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Português: Aprender o nosso idioma e aprimorar a interpretação de texto é importante para as provas. E uma aula de português é fundamental para aprimorar os seus estudos. Confira no Resumo Escolar conteúdos de Português

Tempos Verbais

Dizem os estrangeiros que a língua portuguesa é um dos idiomas mais difíceis do mundo. Se para nós que convivemos com nosso idioma diariamente já é difícil, imagina para quem vem de fora e nunca teve contato com a nossa língua-mãe. Isso acontece porque o nosso idioma possui muitas regras, sendo algumas delas bastante complicadas. Entre todas estas regras, os verbos podem ser considerados a parte do idioma que mais gera dúvidas. Para acabar de vez com as suas dificuldades sobre este tema e para fazer com que você entenda de uma vez por todas este assunto vamos estudar a partir de agora os tempos verbais.

Anáfora

A língua portuguesa é um dos mais complexos idiomas – principalmente para os que estão aprendendo. E foi pensando na complexidade da língua que neste artigo trouxemos o conceito e a aplicabilidade das anáforas.

Mas afinal, o que é anáfora? Confira essa e outras respostas no decorrer deste artigo!

Língua Portuguesa

A língua portuguesa, conhecida também como o idioma “português”, é um idioma do tipo românico flexivo. Isso significa que um termo pode ser segmentado em pedaços menores (morfemas) que denotam tempo e pessoa + número. Ressalta-se que a maior parte das línguas da família indo-europeia são consideradas flexíveis, como é o caso do português. O inglês é uma exceção à essa norma, tendo em vista que muitas de suas flexões foram abandonadas com o tempo. Na prática, então, a língua inglesa é mais analítica por não empregar tantos sufixos para exprimir variações de gênero, número, pessoa e tempo, entre outros aspectos.

Pesquisa descritiva

Pesquisa é a aplicação de um método para se obter ou confirmar uma informação ou uma tese, motivada a partir de suspeitas, indícios, evidências ou conhecimentos existentes e comprovados para se chegar a uma nova informação ou conhecimento.

Relação de alguns superlativos absolutos sintéticos

Quando você era criança, muito provavelmente você falava: “o meu pirulito é mais grande que o seu” ou “o meu brinquedo é mais grande que o seu”. Prontamente seus pais ou quem estivesse por perto retrucaria: “não é mais grande, é maior!”. É claro que hoje você já sabe disso muito bem, mas para não cair em outros erros da língua portuguesa, vamos estudar os superlativos absolutos sintéticos.

Variações Linguísticas

A linguagem é a principal característica que diferencia os seres humanos dos demais seres, pois é através dela que é possível expressar os sentimentos, ideias e pensamentos sobre tudo o que acontece em volta, como uma forma de interagir com o mundo e com os demais seres existentes. Dessa forma, a linguagem faz parte do cotidiano de todas as pessoas e é justamente através dela que o convívio social se estabelece, uma vez que este não seria possível caso a linguagem não existisse.

Adjetivos Pátrios

Como você já sabe, adjetivo é aquela palavra que dá uma qualidade ou defeito para o substantivo. Vale relembrar que a nossa língua portuguesa possui dez classes gramaticais e o adjetivo é uma delas. Aprendemos já no início do ensino fundamental frases como “a Ana é feliz”, “João é magro” e “o Sílvio Santos é rico”. Mas os adjetivos não se resumem a isso e podemos classificá-los em diversas categorias. Temos os adjetivos explicativos, restritivos, simples, compostos, primitivos, derivados, as locuções adjetivas e os adjetivos pátrios. E é este último que será nosso objeto de estudo neste artigo.

Adjunto Adverbial

Nesta aula falaremos sobre o adjunto adverbial, que faz parte da análise sintática da língua portuguesa. Aqui é importante relembrar as diferenças entre a análise sintática e a análise morfológica. Quando falamos de morfologia estamos pensando em classes gramaticais, como substantivos, verbos e advérbios. Já a sintaxe estuda a função que uma palavra tem dentro da frase ou oração. Neste caso estamos falando de sujeito, objeto direto e indireto e do próprio adjunto adverbial.

Convidar para ou convidar a?

Antes mesmo de começar este artigo gostaríamos que você desse uma olhadinha em duas frases muito parecidas – se não fosse por uma preposição:

“Convidamos você e seu cônjuge para comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.
“Convidamos você e seu cônjuge a comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.

Percebeu a diferença? Na realidade, ela é muito simples. Enquanto uma está convidando para o casamento seguido da preposição ‘a’, outro faz o mesmo convite, porém, com a preposição ‘para’. Mas afinal, qual dessas duas frases será a escrita de modo correto? Confira a resposta para essa e outras dúvidas envolvendo “convidar para” ou “convidar a” no decorrer deste artigo.

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Que toda frase se inicia com uma letra maiúscula ninguém tem dúvida, mas as regras para uso de maiúsculas e minúsculas muitas vezes acabam desafiando as pessoas na hora de escrever.

Maiúscula ou minúscula? São tantas as situações, muitas vezes com a mesma palavra numa mesma situação, mas escrita de forma diferente – ora iniciando com letra maiúscula, ora não – que o único jeito é fazer uma revisão nas regras para não correr o risco de escrever errado.

A Língua Segundo Saussure – Linguística

Os estudos sobre a linguagem são tão antigos como a própria língua, e a prova disso são aqueles realizados na Grécia antiga, na qual os filósofos se dedicaram ao estudo da argumentação e retórica. No entanto, nesta época ainda não havia um campo dedicado especificamente ao estudo da linguagem, pois os estudos se davam no âmbito da filosofia. A linguística como uma ciência autônoma só iria seguir séculos depois, mais especificamente no século XIX, com os estudos de Saussure.

Um estudo sobre a hipálage

Nesse texto apresentamos um estudo sobre hipálage, que, segundo a definição dos dicionários, é um expediente retórico em que uma palavra ocupa o lugar de outra. Em uma frase, a lógica determina onde um termo deve estar, e esse conceito faz com que haja uma troca, criando um vínculo semântico e gramatical diferente. A hipálage pertence ao conjunto das figuras de linguagem. Para entendermos melhor o seu funcionamento, vamos lembrar de alguns conceitos fundamentais: