Sujeito Simples e Composto, Elipse e Sujeito Indeterminado e Oração Sem Sujeito


Sujeito Simples e Composto

Sujeito simples e composto

A determinação de um sujeito como simples ou composto ocorre por meio da análise do núcleo do sujeito, que pode ser apenas de um núcleo por sentença ou de mais vocábulos que podem ser aceitos como centrais de forma igual.

Assim, quando existe apenas um núcleo é determinado como um sujeito simples, enquanto a presença de mais de um núcleo caracteriza a presença de um sujeito composto dentro de uma sentença.

Elipse do sujeito

A elipse do sujeito é um recurso bastante presente em muitas orações, pois torna a compreensão de uma frase muito melhor, assim como sua leitura e consequente entendimento.

A caracterização da elipse do sujeito acontece quando um termo é apagado da sequência de uma frase, mas continua fazendo com que haja a concordância dos verbos, de maneira que a oração faça sentido sem que se torne repetitiva ou cansativa, facilitando sua compreensão e até mesmo o enunciado.

Sujeito indeterminado

Além dos sujeitos simples e compostos, é possível também que algumas orações apresentem um sujeito indeterminado, ou seja, um sujeito que não pode ser conhecido apenas pelas informações que são ditas em uma oração.

Desta maneira, fica aberto um questionamento sobre quem fez tal ação ou interferiu na oração quando há o uso do sujeito indeterminado. De maneira geral, o sujeito indeterminado é indicado pela presença de verbos na terceira pessoa do plural dentro de uma oração.

Oração sem sujeito

Além dos diferentes tipos de sujeitos que podem existir nas orações da língua portuguesa, é possível ainda que existam algumas frases sem sujeito. Confira a seguir quais as ocasiões em que isto ocorre:

– Quando verbos que expressam fenômenos naturais são utilizados no sentido denotativo. Alguns exemplos são: nevar, ventar, chover.

– Quando os verbos fazer e haver expressam tempo.

– Quando o verbo haver é utilizado no sentido de expressar existência.