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Português: Aprender o nosso idioma e aprimorar a interpretação de texto é importante para as provas. E uma aula de português é fundamental para aprimorar os seus estudos. Confira no Resumo Escolar conteúdos de Português

Características das interjeições

A língua portuguesa é extremamente rica e pode, por vezes, ser considerada complicada e de difícil compreensão. Uma das regras da nossa gramática, que pode ser vista como um auxílio na hora de nos expressarmos é a interjeição.

Características das interjeições

As características das interjeições são ótimas aliadas aos textos que buscam uma compreensão total do leitor. Ou seja, quando o autor quer passar todas as emoções sem ter que destrinchar cada ação de seus personagens, ele usa uma interjeição.

Nos parágrafos a seguir vamos entender melhor o que são as interjeições na língua portuguesa e como utilizá-las no dia a dia da melhor forma possível, ressaltando todos os seus atributos textuais.

O que são interjeições?

Interjeições são todas as palavras em um texto que têm a missão de exprimir ou expressar, por exemplo: emoções, sensações, sentimentos e estado de espírito. Além dessas situações, a interjeição também é utilizada para levar o interlocutor a alguma ação, sem a necessidade de estruturas mais longas e elaboradas dentro de uma frase ou parágrafo.

Exemplos clássicos desses dois momentos em que a interjeição é utilizada são as palavras: Ah!, que pode significar excitação ou decepção, dependendo de seu contexto, e a palavra Psiu!, que normalmente é utilizada para chamar a atenção ou para pedir silêncio.

Podemos acrescentar que, quase sempre as interjeições virão seguidas de pontos de exclamação, isso acontece para enfatizar o significado de cada uma dentro do seu texto. A seguir, separamos uma lista de interjeições que pode ser um verdadeiro manual para quem se interessa por textos mais dinâmicos com o uso desse tipo de expressão.

Empregando as interjeições mais populares

Quando você quer exprimir alegria, as seguintes interjeições podem ser utilizadas:
Oh!, ah!, oba!, viva! E por aí vai.

Quando falamos em dor e queremos dar vivacidade a essa sensação, podemos aproveitar as seguintes interjeições:
Ai!, ui!.

Para demonstrar espanto e surpresa existe uma infinidade delas que podemos usar, vamos citar algumas:
Oh!, ih!, céus!, vixi!, meu Deus!, puxa!…

Para chamar a atenção de alguém, além do Psiu!, que já foi citado, podemos utilizar:
Olá!, alô!, oi!…

Quando queremos exemplificar o medo, as interjeições sugeridas são:
Uh!, credo!, cruzes!, Jesus!, ai!.

Quando queremos muito algo e é essencial mostrar esse desejo podemos utilizar:
Tomara! Oxalá!, queira Deus!, assim espero!, quem me dera!…

Para pedidos de silêncio:
Calado!, quieto!, bico fechado!…

Para afugentar:
Xô!, fora!, rua!, saia!…

Para demonstrar grande alívio:
Ufa!, uf!…

Com todos esses exemplos pudemos perceber que as características das interjeições, são principalmente, carregar em pequenas palavras o sentido de uma frase. Elas são chamadas, por esse motivo, de palavra-frase, o que significa que são uma ideia completa expressa por uma única palavra.

Um exemplo simples disso seria:
Ai!, ai!, ai!…

Ao ler essas três palavras dentro de um romance, você de cara imaginaria que alguém se machucou. Essa é a missão da interjeição. Nesse caso, ela permitiu que uma frase como, por exemplo: “Torci meu tornozelo e está doendo muito”, fosse substituído por apenas, Ai!, ai!, ai!.

As interjeições estão diretamente ligadas à afetividade e às emoções, isso porque não têm o dever de ser uma frase ordenada e estruturada e sim de passar a ideia de algo que o interlocutor sente ou vive em determinado momento.

Exemplo: Ah! Que saudades da minha infância.

Dificilmente sem a interjeição “Ah!” seria possível passar o sentimento saudosista dessa frase com a mesma intensidade e com tão poucas palavras.

Vamos a mais um exemplo:
Uhu! Ganhei!

Se você escolheu a alegria ou a euforia, você está certo (a). E com apenas duas palavras, sentimos a vibração na frase, graças ao emprego da interjeição no local e na hora certa.

E por fim, mas não menos importante:
Psiu!

Essa palavra empregada em um cartaz em um corredor de hospital, por exemplo, nada mais é do que um pedido de silêncio. Podemos até imaginar a foto do cartaz, com uma enfermeira pedindo o silêncio, em respeito aos enfermos presentes no local.

Dessa forma, entendemos a importância e as características das interjeições, lembrando que uma interjeição não possui nenhuma relação sintática com o restante da frase ou período do qual é inserida. Além disso, uma interjeição, por si só, pode dar sentido ao que quer ser dito, sem a necessidade de uma frase completa.

Uma curiosidade das interjeições é a de que elas mudam conforme o sentido e contexto em que se encontram, o que possibilita, que dependendo da disposição no texto, qualquer palavra possa se tornar uma interjeição, segundo a necessidade do autor.

