Recursos Animais


Os recursos animais do Brasil, também chamados de fauna, são os mais variados do mundo. Existe uma grande quantidade de espécies distribuídas por toda a extensão brasileira. Cada animal é adequado a cada condição de relevo, clima e vegetação, isto é, a estipulado ecossistema. Contudo, nos últimos anos, essa grandeza vem sendo abolida por causa dos desmatamentos das florestas, biopirataria, poluição dos rios e caça predatória.

Na selva amazônica há uma vasta fauna de mamíferos e peixes aquáticos que vivem em lagos e rios. As espécies mais populares são o peixe-boi, ameaçado e extinção, e o pirarucu. Nas várzeas há tartarugas e jacarés, ambos ameaçados de extinção, bem como certas espécies de anfíbios, especialmente a capivara e a lontra e algumas serpentes, como por exemplo, a sucuri.

Recursos

Nas florestas de maneira geral prevalecem a onça, a anta, os macacos, o caititu, o preguiça, a sucuri, a jibóia, as araras, os papagaios e os tucanos e uma grande diversidade de aracnídeos e insetos.

Nas caatingas, campos e cerrados são mais freqüentes o tamanduá, a raposa, o lobo guará, o tatu, o guaxinim, a seriema, a ema, as codornas, os perdizes e os bastráguios, como sapos, pererecas e rãs, e répteis, entre eles jararaca, cascavel e surucucu. Existem variedades de térmitas, que formam montículos duros como moradia.

De forma geral, a fauna brasileira não acha uma concorrência em variedade, com diversas espécies que não existem em outros lugares do mundo. São várias as aves de rapina, como as corujas, os gaviões e os mochos, os galináceos, as trepadoras, os columbídeos, as pernaltas e os palmípedes.

Resumidamente, entre as fundamentais espécies achadas em terras brasileiras, temos as aves, os mamíferos, os peixes e os répteis.

– Aves: as localidades brasileiras comportam a maior variedade de aves da América do Sul, com cerca de 1600 espécies registradas. Aproximadamente metade dessas espécies está reunida no cerrado brasileiro, sendo esse bioma também a área mais prejudicada com o extermínio das aves.

– Mamíferos: o Brasil comporta a maior variedade de mamíferos do mundo, com aproximadamente 500 espécies registradas, contudo cerca de 66 dessas espécies estão correndo risco de extinção. Os mamíferos podem ser achados em regiões campestres, na mata fechada e nos cerrados, porém estão reunidos especialmente no território amazônico.

– Peixes: com relação aos peixes, mais de 3000 espécies de água doce são encontradas no território brasileiro, simbolizando quase 20% da variedade do planeta. A grande parte é achada na Região Amazônica e aproximadamente 10% da totalidade de espécies de peixes está correndo risco de extinção.

– Répteis: o Brasil está na quarta posição no ranking de espécies de rapteis, com aproximadamente 640 espécies registradas, especialmente lagartos e serpentes. Em todos os ecossistemas é possível achar várias espécies de répteis, em particular na região amazônica. Esse é o conjunto menos ameaçado de extinção da nação, representado por somente 3% da totalidade de espécies ameaçadas.

A cada ano são descobertas novas espécies de animais, porém com todos os problemas ambientais, logo elas são declaradas ameaçadas de extinção. O bichinho-do-brejo, o mico-leão-caissara e a ararinha azul são exemplos de espécies que logo deixarão de existir.

Para estimular a preservação da biodiversidade do Brasil, o Ministério do Meio ambiente delegou para centenas de pesquisadores um cauteloso exercício científico que ocasionou no Livro Vermelho da Fauna Brasileira de Animais Ameaçados de Extinção que ajuda na divulgação das dificuldades e a tomada de determinações para atitudes de proteção.

A lista, atualizada pela ultima vez em 2008, mostra 627 espécies de animais do Brasil que estão ameaças de desaparecer da natureza, sendo que 394 espécies são terrestres e 233 espécies são aquáticas.

Mercado de animais

O tráfego de animais silvestre é uma das grandes dificuldades encaradas pela preservação da fauna brasileira. Milhões de espécies de animais são mortas pela ambição de quem comercializa e pela falta de informação de pessoas que criar animais selvagens da mesma forma que animais domésticos.

Estima-se que o comercio de animais silvestres recolhe, por ano, aproximadamente 12 milhões de animais das matas brasileiras. Outra pesquisa estima que a quantidade correta esteja por volta de 38 milhões.

Métodos coercivos são utilizados em combate com o comércio de animais, como a organização de brigadas anti-caça furtiva, o equilíbrio aduaneiro, ou a fiscalização de lojas de animais.

Contudo, é preciso vencer certas dificuldades:

– as brigadas anticaça furtiva devem ser bem pagas e equipadas. Quando os empregados são mal remunerados, trabalham mal e podem até auxiliar os caçadores furtivos;
– as vezes é complicado conter abusos. Essas brigadas precisam ser bem ensinadas.
– agentes da polícia e alfândega que inspecionam a venda e importação de animais devem ser abastadamente qualificados para identificar as espécies para onde o mercado é regulado.

Há também as maneiras rentáveis de combate conta a caça furtiva. A recuperação dos índices de vida das populações locais, por meio de diversos meios:
– Ecoturismo;
Agricultura sustentável;
– Artesanato.