Arquivos da categoria: Artes

Estudar artes é ter conhecimento da cultura e a manifestação artística na história da humanidade, em diferentes correntes artísticas por diversos povos

Salvador Dalí

Salvador Dali é um dos pintores mais reconhecidos de todo o mundo por seu trabalho com arte surrealista. Ele nasceu em maio de 1904 em Catalunha, uma pequena comunidade espanhola da região de Figueres. Suas obras chamam a atenção especialmente por combinarem qualidade estética e plástica de primeira com ideias bizarras que Dalí tinha – fosse seu cotidiano, em sonhos ou em outras situações.

Pintura Corporal

A body art, também conhecida como Pintura Corporal é um movimento cultural de manifestação presentes em diversas tribos de todo o mundo. Povos como hindus, tribos africanas e indígenas e também alguns povos ocidentais, usam a técnica de maquiagem no corpo e até mesmo de tatuagem para celebrar a vida, a morte, as guerras e outros fatores externos e internos.

Resumo sobre Pantomima

A pantomima é um tipo de teatro com base em gestos, mímicas e atitudes popularizadas pelos romanos. Durante as apresentações, a intenção é expressar o máximo usando o mínimo possível de palavras. Em sua época de criação, essa arte teve grande influência dos já populares gêneros de comédia e tragédia da Roma e Grécia Antigas. Ainda que as falas não sejam o foco da pantomima, um espetáculo desde estilo pode incluir números de música ou canto. No entanto, os atores que interpretam papéis, chamados de mimos, usam só as mímicas para atuar. De modo geral, a mesma pessoa interpretava diferentes personagens na peça. Esse artifício é muito útil também para comediantes, palhaços e dançarinos, por exemplo. Os aspectos não verbais devem ser muito bem trabalhados para garantir o sucesso da narrativa. Por isso, a maquiagem e o figurino são imprescindíveis para a comunicação com a audiência.

Arte Egípcia: Períodos

Não é raro vermos elementos da arte egípcia em filmes, livros e museus. Porém é importante saber que assim com acontece em praticamente todas as culturas, a representação artística do Egito sofreu diversas mudanças com o passar dos anos, de acordo com o momento político, histórico e também pelas crenças. Por isso, neste artigo você vai conhecer um pouco mais sobre o assunto: Arte Egípcia: Períodos e quais as principais características de cada momento da história. Acompanhe a seguir.

Resumo sobre Donatello

O Renascimento foi um dos períodos mais importantes da História da Europa. Aconteceram mudanças culturais muito significantes, que refletem até os dias de hoje. A região italiana de Toscana foi o primeiro local onde o movimento se manifestou, sendo as cidades de Florença e Siena os palcos principais dessa nova tendência artística. Mais tarde, o Renascimento se difundiu por toda a Itália, e, após alguns anos, por toda a Europa Ocidental. Isso se deveu muito pela ajuda da recém-criada imprensa gráfica, pelo alemão Johannes Gutenberg.

Arte Egípcia

A arte egípcia atribui-se a arte elaborada e usada pela sociedade do Antigo Egito, estabelecida no vale do rio Nilo no Norte da África. Essa expressão artística teve a sua hegemonia na religião no decorrer de um longo espaço de tempo, expandindo-se nos últimos 3.000 anos a.C. e determinando diversos períodos que ajudaram na separação dos diferentes tipos estilísticos adequados: Império Antigo, Época Tinita, Império Médio, Época Baixa, Império Novo, Período Ptolemaico e diversas épocas intermediárias, relativamente curtas, que dividem os grandes períodos, e que são representadas pelo obscurantismo e a turbulência, tanto político e social como artístico.

Mas ainda que sejam reais esses diversos períodos da história, a verdade é que sugerem apenas pequenas variantes na expressão artística que, de uma forma geral, acompanha sempre uma acentuada homogeneidade e continuidade.

Funções da Arte e Semiótica

Semiótica

É muito comum que algumas pessoas acreditem que as obras de arte só têm função decorativa e não sabem como identificar qualquer significado que elas podem oferecer. Mas a arte vai muito além da estética, já que tem como finalidade ser instrumento da percepção e sensibilidade do artista.

O ser humano tem a natureza sensível, capaz de refletir, pensar, se emocionar e expressar todas essas emoções por diversas formas. O homem não quer apenas suprir suas necessidades básicas para sobreviver, como é comum entre os outros animais, mas transformar a sua própria realidade através de sua expressão sobre ela.

