Resumo do livro A Menina que Roubava Livros: História, o autor Markus Zusak e adaptação para o cinema


O livro A menina que roubava livros foi escrito por Markus Zusak e tem 480 páginas, que são capazes de prender sua atenção logo de início. O autor revelou que a muito tempo tinha a ideia de escrever a respeito de um personagem que roubava livro, mas ela ainda não estava totalmente amadurecida. Foi quando nasceu o pensamento e o desejo de união de retratar tudo o que seus pais haviam experimentado na época do Nazismo que esta incrível obra foi criada.

Markus acabou crescendo ouvindo diversas histórias sobre a Alemanha Nazista, dos tempos de Hitler, sobre os judeus que marcharam pela pequena cidade alemã de sua mãe e sobre o bombardeio de Munique. Esta é a história que ele sempre quis contar.

A Menina que Roubava Livros

Depois da publicação de A Menina que roubava livros, o autor acabou sendo considerado um dos mais poéticos e mais inovadores romancistas da atualidade, recebendo o apelido de fenômeno literário de diversos críticos do mundo todo.

No final do ano de 2013, o livro de Markus Zusak acabou ganhando uma adaptação para os cinemas e estreou em território brasileiro no início do ano de 2014.

Sinopse

O livro A Menina que roubava livros conta a história da protagonista, chamada de Liesel Meminger e também, de seu companheiro de aventuras, Rudy Steiner. Ela se passa na época do Nazismo, em plena Alemanha da época do ditador Hitler. Vale ressaltar, que A Menina que roubava livros é narrada por ninguém menos do que a morte, valendo-se de comentários geniais a respeito do tema.

Para a narradora da história, não importa o que vai acontecer no final desse romance, mas sim, o trajeto da narrativa e toda a riqueza que pertence a ela, como a prosa poética, os recursos estilísticos, a emoção, a magia que está oculta nas entrelinhas e ainda, a presença de um humor totalmente inusitado.

Outras histórias são contadas dentro do livro, por exemplo, os livros que foram roubados por Liesel, as do que ela ganha em seus aniversários, ou nos livros em que ela troca por cigarro.

A história se passa entre os anos de 1939 e 1943. Durante este período, a protagonista da história, Liesel Meminger encontra por três vezes a morte. E por incrível que pareça, ela acabou saindo tão bem nas três ocasiões, que ela mesma ficou tão impressionada, que decidiu contar a sua surpreendente história.

Desde o início da vida de Liesel, sua vida não foi tão fácil. Ela viveu em uma região bem pobre de Molching, na Rua Himmel, e precisou encontrar algumas formas de se convencer o sentido de sua existência. Horas depois, Liesel vê seu irmão morrer no colo de sua mãe. Assim, ela acabou sendo largada para sempre aos cuidados de Hans e de Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa extremamente mal humorada e rabugenta. Quando chegou à casa dos Hubermann, trazia consigo, escondido dentro da mala, um livro, com o título, O manual do coveiro, que ela havia roubado.

Em um pequeno momento de distração, o rapaz que estava fazendo o enterro de seu irmão, acabou deixando cair na neve, o livro. Este foi o primeiro de muitos outros livros, que a nossa protagonista roubaria, ao longo dos quatro anos seguintes.

Naquele atempo, foram exatamente os livros que Liesel vivia roubando, que acabaram norteando a vida de Liesel. Isso porque, naquela época, a Alemanha havia sido totalmente transformada por causa da guerra, dando trabalho em dobro para a morte. O prazer de roubar livros, acabou dando à menina, uma ocupação e uma alcunha. Além disso despertou nela, a sede por conhecimento. E as palavras que Liesel acabou encontrando em suas páginas e destacou nelas seriam mais tarde aplicadas no contexto da sua própria vida, sempre contando com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e também em Max Vanderburg, o judeu do porão, amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.

No livro, A menina que roubava livros, há outros personagens importantes para que a história seja completamente entendida. Um exemplo disso é Rudy Steiner, seu melhor amigo e também o namorado que ela nunca teve, e a mulher do prefeito, a qual considerava sua melhor amiga, mas que demorou a perceber isso.

Alguns personagens apenas passam pela vida da protagonista, outros acabam por acompanha-la, até o momento em que essa tarefa não é considerada mais possível, outros, estão mais perto do que parecem e aparentam.

Mas, só quem está ao lado da protagonista, Liesel Meminger, pelas quase 500 páginas do romance e apenas quem testemunha a poesia e a dor dessa época e desse período, em que Liesel teve sua vida salva dia após dia, é a narradora, ou seja, a morte.