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Gramática: A língua portuguesa não era unificada até a nova gramática estabelecer-se nos países que falam esse idioma. Tire essa e outras dúvidas com nosso material online

Tempos e Modos Verbais

Um dos principais temas do estudo de nosso idioma é a conjugação dos verbos em vários tempos e modos. A língua portuguesa é uma das mais complexas do mundo e aprendê-la não é uma tarefa simples. Falando francamente, hoje em dia é difícil encontrar alguém que não cometa nenhum erro ou confunda palavras na hora de escrever um texto ou conversar com alguém. De fato, com tantas normas e variações na conjugação de verbos e utilização de termos, fica difícil acertar sempre. Mas é possível evitar os erros ao máximo e manter um nível aceitável de conversação ou escrita.

Verbo é uma palavra que exprime ação realizada por um indivíduo num espaço de tempo. Os tempos e modos verbais são as variações que este verbo irá assumir para expressar tempos diferentes, seja no presente, no passado (pretérito) ou no futuro.

Locução Prepositiva

Nos estudos de língua portuguesa, denominamos como locuções as estruturas que são compostas por mais de um vocábulo e, ao mesmo, possuem características sintáticas e semânticas de apenas uma palavra. Basicamente, chamamos de locução quando essas palavras funcionam de forma semelhante a um verbo, advérbio, uma conjunção, interjeição ou uma preposição. E é justamente essa última, a Locução Prepositiva, que nos interessa neste presente artigo.

Ou seja, agora você já sabe que uma Locução Prepositiva é quando duas palavras, ou mais, cumprem com o papel de preposição – lembrando que preposição é uma palavra gramatical responsável por unir dois ou mais elementos de uma frase, estabelecendo uma relação entre eles. Nesse tipo de locução, a última palavra é, obrigatoriamente, uma preposição. Vejamos alguns exemplos abaixo para compreender melhor o conteúdo.

Tivesse e estivesse

A língua portuguesa é uma das mais complicadas do mundo. Suas várias regras gramaticais fazem com que o nosso idioma seja difícil de aprender e provoque diversas confusões na hora da escrita e da fala. Palavras com a grafia e fonética muito parecidas costumam fazer com que as pessoas falem ou escrevam errado, e isso pode causar problemas graves, como a exclusão dessa pessoa de um processo seletivo numa grande empresa, por exemplo.

Dois desses termos que costumam gerar confusão na hora da escrita e da fala são tivesse e estivesse e suas variações. É comum encontrar textos em vários locais na internet e é mais comum ainda ouvir pessoas falando uma palavra no lugar da outra em diversas situações. No entanto, cada termo é bem diferente do outro e ambos expressam ideias diferentes. Suas funções dentro das frases são distintas e, por mais que não pareça grave, a troca dos termos é um erro e precisa ser ajustado.

Absorver e absolver

Cheia de enigmas e de regras gramaticais um pouco confusas, a língua portuguesa está sempre propícia a causar confusões quanto ao uso de palavras ou expressões em sentenças. Esse pandemônio gramatical, por vezes, acaba até colocando em risco a estrutura de uma mensagem que um emitente queira passar, seja ela verbal ou escrita.

O caso é comum de acontecer com duas palavrinhas bem conhecidas da nossa língua nativa: absorver e absolver. Pela semelhança estrutural que há entre os dois, esses verbos dão a impressão de que têm o mesmo significado e usualmente são empregados de forma invertida nas frases.

A diferença nos sentidos: absorver ou absolver?

Qual a diferença entre absorver e absolver? Qual é o significado de cada uma delas? Como saber se devo usar “absolver” ou “absorver” numa sentença? Essas são algumas das dúvidas que surgem em meio a essa confusão gramatical. Há quem pense até que “absorver” é a forma mineira de dizer “absolver”.

Utilização do Hífen

O hífen é representado apenas por um traço, mas causa muitas dúvidas nos brasileiros na hora da escrita de um texto. Usa-se o hífen com diversos prefixos e elementos de composição. A utilização do hífen possui muitas regras e muitas delas são novas, visto que houve recentemente o Novo Acordo Ortográfico na Língua Portuguesa, que ocasionou mudanças também nas regras do hífen.

O Novo Acordo Ortográfico chegou com a finalidade de melhorar o intercâmbio entre os países que tem a língua portuguesa como nativa, além de reduzir os custos com a produção e tradução de livros, revistas e artigos, bem como facilitar a troca bibliográfica e tecnológica entre os países.

Neste artigo, vamos trazer as regras de quando usar e quando não usar o hífen. Você pode salvar este artigo como um documento de consulta básica e rápida quando tiver dúvidas na utilização do hífen. Com o tempo, você irá decorar as regras e nem precisará mais consultar na hora de escrever algum conteúdo.