Não se esqueça, as interjeições são muito importantes para caracterizar emoções e devem ser estudadas a partir do contexto em que se encontram para que sejam identificadas, já que podem ter vários sentidos, segundo o seu uso. Não deixe de usá-las para dar vida ao seu conteúdo.

O vocábulo “jeito” e suas acepções polissêmicas

A palavra ‘jeito’ possui inúmeros significados, chamada de polissêmica. Originado do latim “jactus”’, que indica tiro, arremesso, lançamento e atirar, é apenas uma das formas de utilizar a palavra. Também da mesma origem, surgem a palavra jato, que indica “de uma só vez” e “muito rápido”.

O vocábulo “jeito” e suas acepções polissêmicas

Na polissemia é possível atribuir diferentes significados a um mesmo vocábulo, que se adequa ao contexto proposto. Essa possibilidade é um dos diferenciais da riqueza da língua portuguesa, que oferece um grande dinamismo, chamado de neologismo semântico, por estabelecer ações semânticas que levam em conta suas possibilidades de significados.

Tudo de acordo com o contexto

A língua portuguesa é muito rica e algumas palavras como o vocábulo “jeito”, demonstram flexibilidade em se adaptar ao contexto em que está incluída. Seu significado mais utilizado indica uma forma de conduzir as coisas ou se comportar, como no exemplo “Carolina desse jeito vai longe”.

Também é usado como a maneira correta de agir ou executar uma ação como “jeito certo” ou uma denominação mais carinhosa sobre alguém como “jeito carinho” que pode se estender a “jeitosa”. Pode ser atribuído a formato como “o jeito do olho dela” e avaliação de caráter como “jeito de ser”.

A palavra ‘jeito’ é sempre escrita com “j” na inicial e nunca “geito”, como eventualmente é atribuído. Seu diminutivo “jeitinho” não é utilizado para atribuir algo menor, mas como uma alternativa em lidar com um problema, conforme o exemplo “meu pai vai dar um jeitinho no móvel quebrado”.

O termo vem causando controvérsias por ser atribuído a parte da população que tem um método peculiar de lidar com suas dificuldades e que nem sempre é licitamente. O “jeitinho brasileiro” configura dentre uma das características do país, oscilando entre o carisma e a ilegalidade.

Já o “jeito brasileiro” é compreendido de forma mais positiva, definindo um perfil hospitaleiro, alegre e empático. Outros direcionamentos da palavra jeito podem ser vistos em:

– Ajeitado: como pessoa de boa aparência ou organizado:
– Desajeitado: o sentido oposto de ajeitado;
– Jeitoso: bonito, harmônico, equilibrado. É muito usado para definir beleza peculiar, que é mais delicada.

Definição de polissemia

A polissemia designa algo com vários significados, como algumas palavras da língua portuguesa. Palavras como jeito e vela podem mudar totalmente o sentido de acordo com a frase em que foram inseridas. Enquanto “vela” pode ser de cera e com pavio para iluminar, também há vela de barco e o verbo velar, que significa vigília.

O contexto é sempre indicado como uma das principais motivações para essa multiplicidade de significados, mas há também adequação a metáfora da frase e a afinidade etimológica do vocábulo.

Há muitas pessoas que acreditam que a polissemia é o mesmo que a homonímia, cuja diferença básica entre elas é que enquanto a polissemia apresenta uma palavra com vários significados, mas com a mesma origem do radical, a homonímia possui palavras idênticas na escrita ou na pronúncia, mas oriundas de resultados distintos.

As palavras homonímias são divididas em:
– homônimas homógrafas, com a mesma grafia, como este pronome com este ponto cardeal: governo – substantivo, com governo – verbo; pregar – verbo, com pregar – como dar sermão;
– homônimas homófonas, com a mesma pronúncia, como cheque – pagamento e xeque do xadrez; conserto – como reparo e concerto – música;
– homônimas perfeitas, com a mesma pronúncia e grafia, como cura – verbo e substantivo; cedo – verbo e advérbio; banco – assento e instituição financeira.

Já as palavras polissêmicas se multiplicam em significados distintos, a partir de um único radical. Como o caso da palavra “letra”, que significa parte do alfabeto, forma de escrita e canção. Ou “boca”, que pode ser abertura de um recipiente, parte do corpo humano e provocação.

É comum confundir a polissemia com a ambiguidade. No caso da ambiguidade, uma palavra pode ser transformada para valorizar uma oração como “a porca da sua tia está mais limpa” e causar duplo sentido no contexto, já que não se entende bem se a porca em questão é o animal que pertence a tia ou se foi usado como adjetivo para a pessoa. As frases ambíguas podem ser compreendidas como irônicas.

Essa questão não ocorre com a polissemia, já que a palavra de fato tem significados distintos, mas é preciso observar todo o contexto da frase para direcionar a compreensão sobre o que ela se refere.

