Determinação do Nível de Emprego


Atualmente, todo território deve ter ao menos um nível básico no que se refere à organização de um número confiável, concreto e regulamentado de empregos para a população geral, ou melhor, dentro da PEA – População Economicamente Ativa.

Sendo assim, todo espaço físico deve ter a consciência de qual é a relação entre o número de indivíduos com condições para trabalhar, com o número de empregos que existem para a ocupação deles. É dessa forma que o mercado de trabalho se torna muito mais amplo e favorável, uma vez que os indivíduos têm a consciência de suas oportunidades dentro deste mercado.

Com essas informações estabelecidas, o poder público da cidade, estado ou até mesmo país têm um dispositivo de extrema importância no momento de organizar políticas direcionadas especialmente para a geração de novas oportunidades de emprego.

Nível de Emprego

É então com a determinação do nível de emprego que os principais órgãos públicos diretamente ligados com essa questão econômica, como é o caso do Ministério do Trabalho no território brasileiro, por exemplo, garante maiores informações sobre o assunto como, por exemplo:

• Número de indivíduos economicamente ativos que já possuem um trabalho;

• Número de indivíduos economicamente ativos desempregados;

• Número de empregos ativos e abertos para a população em geral;

• Quais são as áreas em maior crescimento (tanto no Brasil como em regiões específicas do país);

• Quais são as áreas em declino, em que as oportunidades de emprego são cada vez mais baixas;

• Determinação do nível de emprego com base no nível de escolaridade, como fundamental, médio, superior e à diante;

• Determinação do nível de emprego regulamentado;

• Quantas são as vagas que oferecem um salário superior ao salário mínimo;

• Estimativa do número de empresas que trabalham de forma ilegal, ou seja, não oferecem um salário mínimo ou condições adequadas no mercado.

Dentre esses e vários outros dados que a determinação do nível de emprego é composta. Sendo assim, ele comporta o número de pessoas que estão empregadas, qual é o tipo de emprego que exercem, quais são os principais hábitos do trabalhador, como é o nível da oferta dos trabalhos, qual o setor do mercado que se responsabiliza pelo maior número de empregos no Brasil e em cada uma das suas regiões.

A determinação do nível de emprego

E é com base nessas informações que há como apurar, de forma exata, qual é o número de pessoas que estão devidamente empregadas, assim como a totalidade de empregos atuais em nosso território.

Muitas são as estatísticas que complementam umas às outras, afinal, é possível que uma pessoa tenha dois empregos, por exemplo. Por outro lado, pode ser que uma determinada região do país tenha uma grande gama de oportunidades e poucas vagas preenchidas, sendo que várias delas sobram e nem sequer têm grande procura.

E quais são os motivos que levam às vagas a não serem preenchidas, uma vez que o desemprego em nosso país já está acima de 5%?
Vamos lá:

• Falta de qualificação profissional, como no caso de vagas de emprego que exigem o nível superior de ensino e os candidatos chegaram até o ensino fundamental ou médio, por exemplo;

• Nesse sentido, existe ainda a falta de profissionais daquela área. Enquanto algumas áreas do país estão saturadas, com muitos profissionais para um número muito baixo de oportunidades, outras áreas possibilitam um grande número de vagas, mas poucos são os profissionais com formação específica naquele setor.

• O próprio desinteresse também faz parte, já que mesmo desempregados, alguns indivíduos preferem depender de outras iniciativas a trabalhar em determinados setores do mercado.

Tais fatores são reflexos do que é vivenciado em uma sociedade na qual as melhores vagas de emprego e com os salários mais altos são, é claro, as mais procuradas e também as menos preenchidas. Além disso, costuma-se atribuir a nossa nação o fato de que o esforço para desempenhar esse tipo de atividade é muito menor do que quando em relação a empregos mais ‘braçais’, como em fábricas e/ou indústrias, por exemplo.

Atualmente a maior determinação do nível de trabalho é realizada pela Organização Internacional do Trabalho, que é uma das agências que presta informações oficiais para as Nações Unidas. Além disso, é também sob essas direções que definimos o que são os empregados: pessoas que trabalham por pelo menos uma hora semanal.

Nesse sentido, uma pequena “fórmula” foi criada para que os dados da determinação do nível de emprego fiquem melhor organizados. O número de empregos é = ao número de pessoas trabalhando + o número de trabalhos secundários + os terciários + os quaternários e assim por diante.

Já no território brasileiro os principais locais que estudam o nível de emprego são o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e o próprio Ministério do Trabalho, responsável por organizar tais dados. Recentemente, o órgão público divulgou que está com um projeto para começar a determinação do nível de emprego com métodos próprios e específicos.