Acento tônico e acento gráfico

É quase que com certeza que podemos afirmar que ambos os elementos – acentos tônicos e acentos gráficos – não são termos que passam totalmente pela linha do desconhecido para os estudantes, estamos certos?

Isso porque os acentos tônicos ou gráficos estão tão presentes no nosso dia a dia que não temos como não notá-los: eles fazem parte da forma como damos a entonação para cada uma das palavras do nosso cotidiano.

E caso você não se lembre de qual é a principal diferença entre os acentos tônicos e acentos gráficos, confira neste artigo uma explicação bem simples para que não tenha mais dúvidas em relação a esse aspecto tão simples da língua portuguesa.

Prezar e Primar – qual a regência desses verbos?

Existem conceitos da gramática que confundem os falantes do idioma português. Para não cometer deslizes ao falar ou escrever, é preciso compreender a relação de dependência entre os verbos e os termos da oração, ou entre as orações no período. Dentro da sintaxe, esse é o foco de estudo linguístico da regência verbal.

“Reger” significa “governar”, “dirigir”, “guiar”, “conduzir”. Quando utilizamos verbos que não possuem sentido completo, é necessário utilizar complementos para fechar o sentido. O regente, na construção sintática, é o nome ou o verbo. O regido será o complemento. Isso ficará mais claro com alguns exemplos. Veja o primeiro:

Pleonasmo

Diferentemente do que acontece com as figuras de linguagem, que dão maior beleza, eficácia e ‘realçam’ cada uma das mensagens emitidas, os vícios de linguagem são construções que vão contra as normas da língua portuguesa.

Na grande maioria dos casos esses vícios são provocados por puro descuido ou até mesmo por indivíduos que desconhecem as principais regras gramaticais.

E o pleonasmo pode se encaixar em ambas as vertentes, uma vez que pode ser tanto uma figura de linguagem como também um vício. No que se refere ao vício, ele só é assim considerado quando utilizado de maneira totalmente desnecessária. Mas, quando um pleonasmo tem o sentido de reforçar e dar maior eficácia para uma determinada mensagem, então, ele passa a ser uma figura de linguagem.

Formas do pretérito perfeito: simples e composta

A língua portuguesa possui várias regras. Aprendemos as regras gramaticais quando ainda estamos na escola, quando estudamos a língua portuguesa, e a usamos durante toda a nossa vida. No entanto, é bem comum termos dúvidas, principalmente na hora de escrever algo no nosso dia a dia. Estas regras são muitas, e é sempre bom darmos uma recapitulada para refrescarmos a nossa memória, ou até mesmo para praticar. Para quem ainda não aprendeu sobre este assunto, a partir de agora terá a oportunidade de saber sobre as formas do pretérito perfeito: simples e composta.

O pretérito perfeito faz parte da grande variedade de flexões das quais associamos os verbos. Vamos apresentar agora as formas existentes:

A par ou ao par?

A comunicação escrita é a forma tangível das imagens acústicas da linguagem articulada. Na linguagem falada, a percepção de uma mensagem é simultânea; na escrita, o receptor só lê a mensagem depois de sua formulação. A escrita é uma garantia legal, confia-se sempre mais em uma assinatura, em um contrato do que uma palavra dada, ou em um aperto de mão. Na linguagem oral, a comunicação só é possível se o emissor não ultrapassar os limites fisiológicos, se a mensagem for identificável e se o contato psicológico se mantiver.

A ortografia significa escrita correta e tem origem da língua grega. O erro de ortografia prejudica a imagem do enunciador, pois a sociedade é severa para com esse tipo de infração, coloca-se em dúvida a competência linguística de quem enuncia o texto. É preciso, pois, ter muito cuidado ao escrever; na incerteza, é preferível utilizar uma outra palavra, ou consulta o dicionário. Quanto à significação das palavras, é preciso ter em mente alguns conceitos, necessários para o estudo da ortografia:

Ordem direta e inversa das palavras

A ortografia significa escrita correta e tem origem da língua grega. O erro de ortografia prejudica a imagem do enunciador, pois a sociedade é severa para com esse tipo de infração, coloca-se em dúvida a competência linguística de quem enuncia o texto. É preciso, pois, ter muito cuidado ao escrever; na incerteza, é preferível utilizar uma outra palavra, ou consulta o dicionário. Quanto à significação das palavras, é preciso ter em mente alguns conceitos, necessários para o estudo da ortografia:

Sinônimos: semelhança no sentido (achar / encontrar; feliz / ditoso)

Antônimos: oposição de sentido (feliz / infeliz; amor / ódio)

Homônimos: mesma grafia ou pronúncia, diferentes significados. Os homônimos podem ser de três tipos, a saber: homógrafos, homófonos ou ainda homônimos perfeitos.