No caso do vocábulo “jeito” todas essas possibilidades ficam muito claras. Por não se tratar nitidamente de uma homonímia e nem uma ambiguidade, tem o mesmo radical, pronúncia e escrita em todos os seus significados. Como nos exemplos abaixo:

“Ela sempre dá um jeito para tudo”;
“É preciso se aproximar do animal com bastante jeito”;
“Marcos leva jeito para medicina”;
“Camila tem um jeito que me encanta”;
“Preciso dar um jeito nessa TV”;
“Acordei com um jeito no pescoço”.

Colocação das palavras na Língua Portuguesa

Toda textualidade tem como princípio a coerência e a coesão. Não importa de que forma nos comunicamos, queremos ser compreendidos na totalidade da mensagem que está sendo transmitida. No caso da Língua Portuguesa, há muitas formas de fazer isso.

Colocação das palavras na Língua Portuguesa

Uma das características do nosso idioma é o fato de que podemos modificar o local das palavras em uma oração sem que isso, necessariamente, afete a clareza do discurso. Na verdade, a alteração é uma técnica que preza pela ênfase de uma ou outra ideia dentro da mensagem, enquanto o nexo semântico e o nexo sintático seguem preservados. É muito utilizado no dia a dia, sem mesmo que a maioria das pessoas perceba.

No geral, as frases são formadas pela ordem SUJEITO mais PREDICADO mais COMPLEMENTO DO VERBO mais ADJUNTO ADVERBIAL. Ou seja, teríamos, por exemplo, a oração:

A garota comeu uma maçã lentamente.

Se nós invertemos algumas das palavras, dependendo da forma como faremos isso, ainda é possível manter o mesmo significado, enquanto damos destaque maior para determinada parte da ação:

Lentamente, a garota comeu uma maçã.

Ou, ainda:

A garota, lentamente, comeu uma maçã.

Como podemos trocar a ordem sem afetar o significado

A Língua Portuguesa oferece possibilidades, mas também precisa de regras para regê-las. Mas quando falamos da colocação das palavras, não se trata exatamente de regras como as que vimos na ortografia – é uma questão de análise e contextualização mais do que qualquer coisa.

Antes de mudar a ordem em uma frase, é preciso conferir se ela permanecerá dentro desses três fatores principais:

– Clareza de significado
Muitas vezes, as mesmas palavras podem dar um ar de duplo sentido quando mudam de ordem. Isso compromete a clareza de significado, pois a mensagem fica completamente comprometida. Por exemplo:

Ela pegou o ônibus correndo

Quem estava correndo? Não há como saber, com certeza, o que exige uma alteração. A mudança pode ser:

Correndo, ela pegou o ônibus

Mesmo sendo simples, é uma mudança suficiente para que o ouvinte ou leitor entenda realmente a quem se refere o adjunto adverbial. Isso também se aplica a adjetivos, ou qualquer outra palavra. Se você quer dizer que uma pessoa é grande, por exemplo, é preciso deixar claro se você está se referindo à estatura física ou a uma impressão subjetiva que tem mais a ver com o caráter e personalidade da pessoa. Tatiana é uma grande mulher =/= Tatiana é uma mulher grande.

Mais um exemplo que vale a pena ser citado é as variações de algum/alguma. A alteração na ordem dessa palavra costuma mudar todo o significado da oração. Veja:

Ele entendeu alguma parte da aula
Ele entendeu parte alguma da aula

Houve, na primeira frase, um entendimento positivo da mensagem – mas, na segunda, o entendimento foi negativo.

– Harmonia
Quando escrevemos, é comum nos esquecermos de como determinadas palavras podem soar ao serem oralizadas. Entretanto, é importante dar atenção a esse fator, tanto no texto escrito quanto no oral. A harmonia faz parte da construção de significado, tanto por deixar a oração agradável quanto para evitar o cacófato. Por exemplo:

Estava com uma mão na cintura

Quem ouve, percebe o “mamão” sendo falado sem querer. Outra opção é colocar apenas um adendo:

Estava com uma das mãos na cintura

O problema da falta de harmonia é especialmente frequente quando se trata de ênclises, ou seja, quando o pronome é colocado depois do verbo. Exemplo:

Aborreci-te hoje?

O “ci-te” se torna desagradável foneticamente. O melhor seria alternar para:

Te aborreci hoje?

– Expressividade
A principal razão para a mudança (ou não) na colocação das palavras é a expressividade. Geralmente, ela ocorre porque o emissor quer tornar alguma parte do discurso mais enfática. Na maioria das vezes, essa ênfase é expressa na relação entre o substantivo e o adjetivo que lhe é conferido. A distinção pode até ser sutil, mas é percebida por todos, mesmo que o receptor não saiba dizer, exatamente, porque ele percebe a diferença.

Por exemplo:
Ela estava sorrindo por conta de uma coincidência feliz
Ela estava sorrindo por conta de uma feliz coincidência

Fique atento!

Como mencionamos, as regras que regem a colocação de palavras na Língua Portuguesa não são tão claras, bem como muitas outras normas, pois dependem de uma variedade de palavras e dos objetivos do emissor da mensagem.

