Argumento


Um argumento é determinado como um testemunho seguido de uma justificativa ou como uma sobreposição de dois testemunhos contrários, argumento e contra-argumento. O primeiro caso é conhecido como argumento retórico, já o segundo como argumento dialético.

Na filosofia e na lógica o argumento é um aglomerado de uma ou mais orações declarativas, também chamadas e proposições ou premissas, seguidas de outra frase afirmativa denominada de conclusão.

Em um argumento válido ou dedutivo o valor-verdade da finalização é o resultado lógico essencial das proposições que a precede, isto é, se as proposições são verdadeiras obrigatoriamente o resultado também será verdadeiro. Se alguma proposição não for verdadeira, um resultado verdadeiro passará a ser só uma hipótese. Também será uma hipótese a verdade de um resultado em um argumento inválido, isto é, um argumento em que a verdade absoluta das proposições não permite, absolutamente, um resultado verdadeiro.

Argumento

Em um argumento indutivo a verdade do resultado não é certa pelas proposições, mas só assinalada. Diversas correntes filosóficas e autores não conceituam o argumento indutivo como um exemplo útil de argumento e a polêmica sobre o regulamento lógico de uma conclusão iniciou discussões proveitosas sobre a história da filosofia, também chamada de problema de indução.

Toda proposição, da mesma forma que toda conclusão, pode ser somente falsa ou verdadeira, ou seja, existe um valor sempre de dois elementos que se dão as orações afirmativas que pegam como proposições e resultados, denominados valor-verdade, que pode ser positivo ou negativo.

É muito necessário não misturar valor-verdade com validade. O valor-verdade é alguma coisa presente em toda oração afirmativa, por exemplo, quando se diz “O céu está azul”, essa declaração só pode ser verdadeira ou falsa, não há meio termo. Já a validade diz respeito não às orações, mas sim ao argumento.

Um argumento inválido, por sua vez, pode-se achar de maneira incerta um resultado verdadeiro, é preciso apenas que a oração afirmativa que representa o resultado seja uma oração verdadeira. Além disso, pode-se ter um argumento inválido com todas as proposições e resultados verdadeiros. Só é necessário que todas as orações afirmativas do argumento sejam verdadeiras, mas a sequência coerente entre elas não interfere na certeza da verdade do resultado, que é verdadeira só pelo acaso, não por obrigação.

Considerando um argumento válido no modelo de raciocínio clássico. Se as duas proposições forem verdadeiras, obrigatoriamente o resultado será positivo. Porém, se mudar o lugar do resultado e a proposição menor, teremos um experimento interessante: o argumento passa a ser inválido, mas permanece com todas as orações verdadeiras, o que demonstra que pode-se ter um argumento completamente inválido, porém verdadeiro, ou vice-versa. Em ração disso, as orações que possuírem um argumento são mencionadas como verdadeiras ou falsas, e em decorrência disso, são classificadas como válidas ou inválidas.

Alguns escritores atribuem o resultado das proposições utilizando expressões como declaração, afirmação, frase ou premissa.

O motivo para a precaução com a verdade é antiga quando ao sentido das expressões em especial. Seja qual for o temo usado, toda preposição, bem como todo o resultado, deve ser apto de compor só verdades e mentiras e mais nada.

Argumento elíptico

Diversas vezes um argumento é considerado inválido, porque há uma proposição que precisa de algo a mais para transformá-lo em válido. Alguns escritores não colocam uma proposição muito importante no seu grupo de proposições se ela é muito aceita e o autor não planeja mostrar o claro. Em contrapartida, um argumento válido pode ser achado pela ausência de uma proposição, pois o que ficou de fora pode apresentar uma lacuna no entendimento.

Retórica, dialética e diálogos argumentativos

Supondo-se que os argumentos são convencionais, os diálogos argumentativos, por sua vez, são ágeis. Auxiliam na transcrição publica de explicação para uma declaração. Argumentos podem ser ágeis se tiverem como interlocutor a ligação equivalente. As proposições são debatidas, da mesma forma que a validade das conclusões mediadoras.

A retórica por sua vez é a capacidade de persuadir o interlocutor por meio da fala, ou novos meios de comunicação. Tradicionalmente, a manifestação que a retórica é aplicada é verbal, mas existe ainda manifestação escrita e visual.

Já a dialética quer dizer contestação, isto é, a mudança de argumentos e contra-argumentos justificando as proposições. A conclusão da atividade pode não ser autêntica e somente a resposta de um dos itens importantes, ou uma associação as assertivas contrárias, ou ainda uma mudança na qualidade do sentido da conversa.

Argumento político

O argumento político é um modelo de argumentação lógica usada na política. Argumentos políticos são usados por estudantes, veículos de comunicação, candidatos a ocupação política e servidores públicos.

Argumentos políticos também são usados por pessoas comuns em ralações de discutir e entender sobre os assuntos políticos.