Meios: Transparentes, Translúcidos e Opacos


Antes de tudo, é preciso entender o que é a luz. Assim como o som, a luz é um fenômeno natural feita de ondas. Definida como radiação magnética, a luz se difunde em diversos materiais, assim como a água ou mesmo no ar; além de se difundir também no vácuo. Essas definições da luz atravessam os anos e já foram atualizadas e mudadas por muitos cientistas. Inclusive os estudos continuam.

As teorias aceitas atualmente são duas, que são explicadas por muitas experiências de vários estudiosos. Essas teorias dizem que a luz pode adotar um comportamento de onda em alguns casos e também pode adotar o comportamento de partícula. Essas duas teorias são descritas abaixo:

Transparentes, Translúcidos e Opacos

• Luz Corpuscular: Define a luz como formada por partículas pequenas. Os famosos fótons.
• Luz ondulatória: Acredita que a luz é energia, formada por ondas parecidas com as que formam o som, entretanto com comprimentos menores.

De toda forma é possível dizer que a luz é um dos fenômenos da natureza mais essenciais para todos os seres. Com suas particularidades é possível ainda que sejam feitos diversos trabalhos com imagens e outras diversas situações. E, tudo isso é possível através do que é chamado de corpos luminosos. Esses corpos luminosos são tudo aquilo que possui luz própria, por exemplo, o sol, as lâmpadas e inclusive as estrelas. E tudo o que eles iluminam são chamados de corpos iluminados, que é tudo aquilo que é possível ver somente com iluminação. Por exemplo, uma caneta, um copo, e a lua, que só brilha a noite por refletir os raios solares.

Interação dos feixes de luz

Quando emitidos, esses raios de luz também formam alguns fenômenos bem interessantes. Ao ser lançada, um feixe de luz pode atingir a velocidade de aproximadamente 3 quilômetros por segundo, quando no vácuo. Mas, além do vácuo, a luz também pode se difundir em outros meios. Para ajudar a entender melhor, esses podem ser definidos em opacos, transparentes e translúcidos. Na lista abaixo é possível conferir a definição de cada um.

• Meios opacos: Nesse tipo de meio, a luz não consegue se espalhar. Funciona da seguinte maneira: quando incide sobre a superfície opaca, só uma parte da luz é refletida. A outra parte vira energia, mais precisamente, térmica. Como exemplos de meios opacos pode-se citar papelões, metais, paredes, madeira.

• Meios transparentes: É o meio onde a luz passa por trajetos precisos, de forma nítida. Além do vácuo, os únicos meios que podem ser considerados transparentes são materiais com pequenas consistências como, por exemplo, a água.

• Meios translúcidos: Nesse caso específico, a luz incide em alguns objetos de forma imprecisa, entretanto com muita difusão, dispersando-se por todo o objeto em que está. A luz também consegue ultrapassar a superfície, porém, diferente do que acontece nos meios transparentes, os feixes são desviados da rota. Alguns exemplos de matérias que são translúcidas: nuvens, vidro fosco, papel manteiga.

A difusão da luz

Luzes de uma só cor, as chamadas monocromáticas, ou mesmo as luzes constituídas de muitas cores, como a luz branca, se disseminam no vácuo com a mesma velocidade. Cerca de 3 km/s. Em meios transparentes e homogêneos, essa velocidade de difusão é menor que no vácuo e sua medição depende da cor que se difunde. Por exemplo, a luz vermelha é mais rápida que a luz violeta. As luzes das outras cores mostram velocidades de difusão na média. A ordem decrescente de velocidade dessas luzes: vermelha, laranja, azul e violeta.

A velocidade de difusão da luz é imensa (atualmente é o maior já conhecido, por isso é dito que não há nada mais rápido que a luz). Esse valor é definido do meio onde se insere. É como se os fótons (as partículas que compõem a luz) fossem carros em uma rua. Se a rua em que se dirige está vazia, a tendência é se dirigir mais rápido. Mas caso haja muitos carros, a velocidade vai diminuindo.

Por isso é dito que a luz viaja mais rápida no vácuo, pois no vácuo não há nada. Já em meios com gases, essa viagem é mais lenta, já que os elementos estão mais espaçados. Essa velocidade vai diminuindo ainda mais nos meios líquidos até chegarem aos materiais sólidos sem opacidade. A velocidade dessas partículas no vácuo é quase de 300 quilômetros por segundo. Essa luz que é possível ver é só uma parte pequena de todo o chamado espectro eletromagnético. Nesse espectro também existem outros vários tipos de radiações, que não visíveis.

Todos esses estudos estão inseridos dentro da óptica geométrica que estuda os feixes de luz. Ela está divindade em:

Propagação retilínea: Onde a luz se difunde em linha reta
Raios de luz independentes: Onde raios de luz passam um pelo outro, se cruzando, mas como se um ou outro existissem. A trajetória seguida pela luz, não depende do sentido de propagação.