A responsabilidade do emissor é, portanto, ter habilidade o bastante para reconhecer quando a clareza de significado, a harmonia ou a expressividade estiverem comprometidas. Nem sempre essa identificação será simples, e não é incomum que ocorram erros. Tendo isso em mente, não é exagerado assumir que a clareza de significado é o ponto mais importante, para o qual deve existir atenção especial entre todos os falantes da língua. Ainda assim, sempre que possível, é válido a concentração nos outros fatores, para uma comunicação aprimorada e realmente eficaz.

Texto Informativo

Um texto informativo é aquele no qual o autor apresenta, geralmente de forma breve, um tópico, fato ou cenário ao leitor. A sua principal intenção é transmitir com o máximo de clareza as informações disponíveis acerca do assunto abordado, evitando qualquer interpretação dúbia das frases.

Texto Informativo

Sendo assim, o conceito refere-se a um estilo textual objetivo que emprega linguagem simples e direta. Na maioria dos casos, essa produção é feita em prosa para facilitar a compreensão do público.

Em contraste aos textos poéticos e literários, que empregam linguagem conotativa, o gênero informativo usa linguagem denotativa. Além de fornecer referências e dados para corroborar as afirmações, no texto informativo não existe interferência da subjetividade. Portanto, o escritor não expressa sentimentos, sensações ou opiniões pessoais sobre o tema. Já para o leitor, a expectativa é de aprender algo com o material que tem em mãos.

Estrutura do texto informativo

Semelhante a outros formatos textuais, o texto informativo é composto pelas seguintes partes:

• Introdução (tese): compreende o período de exposição das informações essenciais para que o emissor anuncie a questão a ser explorada nas próximas etapas.
• Desenvolvimento (antítese): é um momento fundamental para o texto, pois possui todos os dados pertinentes que foram levantados pelo autor sobre o conteúdo.
• Conclusão (tese nova): a conclusão serve para encerrar o artigo e normalmente retoma a ideia central.

Em suma, a meta é entender ou comunicar os pontos principais de um assunto, sem prover um maior aprofundamento.

Características desse gênero textual

Quem produz um texto informativo preocupa-se primeiramente em relatar as informações pesquisadas da maneira mais verossímil e objetiva possível. Por isso, evita-se a utilização de recursos que exprimam apreciações, como é o caso dos adjetivos.

Em se tratando de notícias, por exemplo, o transmissor tem a função de passar a informação para receptor de modo alheio à sua subjetividade. Não se aconselha o uso de metáforas e demais figuras de linguagem nesse meio, pois o entendimento do tópico fica dificultado. O ideal é redigir frases curtas e diretas, mantendo as ideias ordenadas.

A escolha pela prosa também concede uma maior credibilidade ao tratamento dos temas relatados.

É recorrente a utilização de indicadores de leitura para facilitar o entendimento e complementar a redação. Em especial para os jornais, a escolha de imagens, fotos, título e tipografia tornam-se imprescindíveis para que o texto alcance a sua finalidade. Como consequência, o escritor garante que a audiência consiga:

• Identificar o tema da informação
• Saber qual é a ideia principal do texto
• Conhecer os aspectos mais relevantes sobre o assunto

Exemplos

Os exemplos mais notórios de textos informativos são encontrados na mídia tradicional, como jornais, entrevistas e matérias de revistas. Na organização de um texto jornalístico, é imprescindível que a noção geral do fato esteja logo no primeiro parágrafo. Esse trecho é chamado de lead e tende a responder as perguntas: “O quê?”, “Quem?”, “Com quem?”, “Quando?”, “Onde?” e “Por que?”.

No entanto, verbetes em dicionários, artigos de enciclopédias e livros didáticos também se encaixam nessa categoria.

• Reportagens em jornais e revistas
• Folhetos de divulgação
• Notícias
• Algumas propagandas e anúncios
• Convites
• Avisos públicos
• Cartas pessoais e comerciais
• Entrevistas

Com base na lista acima, fica viável a divisão do texto informativo em dois grupos:

• Textos informativos técnicos: encontrados em lugares distintos e em inúmeros formatos, com funções diversas. Em hospitais, para citar uma versão, eles são empregados para oferecer informações sobre doenças, epidemias e cuidados preventivos. Ainda no ramo da saúde, as bulas também se enquadram no critério. No ramo comercial, os textos informativos aparecem em manuais de instruções, tutorias, etc.

• Textos informativos jornalísticos: são as notícias, que pretendem explicar um evento ou cenário ao receptor de um jeito simples. A partir dos relatos sobre acontecimentos diários e noticiosos, o indivíduo dispõe de ferramentas para formar uma opinião própria.

Determinados artigos técnicos e científicos podem ser categorizados como textos informativos, porém costumam ser identificados mais como textos expositivos-argumentativos.