Objeto direto interno: particularidades linguísticas

Concentrados no mundo da sintaxe, ramo da gramática que estuda as relações que se constituem entre os elementos de uma oração, as diferentes particularidades que orientam os acontecimentos linguísticos passam a ser comuns.

De maneira específica, será dada uma importância maior para os termos integrantes de uma oração, muitas vezes representados, entre os demais elementos, pelos completos verbais: objeto indireto e objeto direto.

Esses conceitos, em uma primeira visão, parecem não mudar. Porém, considerando-se que o contexto de uma frase pode ser o fator decisivo, diversos elementos deixam de desempenhar uma determinada função, considerada mais tradicional, para praticar outras funções, como, por exemplo, o que acontece com o verbo intransitivo, que pode mudar a sua predicação passando a ser considerado como verbo transitivo direto.

De repente ou derrepente?

Sabe aquele momento em que você está no meio de uma redação, ou qualquer outro texto importante, e tem de usar a expressão “de repente”, ou seria, “derrepente” ? Você sabe o correto?

Se sua resposta foi negativa sem problemas, afinal, estamos aqui para lhe ajudar.

Qual usar?

Antes de qualquer coisa vamos definir o significado dessa palavra. Quando falamos “de repente”, ou, “derrepente” – afinal, não sabemos o certo ainda – estamos nos referindo as expressões como, por exemplo: “de ímpeto”, “de súbito”, ou mesmo, “repentinamente”.

Podemos dizer ainda que essa expressão tem a “função sintática” de um advérbio de modo, ou, tempo. Sendo assim, é uma “locução adverbial de tempo”.

De repente

Agora, vamos ao que interessa

Dizemos que a expressão em questão é uma “locução adverbial de tempo”, em razão de ser formada por “de” – uma preposição – e “repente” – um substantivo.

Bem, já demos a grande pista, você consegue imaginar qual a maneira correta de se escrever?

Os defensores da norma culta explicam que a preposição “de” antecede o substantivo, como uma espécie de introdução, mas não funciona para unir, ou, juntar-se a outra palavra, logo, a maneira correta de se escrever é “DE REPENTE”.

Vejamos alguns exemplos:

1)- “É isto o que significa aprender. De repente percebes algo que já tinhas percebido toda tua vida, mas numa nova forma” (Doris Lessing)

– Repare que no exemplo número um utilizamos a expressão “de repente” como um advérbio de tempo, o qual indica o momento em que percebemos algo diferente.

2)- “Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu. A gente estancou de repente, ou foi o mundo então que cresceu?” (Chico Buarque)

– Já no exemplo número dois a expressão vem como um advérbio de modo, indicando que estacionamos, ou, paramos na vida de maneira abrupta.

Algumas observações

Então quer dizer que já podemos considerar a expressão “derepente” totalmente incorreta?

Bem, é isso que nos diz tanto a norma culta, quanto o traço vermelho sob a palavra no “Word”. Contudo, cabe lembrar que por diversas vezes a palavra “de repente” é utilizada como um sinônimo para “talvez”, ou mesmo, “quem sabe”. Mas, vale lembrar isso é totalmente errado.

Você, por exemplo, já ouviu alguma frase assim: “De repente nós aparecemos na festa”. Perceba que nessa oração a expressão tem o sentido de “talvez”, indicando que o locutor poderá, ou não, comparecer a festa.

Nosso conselho é que tome cuidado com o sentido que dá a algumas expressões. O mais indicado é sempre seguir a norma culta, assim você não corre riscos.

Hoje nosso artigo foi rápido, mas esperamos que da mesma forma possamos ter contribuído com seus estudos, e principalmente, sanado sua dúvidas. Até a próxima e não deixe de conferir nossos outros conteúdos.

Eficácia ou eficiência?

Utilizar uma ou outra palavra acaba dependendo basicamente da competência linguística que temos, já que a semântica acaba sendo um fator principal que influenciará no setor positivo ou negativo de tal prática.

As palavras eficácia e eficiência são utilizadas em larga escala em nosso cotidiano e muitas pessoas, consideram ambos os termos como sendo sinônimos. Mas, na verdade, é que apesar de serem consideradas como tal, não existe na língua portuguesa sinônimos extremamente perfeitos, já que em geral acabam apresentando algumas diferenças quanto ao seu significado.

Quando utilizamos esses termos na administração, essas diferenças estão ficando cada vez mais acentuadas, fazendo referências às palavras em questão. Dessa maneira, o artigo tem como objetivo a abordagem que rondam esses termos, no sentido de promover aos indivíduos uma familiaridade maior com a semântica.

Mandado ou mandato?

