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Português: Aprender o nosso idioma e aprimorar a interpretação de texto é importante para as provas. E uma aula de português é fundamental para aprimorar os seus estudos. Confira no Resumo Escolar conteúdos de Português

Sessão, seção ou cessão?

As palavras homófonas são aquelas que possuem um som semelhante quando pronunciadas, embora sejam escritas de maneira diferente e apresentem significados que sejam completamente distintos.

Haja vista ou Haja visto?

Algumas das expressões existentes na língua portuguesa podem gerar diversos tipos de dúvidas não apenas quanto ao seu emprego, mas também relacionadas à correção dos termos, especialmente em casos nos quais haja uma pequena diferença em suas opções.

Advérbios de Intensidade – “de mais” e “demais”

A língua portuguesa, apesar de ser um pouco difícil, possui uma vasta diversidade de palavras e classes de palavras, que permitem uma expressão de maneira completa, dando sentido, forma, intensidade e significado a cada locução.

Concordância verbal com sujeito deslocado

Ao escrever uma frase costumamos usar a ordem sujeito predicado complemento. Dessa forma, o verbo sempre concorda com o sujeito. Montar a frase então fica mais lógico e você consegue fazer isso tranquilamente.

O ato de suspeitar e o uso do subjuntivo

O português é uma das línguas naturais mais complexas do mundo, não há nenhuma dúvida disso. No entanto, o que poucas pessoas sabem é que grande parte dessa complexidade é atribuída ao sistema verbal.

Grau dos advérbios

Os advérbios compõem uma classe gramatical de extrema importância no português, pois são responsáveis por modificar o verbo, adjetivo, outros advérbios e, em casos com menor ocorrência, o sujeito da oração em que ocorrem.

Características das interjeições

A língua portuguesa é extremamente rica e pode, por vezes, ser considerada complicada e de difícil compreensão. Uma das regras da nossa gramática, que pode ser vista como um auxílio na hora de nos expressarmos é a interjeição.

O vocábulo “jeito” e suas acepções polissêmicas

A palavra ‘jeito’ possui inúmeros significados, chamada de polissêmica. Originado do latim “jactus”’, que indica tiro, arremesso, lançamento e atirar, é apenas uma das formas de utilizar a palavra. Também da mesma origem, surgem a palavra jato, que indica “de uma só vez” e “muito rápido”.

Colocação das palavras na Língua Portuguesa

Toda textualidade tem como princípio a coerência e a coesão. Não importa de que forma nos comunicamos, queremos ser compreendidos na totalidade da mensagem que está sendo transmitida. No caso da Língua Portuguesa, há muitas formas de fazer isso.

Texto Informativo

Um texto informativo é aquele no qual o autor apresenta, geralmente de forma breve, um tópico, fato ou cenário ao leitor. A sua principal intenção é transmitir com o máximo de clareza as informações disponíveis sobre o assunto abordado, evitando qualquer interpretação dúbia das frases.

Texto Informativo

Sendo assim, o conceito refere-se a um estilo textual objetivo que emprega linguagem simples e direta. Na maioria dos casos, essa produção é feita em prosa para facilitar a compreensão do público.

Em contraste aos textos poéticos e literários, que empregam linguagem conotativa, o gênero informativo usa linguagem denotativa. Além de fornecer referências e dados para corroborar as afirmações, no texto informativo não existe interferência da subjetividade.

Portanto, o escritor não expressa sentimentos, sensações ou opiniões pessoais sobre o tema. Já para o leitor, a expectativa é de aprender algo com o material que tem em mãos.

Estrutura do texto informativo

Semelhante a outros formatos textuais, o texto informativo é composto pelas seguintes partes:

Introdução (tese): compreende o período de exposição das informações essenciais para que o emissor anuncie a questão a ser explorada nas próximas etapas.
Desenvolvimento (antítese): é um momento fundamental para o texto, pois possui todos os dados pertinentes que foram levantados pelo autor sobre o conteúdo.
Conclusão (tese nova): a conclusão serve para encerrar o artigo e normalmente retoma a ideia central.

Em suma, a meta é entender ou comunicar os pontos principais de um assunto, sem prover um maior aprofundamento.

Características desse gênero textual

Quem produz um texto informativo preocupa-se primeiramente em relatar as informações pesquisadas da maneira mais verossímil e objetiva possível. Por isso, evita-se a utilização de recursos que exprimam apreciações, como é o caso dos adjetivos.

No caso de notícias, por exemplo, o transmissor tem a função de passar a informação para o receptor de modo alheio à sua subjetividade. Não se aconselha o uso de metáforas e demais figuras de linguagem nesse meio, pois o entendimento do tópico fica dificultado. O ideal é redigir frases curtas e diretas, mantendo as ideias ordenadas.

A escolha pela prosa também concede uma maior credibilidade ao tratamento dos temas relatados.

É recorrente a utilização de indicadores de leitura para facilitar o entendimento e complementar a redação. Em especial para os jornais, a escolha de imagens, fotos, título e tipografia tornam-se imprescindíveis para que o texto alcance a sua finalidade.

Como consequência, o escritor garante que a audiência consiga:

• Identificar o tema da informação
• Saber qual é a ideia principal do texto
• Conhecer os aspectos mais relevantes sobre o assunto

Exemplos de textos informativos

Os exemplos mais notórios de textos informativos são encontrados na mídia tradicional, como jornais, entrevistas e matérias de revistas. Na organização de um texto jornalístico, é imprescindível que a noção geral do fato esteja logo no primeiro parágrafo.

Esse trecho é chamado de lead e tende a responder as perguntas: “O quê?”, “Quem?”, “Com quem?”, “Quando?”, “Onde?” e “Por que?”.

