Brasil Colônia: Pacto Colonial e Importância da Religião na Colonização


Brasil Colônia
O período colonial foi marcado por intensa exploração das metrópoles. Para acumular riqueza e conseguir competir com as outras potências do período era necessário sugar o máximo possível de recursos dos países colonizados.

Pacto Colonial
O Pacto Colonial funcionava justamente no sentido de facilitar a exploração comercial e material por partes das metrópoles. O acordo foi vigente entre os séculos XV e XVIII em uma época em que o sistema econômico vigente era o mercantilismo.

E uma das marcas do mercantilismo era o metalismo. O sistema, como o nome sugere, pregava que nações precisariam acumular metais preciosos para se tornarem ricas. E desde aquela época já se sabia sobre a importância de uma balança comercial favorável. Ou seja, era preciso exportar mais do que importar.

É neste âmbito que entra o Pacto Colonial. O acordo, que era praticamente imposto pelas metrópoles, fazia com que as colônias só pudessem fazer negócios com as respectivas metrópoles.

No caso do Brasil, por exemplo, toda a produção era fiscalizada e controlada por Portugal. Desde os produtos agrícolas até as pedras preciosas mineradas do solo brasileiro só poderiam ser negociadas com Portugal. Em algumas situações a venda para outras nações até foi permitida, mas somente com expressa autorização dos portugueses.

Importância da Religião na Colonização
A exploração cometida pelas metrópoles tem uma base bastante importante: a religião. Através dela, principalmente a católica, foi possível converter populações locais, como os índios no Brasil, e evitar possíveis revoltas e revoluções.

No Brasil, através de incursões, realizadas por ordens católicas como os jesuítas, os índios foram catequizados e assimilaram parte da cultura europeia. A cristiniazação abriu caminho para a aceitação de que Portugal poderia manter o controle sobre a sua colônia.

Além disso, a intenção era pacificar o povo nativo e criar novas “almas”. A partir daí todos os cristianizados foram convertidos em força de trabalho e poderiam atuar nas lavouras, na pesca, nas minerações e etc.