Qual a diferença entre as palavras mandado ou mandato? Apesar de serem muito parecidas, ambas possuem significado diferente. Além disso, tanto mandado quanto mandato existe na nossa língua, e estão corretas. Vale ressaltar ainda, que mandado e mandato possuem diferentes significados, e por isso, são utilizadas em diferentes situações. A palavra mandado é um adjetivo, e é caracterizado por ser algo que foi mandado a alguma coisa ou a alguém, ou seja, o que recebeu ou foi enviado ordens.

Os adjetivos são uma classe gramatical que dá uma propriedade ao ser, exprimindo a aparência, uma qualidade ou um modo de ser. Além do adjetivo, há outras formas na gramática que também exercem função de adjetivo.

Quando a palavra mandado assume a forma de substantivo comum, do gênero masculino, ela passa a se referir a um despacho administrativo ou ainda a uma ordem judicial.

Uso das reticências como recurso estilístico

A pontuação é uma espécie de tentativa de reproduzir as entonações e as pausas da linguagem oral. Dizemos tentativa, porque a linguagem oral é muito rica no quesito entonações, já que a linguagem do tipo escrita não consegue dar conta de todas as ocorrências. Veja nos exemplos abaixo:

A. MEU TIO comprou uma boneca?

B. Meu tio COM-PROU uma boneca?

C. Meu tio comprou UMA boneca!

D. Meu tio comprou uma BO-NE-CA!

Locução Verbal

Podemos dizer, que as locuções verbais na língua portuguesa apresentam uma variedade enorme de expressões, capazes de exprimir os mais diversificados significados. Como todos nós já sabemos, cada escolha que fazemos na língua portuguesa tem um objetivo muito específico, já que o sentido final de cada mensagem depende basicamente de cada uma dessas escolhas. Um bom exemplo disso é a utilização da pontuação. A pontuação é uma espécie de tentativa de reproduzir as entonações e as pausas da linguagem oral. Os sinais de pontuação são utilizados com o objetivo de fazer uma estruturação de frases escritas, de uma maneira lógica, para que elas assumam um significado.

As pontuações são importantes tanto na linguagem escrita, quanto nos gestos, na entonação, no tom de voz e nas pausas da linguagem do tipo oral. Quando eles são empregados da maneira correta, as pontuações passam a adquirir um expressivo recurso.

Sujeito indeterminado

Aprendemos a usar a Língua Portuguesa desde o momento em que falamos as nossas primeiras palavras. No entanto, o nosso idioma é realmente complexo, com muitas normas e mecanismos que garantem que ele seja aplicado corretamente. E um dos elementos essenciais, que você precisa dominar é o sujeito, presente na maior parte dos enunciados linguísticos que lemos, ouvimos, escrevemos e falamos.

Vale à pena lembrar que a oração é um conjunto de palavras que forma um sentido e que, obrigatoriamente, precisa ter verbo. Os elementos que compõem uma oração são os seguintes: sujeito + verbo + complemento. O sujeito é que realiza a ação ou se encontra naquele estado que o verbo está indicando. E o complemento, como o próprio nome indica, vai trazer uma informação a mais, essencial para que a oração esteja completa.

O sujeito, na grande maioria dos casos, vai concordar com o verbo ao qual está relacionado. Os tipos de sujeito são os seguintes:

Falácia

A palavra Falácia tem origem latina e significa enganar. Podemos dizer portanto, que entendemos por falácia um raciocínio ou argumento errado, que parece verdadeiro. No campo retórico ou lógico, uma falácia é um raciocínio inconsistente, do pensamento lógico, um argumento sem fundamento, que é invalidado e que falha em sua tentativa de comprovar o que ele determina, alega. Podem parecer mais convincentes e consistentes, os argumentos e raciocínios que são destinados ao convencimento para a grande maioria do público, apesar é claro de possuir falácias. No entanto, eles não deixam de ser falsos por este motivo.

E difícil reconhecer as falácias, na maioria dos casos. Isso porque os argumentos que se utilizam de falácia validam termos psicológicos, emocionais e íntimos, mas não possuem validade lógica.

Antítese

A antítese é uma figura de estilo ou de linguagem que se baseia na apresentação de ideias contrárias. Acontece quando existe uma proximidade de expressões ou palavras de significados diferentes. Esse método foi principalmente usado por escritores da época do Barroco. A oposição que se impõe auxilia, basicamente, para comunicar um destaque aos princípios compreendidos, que não seria possível apenas com a apresentação separada dos mesmos.

Esse nome tem origem de uma expressão grega antithesis, que quer dizer resistência ou oposição.

A antítese é uma figura de linguagem elencada e diversas vezes trocada pelo paradoxo. Esse tipo de figura pode ser criado por meio do Sol e Chuva, Amor e ódio, Deus e Diabo, Inferno e Paraíso.