No entanto, verbetes em dicionários, artigos de enciclopédias e livros didáticos também se encaixam nessa categoria.

• Reportagens em jornais e revistas
• Folhetos de divulgação
• Notícias
• Algumas propagandas e anúncios
• Convites
• Avisos públicos
• Cartas pessoais e comerciais
• Entrevistas

Com base na lista acima, fica viável a divisão do texto informativo em dois grupos:

Textos informativos técnicos: encontrados em lugares distintos e em inúmeros formatos, com funções diversas. Em hospitais, para citar uma versão, eles são empregados para oferecer informações sobre doenças, epidemias e cuidados preventivos. Ainda no ramo da saúde, as bulas também se enquadram no critério. No ramo comercial, os textos informativos aparecem em manuais de instruções, tutorias etc.

Textos informativos jornalísticos: são as notícias, que pretendem explicar um evento ou cenário ao receptor de um jeito simples. A partir dos relatos sobre acontecimentos diários e noticiosos, o indivíduo dispõe de ferramentas para formar uma opinião própria.

Determinados artigos técnicos e científicos podem ser categorizados como textos informativos, porém costumam ser identificados mais como textos expositivos-argumentativos.

Por isso, é justo afirmar que a classificação dos textos não é sempre clara ou rígida. Para ilustrar: enquanto algumas cartas seguem uma técnica literária, a maioria delas busca informar sobre certa situação e então se encaixa no estilo informativo.

Mesmo jornais e revistas, cujo propósito central é informar, abrem espaço para textos de opinião e crônica.

Diferenças entre textos informativos e textos expositivos

Com frequência, não há distinção significativa entre um texto expositivo e um texto informativo. Isso acontece porque a informação é a ferramenta linguística de ambos os tipos.

À informação ainda se acrescentam elementos como descrição, definição, enumeração, conceituação, comparação, entre outros.

Apesar das mencionadas similaridades, de acordo com a intenção do autor, os textos expositivos ganham caráter de texto expositivo-argumentativo ou de texto expositivo-informativo.

No primeiro grupo há espaço para a defesa de um certo ponto de vista, desde que embasado por uma boa justificativa.

Por fim, é válido apontar que o gênero de textos informativos pode ser combinado a outros tipos de produção textual, especialmente: expositivos, narrativos e descritivos.

Veja muitos outros textos sobre gramática e aprimore seus conhecimentos.

Período Simples e Composto

A sintaxe é dividida em vários elementos e, entre eles, estão o período simples e composto. Essas duas estruturas da Língua Portuguesa são posteriores ao estudo da frase e oração e permitem o entendimento de todo o contexto, através do que é conhecido como ‘ação verbal’. A diferença entre ambas é a quantidade de orações: uma (período simples) ou mais (período composto).

Influências Linguísticas no Português

Todo idioma recebe diversas influências e evoluções com seu uso, até mesmo dentro de seu país natal. A língua portuguesa brasileira é original de Portugal, porém sofreu muitas mudanças em décadas e até séculos.

Sujeito inexistente

Ao falarmos de sujeito inexistente ou oração sem sujeito é preciso recapitular alguns pontos. A Língua Portuguesa é dividida em diversas áreas de estudos. Uma delas é a Gramática. Dentro da Gramática também há 3 subdivisões. A terceira é chamada de Sintaxe, que é um grupo de regras que define as várias possibilidades de combinação entre vocábulos a fim de formarem enunciados verbais.

Tempos Verbais

Dizem os estrangeiros que a língua portuguesa é um dos idiomas mais difíceis do mundo. Se para nós que convivemos com nosso idioma diariamente já é difícil, imagina para quem vem de fora e nunca teve contato com a nossa língua-mãe. Isso acontece porque o nosso idioma possui muitas regras, sendo algumas delas bastante complicadas. Entre todas estas regras, os verbos podem ser considerados a parte do idioma que mais gera dúvidas. Para acabar de vez com as suas dificuldades sobre este tema e para fazer com que você entenda de uma vez por todas este assunto vamos estudar a partir de agora os tempos verbais.

Anáfora

A língua portuguesa é um dos mais complexos idiomas – principalmente para os que estão aprendendo. E foi pensando na complexidade da língua que neste artigo trouxemos o conceito e a aplicabilidade das anáforas.

Mas afinal, o que é anáfora? Confira essa e outras respostas no decorrer deste artigo!

Língua Portuguesa

A língua portuguesa, conhecida também como o idioma “português”, é um idioma do tipo românico flexivo. Isso significa que um termo pode ser segmentado em pedaços menores (morfemas) que denotam tempo e pessoa + número. Ressalta-se que a maior parte das línguas da família indo-europeia são consideradas flexíveis, como é o caso do português. O inglês é uma exceção à essa norma, tendo em vista que muitas de suas flexões foram abandonadas com o tempo. Na prática, então, a língua inglesa é mais analítica por não empregar tantos sufixos para exprimir variações de gênero, número, pessoa e tempo, entre outros aspectos.

Pesquisa descritiva

Pesquisa é a aplicação de um método para se obter ou confirmar uma informação ou uma tese, motivada a partir de suspeitas, indícios, evidências ou conhecimentos existentes e comprovados para se chegar a uma nova informação ou conhecimento.

Relação de alguns superlativos absolutos sintéticos

Quando você era criança, muito provavelmente você falava: “o meu pirulito é mais grande que o seu” ou “o meu brinquedo é mais grande que o seu”. Prontamente seus pais ou quem estivesse por perto retrucaria: “não é mais grande, é maior!”. É claro que hoje você já sabe disso muito bem, mas para não cair em outros erros da língua portuguesa, vamos estudar os superlativos absolutos sintéticos.