Por conseguinte, é justo afirmar que a classificação dos textos não é sempre clara ou rígida. Para ilustrar: enquanto algumas cartas seguem uma técnica literária, a maioria delas busca informar sobre certa situação e então se encaixa no estilo informativo. Mesmo jornais e revistas, cujo propósito central é informar, abrem espaço para textos de opinião e crônica.

Diferenças entre textos informativos e textos expositivos

Com frequência, não há distinção significativa entre um texto expositivo e um texto informativo. Isso acontece porque a informação é a ferramenta linguística de ambos os tipos. À informação ainda se acrescentam elementos como descrição, definição, enumeração, conceituação, comparação, entre outros.

Apesar das mencionadas similaridades, de acordo com a intenção do autor, os textos expositivos ganham caráter de texto expositivo-argumentativo ou de texto expositivo-informativo. No primeiro grupo há espaço para a defesa um certo ponto de vista, desde que embasado por uma boa justificativa.

Por fim, é válido apontar que o gênero de textos informativos pode ser combinado a outros tipos de produção textual, especialmente: expositivos, narrativos e descritivos.

Período Simples e Composto

A sintaxe é dividida em vários elementos e, entre eles, estão o período simples e composto. Essas duas estruturas da Língua Portuguesa são posteriores ao estudo da frase e oração e permitem o entendimento de todo o contexto, através do que é conhecido como ‘ação verbal’. A diferença entre ambas é a quantidade de orações: uma (período simples) ou mais (período composto).

Período Simples e Composto

Para entendermos melhor como os dois elementos funcionam, precisamos entender onde eles se encaixam. Primeiramente há a frase, na qual haverá uma mensagem através de um enunciado. A palavra ‘obrigado’, por exemplo, por si só já constrói uma frase. Quando há a presença de um verbo (ou ação), denominamos essa estrutura de oração, como ‘estou lendo este artigo’. Conhecendo ambos os conceitos, passamos ao entendimento de período simples e composto.

Período simples ou oração absoluta

Também conhecido como oração absoluta, o período simples contará com apenas um verbo. Nesse caso, haverá apenas um sentido completo, discriminado sintaticamente dentro da frase, independentemente do tempo verbal. Aqui, não há segredos: uma frase estruturada com uma ação será, definidamente, um período simples ou oração absoluta.

Para ficar mais claro, trazemos alguns exemplos dessa estrutura linguística:

– Começamos logo pela manhã (ação: começamos)

– Já estou aqui (ação: estou)

– Ele aparecerá na televisão (ação: aparecerá)

– Quanto lhe devemos? (ação: devemos)

– Preciso estudar (ação: preciso)

– Você teve a oportunidade (ação: teve)

Período composto

Como dito, a grande diferença entre período simples e composto é o número de orações: o primeiro conta com apenas uma e o segundo com duas ou mais. Quando falamos desse tipo de frase com sentido completo, precisamos dividir em vários tópicos, pois, diferente do período simples, há várias características próprias do composto.

O período composto pode ser dividido em três estruturas hierárquicas: o ‘período composto por coordenação’, o ‘período composto por subordinação’ e o ‘período composto por coordenação e subordinação’. É importante destacar cada um devido a suas nuances próprias dentro da sintaxe.

• Período composto por coordenação
Nesse caso haverá duas ou mais orações que serão coordenadas, ou seja, possuirão própria autonomia dentro da frase, e ajudarão para criar o entendimento total do que quer se expressar.

Exemplo: quero chegar logo e comer muito (as ações são: chegar e comer).

Contudo, períodos compostos coordenados podem ser divididos em cinco estruturas de ideia na relação entre primeira e segunda oração: as que explicam, concluem, alternam, somam, opõe ou adicionam. Entenda:

– Coordenada explicativa: quero chegar logo porque estou com fome.

– Coordenada conclusiva: estou com fome, por isso quero chegar logo.

– Coordenada alternativa: ou chego logo ou fico com fome.

– Coordenada aditiva: quero chegar logo e comer muito.

– Coordenada adversativa: mesmo se chegar logo não vou comer muito.

• Período composto por subordinação
Avançando nos estudos, teremos o período composto por subordinação. Nesse caso, as orações se complementam e são interdependentes. Ou seja: o sentido de toda a mensagem precisa que a primeira oração seja relacionada com a segunda (e as demais, se necessário).

Elas podem ser divididas em substantivas (subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta, completiva nominal, predicativa, apositiva), adverbiais (casual, consecutiva, final, temporal, condicional) e adjetivas (explicativa e restritiva).

Cada uma delas conta com características próprias e são apresentadas de acordo com a principal oração, tempo verbal, objeto direto ou indireto, predicativo, esclarecimento, restrição, entre outros pontos.

Alguns exemplos de períodos compostos por subordinação:

– Ela soube o que nós fizemos.

– Procurando muito encontrei, mas já tinha perdido muito tempo.

– Daqui um tempo você perceberá que isso sairá em todos os jornais.

– Compre mais barato para vender por um preço maior.

– O João, que venceu o concurso, é o mais capacitado para o cargo.