A arte na semiótica

A arte foi a forma encontrada pelo homem para reinventar a beleza, o prazer, mas também se indignar. Ela é um meio de levá-lo a observar com mais atenção o mundo e a sociedade ao redor, dando mais atenção as formas, cores e sutilezas imperceptíveis na agitação cotidiana.

Uma obra de arte contém os sentimentos do artista, que se apropria dos elementos naturais do meio e é capaz de expressas também o momento social, político, econômico e cultural da sociedade. Pode servir como manifestação ou mera representação, mas tem como resultado um despertar de sensações.

Essas sensações são amplas e cada um tem sua resposta diante dela, sendo dirigidas pelo contexto social em que foram produzidas e o propósito do artista sobre ela. Dentre as várias funções da arte está a de reintegração social de pessoas a margem da sociedade, oferecendo a oportunidade de ver o mundo de forma mais abrangente, tal como a função ambiental que traz o equilíbrio das formas.

A arte utiliza signos que dão sentido e significados a compreensão do homem. Esses signos podem ser verbais ou não verbais e são estudados pela semiótica. Ela busca entender como o ser humano reage a esses signos, inclusive a forma como se envolve com eles. Eles estão distribuídos em toda forma de arte, seja nas plásticas, teatrais, visuais, musicais etc.

Em geral, a arte tem três funções significativas: a pragmática, formal e naturalista. Na pragmática há a busca pela eficiência da mensagem, mais do que a estética e cuja finalidade está acima da sua finalidade artística. A função formal valoriza essencialmente a estética acima da mensagem que ela pode reproduzir, enquanto a naturalista busca a integralidade da arte, não se importando tanto com seu conteúdo.

A Arte Bizantina

Referência às expressões artísticas de cunho religioso surgidas durante o Império Bizantino (Europa Ocidental – 1557), a arte bizantina difundiu-se fortemente para além das chamadas “fronteiras imperiais”.

Define-se Constantinopla como local de maior importância para tais manifestações artísticas.

Um pouco de história

O Imperador Teodósio (nomeado o Grande) dividiu o Império Romano em Ocidente e Oriente. O lado ocidental ficou com a capital de Roma sofrendo assim numerosos ataques e investidas até que finalmente foi tomado pelos bárbaros por volta de 476.

Arte Renascentista na Itália

Na ciência e na arte, as cidades-estado da península Italiana foram os incentivadores do crescimento no decorrer do Renascimento.

Renascimento é uma expressão com diversos significados. Portanto, a pintura desse período não se atribui a um único gênero. A arte renascentista apareceu de uma nova comunidade, que crescia com velocidade. Ela indicou a transição do mundo medieval para o mundo moderno e, dessa forma, determinou a base da sociedade ocidental atual.

Os artistas do Renascimento italiano, apesar de unidos a cortes públicas e fieis a algumas cidades, transitaram por toda a Itália, diversas vezes preenchendo a posição de diplomatas e espalhando pensamentos filosóficos e artísticos. A cidade que é julgada o começo do Renascimento, e principalmente da arte renascentista, é Florença.

Renascimento Cultural: A Arquitetura Renascentista

Denomina-se de Arquitetura Renascentista ou Arquitetura do Renascimento aquela que foi elaborada no decorrer do período Renascentista europeu, isto é, ao longo dos séculos XIV, XV e XVI. Evidencia-se por ser um instante de rompimento da História da Arquitetura em várias áreas: na linguagem arquitetônica usada; nos meios de criação da arquitetura e na sua especulação.

Esse rompimento, que se reflete desde o Renascimento, define-se por um novo comportamento dos arquitetos com relação a sua arte, começando a se apresentarem como profissionais independentes, condutores de um estilo próprio. Orientam-se , no entanto, na sua compreensão da Antiguidade Clássica e em sua inclinação arquitetônica, julgados como os padrões perfeitos das artes da vida.

Arte Romana

A civilização romana foi, talvez, a mais importante da história humana. Suas contribuições para o mundo moderno são tantas que muito se fala que Roma foi a civilização base para o desenvolvimento do mundo ocidental. A arte romana é composta de diversas áreas bem definidas e estudá-las é entender como uma civilização daquele tempo já conseguia impor o seu estilo e torná-lo perpétuo. O que se sabe sobre a arte romana vem dos objetos encontrados em toda a extensão do que um dia foi o gigantesco Império Romano, que foi desde a Espanha e a Itália até a região onde hoje é o Paquistão.

