Abnt 19011:2002


A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Tribunal Nacional de Normalização. As leis brasileiras, cuja essência é de comprometimento dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), são criadas por Comissões de Estudo (CE), concebidas por representantes das áreas relacionadas, onde fazem parte: consumidores, produtores e neutros.
Os Planos de Norma Brasileira, criados no domínio dos ABNT/ONS e ABNT/CB, circundam para Consulta Pública no meio dos membros da ABNT e outros interessados.
Os conjuntos de normas NBR ISO 14000 e NBR ISO 9000 destacam a relevância de auditorias como um mecanismo de gestão para controlar e analisar o poder da implantação da política ambiental e/ou de qualidade de uma instituição. Auditorias também são uma parcela fundamental dos exercícios de qualificação da identidade, como registro/certificação externa e acompanhamento e qualificação da rede de fornecedores.

Abnt 19011 2002

Essa norma dá orientação a respeito da administração de projetos de auditoria, acerca da prática de auditorias externas e internas de esquemas de gestão ambiental e/ou da qualidade, bem como a respeito da avaliação e competência de auditores. É o propósito que essa norma seja usada em uma grande quantidade de usuários ativos, acrescentando auditores, instituições que implantam esquemas de gestão ambiental e/ou da qualidade, instituições que precisam fazer auditorias de esquemas de gestão ambiental e/ou da qualidade por motivos de contrato e instituições comprometidas com o treinamento ou certificação de auditores, em registro /certificação de esquemas de gestão, em padronização do ambiente de avaliação ou credenciamento.
Deseja-se que a instrução dessas normas seja adaptável. Como mostrado anteriormente, a utilização dessas orientações pode discordar conforme a natureza, tamanho e complexidade das instituições que serão auditadas, da mesma forma que os objetivos e motivos das auditorias a serem feitas.
O tópico 4 relata as normas da auditoria. Essas normas auxiliam o usuário a compreender a essência primordial da auditoria e são uma abertura para os tópicos 5, 6 e 7.
O tópico 5 concede instruções para a administração dos planos de auditoria e cobre tópicos como indicação de comprometimento pela administração de planos de auditoria, determinação dos princípios do plano de auditoria, gerenciamento de ações de auditoria e liberação de recursos satisfatórios para o quadro de auditoria.
O tópico 6 concede instrução a respeito da prática das auditorias de esquemas de gestão ambiental e/ou da qualidade, incluindo a escolha de grupos de auditoria.
O tópico 7 concede instruções a respeito da habilidade necessária para um auditor e relata um procedimento para analisar auditores. No qual esquemas de gestão ambiental e de qualidade são implantados simultaneamente.
Apesar dessa norma ser usada em auditorias de esquemas de gestão ambiental e/ou da qualidade, o usuário pode julgar a extensão ou adaptação da instrução cedida para utilização nos demais modelos de auditorias, abrangendo auditorias nos demais esquemas de gestão.
Essa norma concede apenas instruções, apesar dos usuários poderem usá-las no progresso de suas próprias condições referentes a auditoria. Qualquer outra instituição ou usuário em controlas a aceitação com critérios, como descrição de leis, produtos ou regulamentos, pode achar viável a instrução dessa norma.

Objetivos e área de aplicação

Essa norma concede instruções a respeito de regras de auditoria, administração de planos de auditoria, execução de auditorias de esquemas de gestão ambiental e auditorias de esquema de gestão da qualidade, como instruções a respeito da capacidade de auditores de esquema de gestão ambiental e da qualidade.
É usada em todas as instituições que precisam fazer auditorias externas e internas de esquemas de gestão ambiental e/ou da qualidade ou administrar um plano de auditoria.
A utilização dessa norma para outros modelos de auditorias é permitido, em principio, desde que, nessas situações, seja oferecido um argumento especial ao diagnóstico da habilidade necessária aos integrantes do grupo de auditoria.

Princípios de auditoria

A auditoria é definida pela confiança em certas regras. Eles usam a auditoria como um instrumento confiável e eficaz com a ajuda de políticas de controles e gestão, concedendo orientações a respeito da qual uma instituição pode operar para aperfeiçoar o ser desempenho. A incorporação dessas regras é uma pré-condição para de conceder desfechos de auditoria que são suficientes e relevantes, e para possibilitar que auditores que trabalhem sozinhos cheguem a desfechos parecidos em situações semelhantes.
As regras seguintes estão vinculadas aos auditores:
1) Atitude ética: a explicação do profissionalismo;
2) Apresentação correta: o dever de mencionar com exatidão e veracidade;
3) Cuidado profissional: a utilização de julgamento de diligencia na auditoria;
4) Independência: a origem da imparcialidade na auditoria e objetividade dos desfechos de auditoria;
5) Abordagem fundamentada em indícios: o mecanismo racional para atingir desfechos de auditoria reproduzíveis e confiáveis em um procedimento metódico de auditoria.