• Período composto por coordenação e subordinação
Há, ainda, um terceiro caso, que unirá as duas estruturas de oração anteriormente explicadas aqui: o período composto por coordenação e subordinação. Ele funciona da seguinte forma: a oração principal será a referência de duas (ou mais) orações subordinadas e duas (ou mais) orações coordenadas.

Para entender melhor, utilizamos de um exemplo:

– É importante que ele chegue a tempo e devolva meu dinheiro.

Ou seja: quando pegamos a oração que diz ‘que ele chegue a tempo’, não tem relação com a segunda oração ‘(que ele) devolva meu dinheiro’, mas as duas estão subordinadas a primeira oração que aqui é discriminada como ‘É importante’.

Concluindo, ao entender como funciona o período simples e composto, suas estruturas básicas e as formas de serem aplicadas na Língua Portuguesa, o método recomendado é a realização de exercícios (principalmente nos compostos), que ajudem a fixar o entendimento de cada um deles. Sem segredos, ao contar o número de verbos (ações) dentro de uma oração, você terá a facilidade de entender qual dos dois períodos ela se aplicará.

Lembrando que esse conteúdo é voltado à sintaxe do nosso idioma e, dessa forma, estudar e conhecer outros elementos do Português contribui para o entendimento mais rápido do funcionamento da língua.

Influências Linguísticas no Português

Todo idioma recebe diversas influências e evoluções com seu uso, até mesmo dentro de seu país natal. A língua portuguesa brasileira é original de Portugal, porém sofreu muitas mudanças em décadas e até séculos.

Influências Linguísticas no Português

Seja qual for a língua, ela é um organismo vivo e como tal vai se adaptando às condições sociais, culturais, políticas e econômicas do meio em que está. A mesma língua, como é o caso da portuguesa, pode ter fonéticas, morfologias, sintaxe e léxico únicos do meio em que está presente.

A evolução da língua portuguesa

Foram os romanos que levaram o latim para a região onde hoje é Portugal, cuja evolução orgânica deu origem a língua portuguesa e o mesmo aconteceu com a espanhola. O latim foi criado em Lácio, na região periférica de Roma e que no século I a.C. da Antiguidade foi falada por toda a Itália e parte da Europa.

Como nesse período o Império Romano era dominante no mundo, o latim ganhou grande importância e acabou originando outras línguas europeias chamadas de neo-latinas de onde veio o português, francês, italiano, castelhano, romeno, galego e catalão. Mesmo após a queda do Império Romano, o latim permaneceu sendo considerado uma língua culta e hoje está presente apenas como idioma oficial do Vaticano.

O português iniciou-se a partir do latim, mas se desenvolveu por um substrato céltico/lusitano vindo de povos pré-romanos que foram se estabelecendo na região que hoje é Portugal. Palavras celtas foram sendo inseridas no vocabulário do latim como menino e camisa, dando um novo direcionamento a sua estrutura.

Com a queda do Império Romano que deu início a Idade Média, os povos bárbaros invadiram a península ibérica e foi decisivo para a formação do português arcaico que foi intitulado de galego português. Em seguida, essa língua formada ainda evolui com as invasões de mulçumanos do Norte da África e dos árabes.

No Brasil o português foi perdendo suas características sob influência das línguas indígenas, que incluíram termos ligados aos seus princípios básicos da natureza e alimentação. Tanto que muitos estados e municípios tem nomes inspirados nos índios, baseados em condições geográficas ou conceitos folclores das tribos.

Dentre as palavras de origem indígena estão perereca, jacaré, siri, tucano, tamanduá, sagüi, cupim, baiacu, araponga, arara, capivara, guará, jabuti, abacaxi, açaí, aipim, pitanga, samambaia, tapioca, cipó, caatinga, biboca, arapuca, maniçoba, pipoca, carioca, curumim e catapora. Locais como Amapá, Ipanema, Itapuã, Guarujá, Goiás, Curitiba, Copacabana, Morumbi, Sergipe e Pernambuco também são nomes indígenas.

Em seguida, com a chegada dos negros escravos o português acrescentou vocábulos africanos vindo de línguas como o quimbundo, quicongo, ioruba e umbundo, todos vindos do banto. A mescla de costumas e culturas trazidos para o Brasil pelos negros só reforçou as palavras e rapidamente foram inseridas na língua informal.

Dentre as palavras africanas estão axé, Iemanjá, orixá, umbanda, Xangô, berimbau, calango, samba, maculelê, acarajé, fubá, quitute, farofa, bobó, camunndongo, caxinguelê, marimbondo, quiabo, borocoxô, caçula, cafuné, moleque, muvuca, tanga e zumbi.

Assim há também os imigrantes como os franceses, ingleses, alemães, italianos e holandeses que deixaram sua marca na complexa formação da língua portuguesa brasileira. Do italiano surgiram macarrão, pizza, risoto, artesão, sonata, maestro, palhaço, pastel, poltrona, carnaval e mortadela. Do alemão estão valsa, encrenca, chique, chope e níquel, do francês estão baguete, abajur, bufê, bule, escargot, petit gâteau, champanhe, croissant, croquete, boutique, bustiê, robe, bibelô, bidê, ateliê, avenida e chofer.

O português hoje é falado em todos os continentes e está em oito países, com uma média de duzentos milhões de pessoas. Nesses dados estão todas as províncias ultramarinas de Portugal, que permaneceram com sua língua materna ou oficial, e tornou o português a sexta língua mais falada do mundo e uma das que mais sofrem variações.

Há ainda dialetos cuja origem é o português, como o caso da Galíza, os criolos de Cabo Verde e Guiné e ilhas portuguesas, estimulados por outras línguas fronteiriças. A base de todas as línguas é a língua portuguesa do século XV e XVI, já formatado após séculos de mutações do latim.

As variações linguísticas

Baseado na raiz do dialeto até o contexto da atualidade, os termos diacrônicos da língua estão em constante transformação, o que vem afastando cada vez mais o português brasileiro do europeu.

A linguagem é o diferencial principal entre o homem e outros seres, cuja oportunidade de se expressar é que permite o convívio social e a formatação do que se entende hoje como sociedade. Os níveis da fala são divididos entre formalidade, que é a linguagem escrita e dentro de regras gramaticais, e informalidade, que é a língua falada no dia a dia e travada com pessoas do cotidiano.

A língua informal possui variedades linguísticas que são influenciadas pelas condições sociais, culturais, regionais e históricas. Na variação histórica há mudanças de vocábulos que remontam o período e muitas palavras vão se tornando antiquadas diante da modernização. Na variação regional há os dialetos, que definem vocábulos exclusivos naquela região.

As variações sociais e culturais são as que englobam gírias, jargões e vícios de fala. Nas gírias as palavras são específicas para grupos sociais como os surfistas, os jargões são linguajares muito presentes em profissões.

Sujeito inexistente

Ao falarmos de sujeito inexistente ou oração sem sujeito é preciso recapitular alguns pontos. A Língua Portuguesa é dividida em diversas áreas de estudos. Uma delas é a Gramática. Dentro da Gramática também há 3 subdivisões. A terceira é chamada de Sintaxe, que é um grupo de regras que define as várias possibilidades de combinação entre vocábulos a fim de formarem enunciados verbais.

Sujeito inexistente

A oração, por sua vez, se caracteriza como um tipo de enunciado linguístico que tem um verbo como seu núcleo. Mantendo a chamada organização sintática, a estrutura de uma oração é composta por várias partes denominadas termos, que se dividem em três classificações: termos essenciais, termos integrantes e termos acessórios.

Compondo os termos essenciais, um dos elementos que constituem a oração é o sujeito. Dentro do enunciado, esse componente é o que pratica ou sofre uma ação realizada pelo verbo. Para que a oração tenha um sentindo, ela precisa possuir um sujeito, um verbo, um predicado e, em alguns casos, um complemento.

No entanto, existem orações que não contêm um sujeito ou agente de ação. Elas são formadas apenas por um predicado que não se refere a ninguém e um verbo impessoal. Quando isso acontece, de acordo com a classificação dos tipos de sujeitos realizada pela análise sintática, esse enunciado é uma oração sem sujeito ou sujeito inexistente.

VERBO IMPESSOAL

O verbo impessoal é aquele que não precisa de um sujeito ou agente para que a ação verbal seja executada. Em relação a determinados verbos, a língua simplesmente ignora a existência de um sujeito. Esse verbo é sempre empregado na terceira pessoa do plural, sendo a única exceção para essa regra o verbo “ser”, que é empregado na terceira pessoa do singular.

Nos casos de orações sem sujeito ou com sujeito inexistente, a mensagem transmitida pelo enunciado é centralizada no verbo e no comunicado contido nele. Para determinar esse sujeito em uma análise sintática existem algumas regras. São elas:

• Fenômenos da natureza ou meteorológicos
Orações com verbos que denotam ações meteorológicas ou naturais. Veja os exemplos abaixo:

Nevou muito ontem a noite
Trovejou durante a tempestade
Anoiteceu de repente
Chove forte no verão
Escurece mais tarde durante o período do horário de verão

• Verbo que tenha o sentido de “existir”
Orações que tenham o verbo “haver” com a conotação de “acontecer” ou “existir”. Por exemplo:

Haverá prova amanhã
Houve um grande atentado terrorista na Síria
Há amigos mais chegados que irmãos
Há bons filmes em cartaz no cinema
Houve uma nova ação da Operação Lava Jato

• Verbo indicando tempo decorrido
Orações que contenham o verbo “haver” com a conotação de tempo passado, decorrido.

Já estou aqui há dois dias
Há meses não chove

• Verbos indicando tempo em geral ou fenômenos meteorológicos
Orações com os verbos fazer, ser, estar, passar e ir com a conotação de tempo e ações da natureza.