Influência grega e etrusca e a criação de um estilo romano

Os romanos herdaram muita coisa dos gregos. Desde o panteão de deuses – deuses que tiveram apenas os nomes trocados – até as artes em geral, praticamente todo o cotidiano dos romanos tinha alguma coisa que lembrava os costumes gregos. A proximidade dos territórios e a posterior tomada de praticamente toda a Grécia pelo Império Romano fez com que a cultura da primeira grande civilização europeia fosse incorporada pelos romanos.

Cultura Nok africana

Ao falar sobre a história do continente africano, principalmente quando saímos daquela tradicional região historicamente muito conhecida que abrange o Egito e todos os países banhados pelo Mar Mediterrâneo, é importante frisar que grande parte das informações pode não ter a exatidão perfeita. E os motivos para esta aproximação de informações são muitos: falta ou destruição de documentos ou outros escritos que comprovem as histórias, variedade de mitos e contos até mesmo fantasiosos de pessoas que moram nas regiões, dificuldade em explorar sítios arqueológicos que poderiam fornecer informações precisas, entre outros.

De qualquer forma, é importante conhecer mais daquele que é considerado o continente berço do homem moderno: a África. Uma das mais importantes civilizações antigas do continente africano é a civilização Nok. A cultura Nok africana é o conjunto de objetos e obras encontrados numa região do atual território da Nigéria, próximo à aldeia chamada Nok. A escassez de informações é tão grande que não é possível determinar nem qual foi o nome correto desta civilização, uma vez que o nome “Nok” é dado em alusão ao nome da aldeia onde foram encontrados os primeiros destes objetos.

Realismo Inglês

Em meio aos anos de 1850 e 1880 aconteceu, em toda a Europa, um movimento bastante significativo denominado de Realismo Inglês. Por mais ou menos 30 anos, países como Inglaterra, Alemanha e França conviveram com esse acontecimento que, logo em seguida, disseminou-se pelo resto do mundo, principalmente pelo continente norte americano. A grande maioria dos seus admiradores, além de rejeitar a ideia arquitetada e concebida de enxergar o mundo, especialmente o belo, ia contra o olhar não naturalista a respeito do Romantismo e do Neoclassicismo.

Os realistas que viviam naquela época apresentavam certa urgência em simular os costumes das classes média e baixa, a questão da existência e os assuntos rotineiros. Tais pontos, de acordo com os modelos do antigo mundo, não regularizavam o seu dia a dia. Logo, este fluxo teve grande propagação entre a arquitetura, as esculturas e a literatura.

Revelação de Fotografias

Hoje em dia, a modernidade e o acesso fácil a equipamentos tecnológicos como smartphones, tablets, computadores e câmeras digitais fez com que um processo antigo se tornasse cada vez menos falado e conhecido pela maioria das pessoas, principalmente os mais novos. Isso porque, os mais jovens provavelmente nunca tiveram o hábito que as pessoas mais velhas chegaram a ter, que era o de comprar um filme fotográfico, colocá-lo na câmera e depois levá-lo em lojas especializadas em revelação, que nos entregavam as fotos impressas em papel fotográfico, dando-nos a opção de montar álbuns fotográficos sem a necessidade de nenhum equipamento virtual.

Porém, mesmo nos dias atuais ainda existem pessoas que se dedicam ao hábito de revelação de fotografias, entre elas profissionais fotógrafos e apaixonados pela arte da fotografia e a infinidade de possibilidades que ela pode nos proporcionar. Esse tipo de processo é extremamente interessante e inclui uma série de procedimentos para que a revelação de fotografias saia realmente perfeita. E é como acontece esse processo que falaremos a seguir.

As origens do Art Nouveau

Apesar do nome francês, Art Noveau, que em tradução livre significa “arte nova”, o estilo, que está presente desde a arquitetura até os mais diversos tipos de arte, está mais presente no nosso dia a dia do que imaginamos.

Segundo especialistas, estima-se, que em seu início, as artes no estilo Art Noveau tinham uma relação direta com a indústria, isso entre os anos de 1890 até 1910. Em uma época anterior à Primeira Guerra Mundial, a Art Noveau teve sua primeira mudança em suas características, assumindo traços considerados mais geométricos. Características que os especialistas acreditam serem as percursoras de um próximo movimento artístico, o chamado Art Déco, que data dos anos de 1910 a 1939.

Além do nome mais conhecido e clássico de Art Noveau, o estilo também é conhecido pelo mundo pelo nome de Jugendstil, que foi atribuído em uma relação livre com uma revista de nome Jugend.

Crítico de Arte

No âmbito social, muito se fala sobre a crítica de arte. Mas, talvez, a falta de especialização e informação para se tornar um faz com que muitos pensem: mas afinal, o que faz um crítico de arte e como é que posso entrar nessa área do conhecimento?

