Energia de Ativação e Complexo Ativado


Energia de Ativação

Chama-se energia de ativação a quantidade de energia que é necessária para que uma determinada reação química ocorra. Algumas reações necessitam de pouca energia de ativação, enquanto outras são mais resistentes e exigem uma quantidade maior.

Um exemplo são as reações que ocorrem na atmosfera, entre as moléculas de oxigênio e nitrogênio. No estado natural, isto é, sem adicionar nenhuma força extra, essas reações já contam com constantes “choques” entre elas, no entanto, esse atrito ainda não é suficiente para ocasionar a quebra. Diante disso, a reação só acontece de fato quando é acontece alguma força externa. No caso dessas relações, a força externa é adquirida por meio das descargas elétricas naturais, como os relâmpagos.

Sabendo que a ocorrência da reação química depende basicamente da energia de ativação, é possível afirmar então que essa energia atua como uma barreira que deve ser ultrapassada para que uma certa reação aconteça.

A quantidade de energia também interfere diretamente na velocidade em que a reação irá ocorrer. Quanto mais energia de ativação for necessária, mais difícil da reação acontecer, por isso, o processo é mais lento. Da mesma forma que, as reações que exigem uma menor quantidade de energia de ativação acontecem de forma mais fácil e mais rápida.

Complexo Ativado

Falamos da energia de ativação, que é a quantidade de energia necessária para que uma reação aconteça. Quando essa quantidade é alcançada, o que se forma primeiro é o complexo ativado. Nesse estado, as ligações dos reagentes se encontram mais fracas, enquanto as ligações dos produtos ainda estão em formação.

O complexo ativado é então a fase intermediária entre antes e depois da reação ocorrer. Portanto, o complexo ativado se refere à quantidade mínima de energia que deve ser fornecida aos reagentes de uma determinada reação, ou melhor, essa quantidade é o que formará o complexo ativado e possibilitará a ocorrência da reação.