Resumo da Império Romano


O Império Romano foi o período situado entre os anos de 27 a.C e 476 d.C., tido como o modelo de governar posterior à República Romana. O sistema de governo do Império Romano era bastante semelhante a da maioria dos países vizinhos europeus da época, pois tinha na figura de líder uma espécie de imperador vitalício. Foi exatamente nesta fase, a do Império Romano, que Roma alcançou muito poder perante toda a sociedade, acumulando uma imensa quantidade de território – cerca de 7 milhões de metros quadrados.

A principal característica do Império, numa espécie de resumo do Império Romano, era o caráter absolutamente comercial, deixando um pouco de lado o cunho agrário, tão comum na época. Isto fez com que a maioria dos territórios conquistados, uma vez escravizados, atuasse como uma grande fonte de recursos para o Império Romano. As inúmeras regiões e províncias dominadas pelo Império serviam como mão de obra barata para este modelo de governo, de acordo com o resumo do Império Romano.

Império Romano

O primeiro imperador do período foi Otávio, que esteve no posto entre 27 a.C e 14 d.C. Entretanto, é imprescindível ressaltar que Júlio César fora o grande expoente do Império. Patrício, político e líder militar, Júlio César exerceu papel fundamental na grande transformação que fez com que Roma deixasse de ser uma República para se tornar um Império – tudo por meio de inúmeras manobras políticas.

Embora não gostasse de ser taxado como um Imperador, Júlio César é considerado, no resumo do Império Romano, como o grande pilar e expoente do regime. Um fato que comprova toda esta liderança é a situação de que todos os seus sucessores no comando carregavam o título de “César”.

Religião e Queda

A religião oficial do regime do Império Romano foi, durante muito tempo, a religião politeísta romana, que se espelhava em vários aspectos à religião oficial da Grécia Antiga. A religião politeísta durou oficialmente até o ano de 313 quando Constantino, então Imperador, institui o chamado Edito de Milão, o que fizera com que o Cristianismo fosse considerado a religião oficial do Império Romano Dalí em diante.

O ano de 395 é emblemático na história do período, conforme consta em inúmeros planos de resumo do Império Romano. A divisão do Império fora oficializada neste ano, segundo imposições do Imperador Teodósio. A duarquia imposta por Teodósio funcionava da seguinte maneira:

•    Imperador em Roma, responsável pela parte ocidental do país.
•    Imperador em Bizâncio, responsável pela parcela oriental do país.

É por volta deste período que se inicia a grande decadência do Império Romano. A corrupção generalizada dentro do governo e os gastos de luxo inexplicáveis do exército foram os grandes responsáveis pelo fim do Império além, é claro, do racha exposto no governo. Com a diminuição do poder, há um sintomático nível de decadência na produção – tanto agrícola, como comercial – em torno da diminuição do número de escravos, provocada por toda esta briga interna.

Os bárbaros, nesta época, exerciam imensa pressão contra o Imperador, fato que levou a queda do regime, registrada oficialmente no ano de 476, embora alguns historiadores alertem que o Império só teria chegado ao seu fim no ano de 1453 – depois da tomada da cidade Constantinopla.

Império Romano – Curiosidades

•    Grandes palcos: O Coliseu de Roma e o Anfiteatro, monumento este que ainda pode ser visto na cidade de Pompeia, eram os grandes palcos esportivos da época. Projetada com muito luxo e requinte, os locais, no entanto, também serviram de brigas generalizadas entre distintas torcidas dos mais variados esportes em questão.

•    O uso das togas: Embora seja tratado como um adereço inerente à época, as togas não podia ser usadas por qualquer pessoa e a qualquer momento. Apenas cidadãos romanos tinham a honra de utilizar as togas, sendo que o padrão e as cores do modelo deviam seguir a uma série de normas importas pelas governanças da época.

•    Lingerie em destaque: Por baixo das togas, outro traje já caía nas graças do povo romano no regime. Mulheres e homens utilizavam uma roupa chamada subligaculum, popularmente conhecida como tapa sexo. Eram feitas de lã, seda e linho, dependendo de cada ocasião. Este fator atesta que a vaidade era um dos pontos centrais do Império Romano.

•    Impostos: No governo do Império Romano tudo era calcado por imposto. Desde sempre, os imperadores prezavam por esta forma de enriquecer às custas do povo, cobrando até mesmo pela urina, uma vez coletada em vasos sanitários públicos e que funcionavam para várias atividades da época.

•    Vinho, vinho e mais vinho: Se há uma coisa que não podia faltar em qualquer reunião, comemoração ou festança romana era o tão sagrado vinho. Até mesmo os escravos, vindo de várias províncias alheias, tinham direito a uma taça de vinho por dia, o que só prova a força da bebida em terras do Império Romano. Todo dia era dia de vinho e assim caminhava Roma.