Se você também reúne dúvidas e questionamentos acerca do tema, fique ligado nesse artigo.

O crítico de arte é o indivíduo que atua na crítica da produção artística com base em suas experiências vivenciadas, além de estudos e pesquisas no segmento, envolvendo juízos de valor e análises capazes de definir e reconhecer diferentes modelos de produtos artísticos como tais.

Dessa forma, esse trabalho envolve julgamento – tanto positivo como negativo – interpretação, vivência, avaliação e é claro, gosto pessoal.

Resumo sobre a Broadway

O espetáculo da Broadway

Quem nunca ouviu falar na Broadway? Esse é um destino imperdível para todos os viajantes que desejam conhecer os Estados Unidos. A Broadway é uma avenida localizada no bairro de Manhattan, na cidade de Nova York, que ficou mundialmente conhecida por abrigar grandes espetáculos teatrais, musicais e de dança.

A Avenida da Broadway é um cruzamento com outro ponto célebre da cidade de Nova York, a Times Square, onde ficam concentradas as principais via da grande metrópole americana. Por terem diversos estabelecimentos teatrais, essas avenidas ficaram conhecidas como um roteiro cultural obrigatório para quem visita a cidade norte-americana, o Circuito Broadway. Ali não poderia deixar de estar instalado o principal dos teatros que consagrou tantos e tantos musicais e artistas: o Teatro da Broadway.

Gastronomia

A gastronomia é um dos ramos mais amplos e prestigiados de todos os tempos por abranger a culinária bem como as diversas características e elementos ligados a ela. Como profissão, ganhou destaque nos últimos anos, por aspectos como: a maior busca pela saúde e aumento da expectativa de vida, que tem a alimentação como reflexo; a glamourização da boa comida com a difusão do conceito de “gourmet”; o crescimento de segmentos alimentícios, de restaurantes até food trucks; e pela ascensão e diversificação de livros e programas culinários, que hoje trazem uma diversidade de receitas para todos os paladares, sejam eles carnívoros ou veganos.

História da gastronomia

Se alimentar sempre foi um hábito e uma necessidade comum a todas as espécies. Ao longo dos séculos, os povos e comunidades criaram e adaptaram a sua culinária de acordo com a cultura, tradições familiares, clima e disponibilidade de alimentos e especiarias.

Malabarismo

Chamamos de malabarismo a arte de conseguir manipular objetos utilizando-se de muita destreza. Você, com certeza, já viu alguém fazendo. Seja em um semáforo ou no circo. Embora existam diversas formas e maneiras de se fazer malabarismo, em geral, essa arte consiste em manter os objetos manipulados no ar, lançando em padrões ou ainda fazendo uso da técnica freestyle, que consiste em misturar diversos padrões de livre e espontânea vontade. Existem também malabarismos onde os objetos são manuseados em contato com o próprio corpo. Não existe uma concordância dos historiados quanto ao surgimento dessa arte, sendo portanto considerada incerta, no entanto, existem alguns registros que indicam que o malabarismo era praticado desde o período que conhecemos como antiguidade.

O recorde de malabarismo foi realizado no dia 7 de novembro do ano de 2005, por Peter Bone, quando lançou 13 bolinhas em cascata. Um outro aparelho utilizado para malabarismo é a clava de malabares, que ajuda e possibilita a execução com diversos outros aparelhos como tochas e facas, objetos que são muito usados em apresentações de circo. Vale ressaltar ainda que as argolas também são outros objetos bastante utilizados na arte de malabares.

Arte Indígena

Datada de antes da chegada dos colonizadores portugueses ao Brasil, e que se mantém viva até os dias atuais, a arte indígena é um patrimônio sócio-cultural de um povo que viveu a raiz do Brasil, que sobreviveu e fez sua arte daquilo que compõe cada hectar de terra brasileira, com o uso das penas das aves que aqui voavam, das plantas para extrair as tintas e da terra para produzir as belas peças de cerâmica. Apreciar uma peça de arte indígena é apreciar uma pequena parte do Brasil moldada em um utensílio do povo que se originou nesse vasto país.

Os materiais utilizados eram os encontrados na natureza, basicamente. Artefatos de cerâmica pintados com tintas extraídas de plantas (exemplo mais comum: a cor vermelha oriunda do pau-brasil). As peças eram geralmente potes, vasilhas, máscaras plumárias, vestes, cesteiras e demais objetos que eram muito mais utensílios que propriamente arte para ser apreciada. E é nessa frase que encontramos a diferença da arte indígena para as demais expressões de arte.