

Os famosos corais e suas localidades são:

– A Grande Barreira de Corais, em Queensland na Austrália.

– A Barreira de Corais de Belize, em Belize na América Central.

– Recife de Coral do Mar Vermelho, no litoral do Egito.

Ameaças aos recifes

As pessoas continuam representando um grande perigo aos recifes de corais. A abundância de pesca e a poluição são os mais graves perigos para esses biossistemas. O estrago físico dos recifes em razão do transito marítimo de barcos é também um risco. O mercado de peixe vivo tem sido acusado com um dirigente de decadência, por causa do uso de cianeto e demais elementos químicos na apreensão de peixes pequenos. Por fim, as temperaturas a água maior que o normal, em razão de eventos climáticos, como por exemplo, o El Niño e o aquecimento global podem gerar descoloração do coral. Conforme o The Nature Conservancy, se o estrago continuar no compasso atual, 70% dos recifes do mundo terão sumido entre 50 anos.

Essa destruição seria uma tragédia econômica para os habitantes que vivem nos trópicos. Hughes afirma que com o crescimento da população humana e a evolução dos esquemas de armazenamento e transporte, a grandeza das perturbações humanas acerca dos recifes tem aumentado exponencialmente.

Nos dias de hoje os cientistas estão trabalhando para definir o nível de impacto de diversas causas do esquema de recifes. A relação de causas é comprida, porém abrande os oceanos atuando como um reservatório de dióxido de carbono, as mudanças na atmosfera da Terra, acidificação do oceano, luz ultravioleta, biológicas, abalo de tempestades de areia carregando agentes para longe daquele sistema de recifes, diversos poluentes entre outros.

Os recifes são colocados em perigo para além das regiões litorâneas e, por isso, o problema é bem maior do que os motivos de poluição e urbanização que podem gerar estragos consideráveis.