Resumo das Angiospermas


Está aí um termo que a gente ouve muito quando está nas escola estudando biologia. Mas afinal, o que são as angiospermas? Neste resumo das angiospermas você vai aprender tudo sobre elas.

Também conhecidas como angiospermas, são plantas que possuem uma estrutura diferenciada de semente. A palavra angiosperma vem do grego, e significa algo parecido com bolsa de sementes. Ou seja, as angiospermas são plantas cujas sementes ficam protegidas pelos frutos.

As angiospermas são o maior e mais moderno grupo de plantas. Quando falamos mais modernos significa que na evolução, são as plantas que mais alteraram sua forma até agora. As angiospermas alteraram sua forma de se reproduzir, utilizando sementes que ficam protegidas em seus frutos. Elas alcançaram este estágio porque conseguem se reproduzir de forma muito melhor do que outros tipos de plantas.

Angiospermas

Principais Características

Neste resumo das angiospermas você verá que este tipo planta é muito complexo. Atualmente os cientistas acreditam que exista cerca de 350 mil espécies diferentes espalhadas por todo o planeta, e elas habitam os mais diferentes habitats que você possa imaginar. Todas as angiospermas possuem flores e frutos e elas são divididas em dois grandes grupos:

* Monocotiledôneas
* Dicotiledôneas

As angiospermas possuem raiz, folha, caule, fruto, semente e flor. As gimnospermas não possuem flores nem frutos, esta é portanto, a principal diferença entre estes dois tipos de plantas.

As flores geralmente são vistosas e belas. Tanto pela sua cor exuberante ou então pelo formato. Muitas flores também exalam perfume e ainda produzem o néctar, um líquido açucarado. O néctar é o alimento de animais como algumas aves e abelhas. Existem também flores que não são nem coloridas, não produzem néctar e nem exalam perfume algum.

As flores são, portanto a parte reprodutora da planta. E possui vários órgãos dentro dela. As partes de uma flor são:

* pedúnculo – que liga a flor ao ramo onde se encontra
* receptáculo – onde ficam as outras partes da flor
* cálice – se parecem com folhas e servem para proteção da flor enquanto ainda é um botão.
* corola – o conjunto de pétalas que protege a parte interna da flor. Uma flor sem pétalas é chamada de ápetala.

Dentro da flor, ficam os órgãos reprodutores, que são eles:

* Androceu – a parte chamada de masculina da flor. São folhas modificadas que formam o conjunto de estames. São constituídos de filete e antera.
* Gineceu – chamada de parte feminina da flor, é formada por carpelos. Cada um dos carpelos possui um ovário e dentro deles, os óvulos. Quando acontece a fecundação da planta, as paredes do ovário da planta se transformam no fruto.

Os frutos são responsáveis por carregar e proteger as sementes da planta e auxiliam a propagação da espécie das angiospermas pelo planeta. Muitas vezes os frutos são bastante coloridos, perfumados e suculentos, a fim de atrair a atenção dos animais. Os animais que se alimentam dos frutos, na natureza, são responsáveis por plantar novas sementes, através de suas fezes.

Normalmente as angiospermas de reproduzem de forma cruzada, ou seja, precisam de outros elementos para se reproduzirem com outras plantas. Isso faz com que a variação genética seja bem maior. Porém algumas angiospermas também se reproduzem de forma diferente, com a autopolinização.

Diferenças entre monocotiledônias e dicotiledôneas

Neste resumo das angiospermas você vai conhecer as principais diferenças entre os dois grupos de angiospermas. As monocotiledôneas possuem as sementes que possuem um único cotilédone. É o cotilédone que é o responsável por transferir os nutrientes para o embrião quando está se formando.

As plantas do tipo dicotiledôneas possuem sementes que carregam dois cotilédones, que transferem os nutrientes para o embrião quando ele está em desenvolvimento.

As monocotiledônias possuem raízes do tipo fasciculadas. Ou seja, elas formam na planta um conjunto de raízes bem finas, vindas do mesmo ponto. Também são chamadas de raízes cabeleira, por lembrarem os fios de cabelo.

São exemplos de plantas monocotiledônias: arroz, cana-de-açúcar, milho, bambu, cevada, orquídeas, banana, lírio, alho, cebola, trigo, aveia, entre outras.

Já as dicotiledôneas possuem raízes do tipo pivolantes ou também chamadas de axiais. Ela geralmente tem uma parte maior que as demais que penetra mais profundamente na terra, de forma vertical. Da raiz principal também se formam outras raízes mais finas que também se ramificam.

São exemplos de plantas dicotiledôneas: pereira, macieira, feijão, amendoim, ervilha, pau-brasil, café, girassol, ipê, mogno, lentilha, grão de bico, margarida, jenipapo, entre outras.

Existem outras diversas diferenças entre as angiospermas monocotiledôneas e as dicotiledôneas, mas neste resumo das angiospermas iremos falar de somente algumas delas. Outra bem importante é com relação ao tipo de folhas.

As angiospermas possuem basicamente dois tipos diferentes de folhas: paralelinérveas e reticuladas. As primeiras, são encontradas em monocotiledônias. As nervuras deste tipo de folha se apresentam quase que forma perfeita, visivelmente paralelas uma à outra.

As segundas, mais comuns nas dicotiledôneas, possuem nervuras que se ramificam e formam uma espécie de rede de nervuras.

Estas são algumas das principais características das angiospermas.