Política, Economia, Agricultura e Religião da Ásia Ocidental (Oriente Médio)


Política, Economia

A Ásia Ocidental é a região do mundo também conhecida como Oriente Médio. Abriga cerca de 270 milhões de habitantes num território de 7 milhões de km².

O traço que melhor caracteriza o Oriente Médio é a religião. Embora seja o berço das três principais religiões monoteístas do mundo (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo), a região é predominantemente muçulmana. O islamismo é a religião de 90% do contingente populacional.

A região é composta por 17 países: Chipre, Arábia Saudita, Bahrein, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Israel, Irã, Iraque, Jordânia, Líbano, Estado da Palestina, Omã, Qatar, Síria, Kuwait e Turquia.

O Oriente Médio vem sendo marcada por diversos conflitos. A origem dos mesmos vai da religião à geopolítica norte-americana. Na religião, mesmo a predominância do islamismo não é capaz de promover a unidade entre os povos da região, situação decorrente das diversas doutrinas dentro própria religião.

Quanto à geopolítica estadunidense, os conflitos estão relacionados à principal riqueza da região, onde estão localizadas 65% das jazidas de petróleo do mundo. A invasão do Iraque pelas forças da OTAN é um traço desse conflito motivado por razões econômicas. O foco do conflito em 2018 era a Síria, envolvendo interesses estadunidenses, russos e iranianos, provocando a emigração de mais de 5 milhões de sírios, refugiados em outros países.

A outra causa de conflito na região é a disputa entre Israel e Estado Islâmico por território. Uma situação que não tem prazo para se resolver.

Situação econômica e social

O único país considerado desenvolvido da região é Israel. Apesar do que possa parecer, a maior parte dos outros países possui IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de nações em desenvolvimento, sobretudo aqueles países que não se deixam contaminar pelos conflitos e possuem o setor de petróleo bem organizado. Na outra ponta, Egito, Palestina, Iraque, Síria e Iêmen apresentam a situação mais preocupante.

A agricultura na região é pouco desenvolvida, empregando pouca tecnologia, sendo mais voltada para a subsistência. Os conglomerados urbanos apresentam setor de serviços bastante diversificado.

A indústria, que tem Israel como protagonista, vem tomando impulso, com o crescimento do setor alimentício e do setor têxtil. Em Israel, a atividade industrial responde por 30% do PIB.

O maior desafio para a região é a superação dos conflitos e autonomia política com relação aos Estados Unidos, condições para que os países possam ter uma agenda de desenvolvimento pautada pelos interesses em comum, inclusive Israel, que sofre com a hostilidade da Síria e do Irã.