Está frio em São Paulo
Faz cinco anos que o visitei
Faz muito frio no inverno em Campos do Jordão
Está no horário de almoço
Era madrugada de 31 de março de 1964
Foi em uma tarde de verão
Já se passaram anos desde o acidente

É importante ressaltar que quando o verbo impessoal é utilizado em sentido figurado, esse perde a impessoalidade e a oração passa a ter um sujeito, como nos casos abaixo:

Chove mentiras de ambos os lados
A voz trovejou em alto e bom som
São José do Rio Preto amanheceu mais alegre hoje

QUAL A DIFERENÇA ENTRE SUJEITO INDETERMINADO E SUJEITO INEXISTENTE?

Ao estudarmos análise sintática, didaticamente, aprendemos a questionar o verbo sobre quem ou o que está agindo ou sofrendo a ação para descobrirmos o sujeito da oração. Por exemplo, na frase “João brinca de carrinho”, pergunta-se ao verbo “quem brinca?”. Logo, a resposta é “João”, ou seja, “João” é o sujeito da oração.

O sujeito de um enunciado pode ser classificado em seis tipos: simples, composto, oculto, oracional, indeterminado e inexistente. No caso do sujeito indeterminado, assim como o inexistente, a oração não determina o agente da ação e, em geral, o verbo aparece na terceira pessoa do plural.

Por esses motivos, é comum a dúvida na hora de classificar um sujeito como indeterminado ou inexistente. Porém, uma expressão com sujeito indeterminado apenas não faz referência ao agente da ação, ele existe, só não é conhecido, enquanto que a oração sem sujeito simplesmente ignora a sua existência.

Na frase “Falaram de você por aí”, quem é o sujeito, por exemplo? Note que o verbo “falar” expressa claramente uma ação sendo executada; no entanto, não é possível identificar quem praticou ou a pratica. Esse é um caso de sujeito indeterminado.

No caso de oração sem sujeito, o agente da ação apenas não existe, como nos exemplos “Choveu no sertão”, “Houve um terremoto no Haiti” ou “Faz cinco anos que não viajo”.

Tempos Verbais

Dizem os estrangeiros que a língua portuguesa é um dos idiomas mais difíceis do mundo. Se para nós que convivemos com nosso idioma diariamente já é difícil, imagina para quem vem de fora e nunca teve contato com a nossa língua-mãe. Isso acontece porque o nosso idioma possui muitas regras, sendo algumas delas bastante complicadas. Entre todas estas regras, os verbos podem ser considerados a parte do idioma que mais gera dúvidas. Para acabar de vez com as suas dificuldades sobre este tema e para fazer com que você entenda de uma vez por todas este assunto vamos estudar a partir de agora os tempos verbais.

Anáfora

A língua portuguesa é um dos mais complexos idiomas – principalmente para os que estão aprendendo. E foi pensando na complexidade da língua que neste artigo trouxemos o conceito e a aplicabilidade das anáforas.

Mas afinal, o que é anáfora? Confira essa e outras respostas no decorrer deste artigo!

Língua Portuguesa

A língua portuguesa, conhecida também como o idioma “português”, é um idioma do tipo românico flexivo. Isso significa que um termo pode ser segmentado em pedaços menores (morfemas) que denotam tempo e pessoa + número. Ressalta-se que a maior parte das línguas da família indo-europeia são consideradas flexíveis, como é o caso do português. O inglês é uma exceção à essa norma, tendo em vista que muitas de suas flexões foram abandonadas com o tempo. Na prática, então, a língua inglesa é mais analítica por não empregar tantos sufixos para exprimir variações de gênero, número, pessoa e tempo, entre outros aspectos.

Pesquisa descritiva

Pesquisa é a aplicação de um método para se obter ou confirmar uma informação ou uma tese, motivada a partir de suspeitas, indícios, evidências ou conhecimentos existentes e comprovados para se chegar a uma nova informação ou conhecimento.

Relação de alguns superlativos absolutos sintéticos

Quando você era criança, muito provavelmente você falava: “o meu pirulito é mais grande que o seu” ou “o meu brinquedo é mais grande que o seu”. Prontamente seus pais ou quem estivesse por perto retrucaria: “não é mais grande, é maior!”. É claro que hoje você já sabe disso muito bem, mas para não cair em outros erros da língua portuguesa, vamos estudar os superlativos absolutos sintéticos.

Variações Linguísticas

A linguagem é a principal característica que diferencia os seres humanos dos demais seres, pois é através dela que é possível expressar os sentimentos, ideias e pensamentos sobre tudo o que acontece em volta, como uma forma de interagir com o mundo e com os demais seres existentes. Dessa forma, a linguagem faz parte do cotidiano de todas as pessoas e é justamente através dela que o convívio social se estabelece, uma vez que este não seria possível caso a linguagem não existisse.

Adjetivos Pátrios

Como você já sabe, adjetivo é aquela palavra que dá uma qualidade ou defeito para o substantivo. Vale relembrar que a nossa língua portuguesa possui dez classes gramaticais e o adjetivo é uma delas. Aprendemos já no início do ensino fundamental frases como “a Ana é feliz”, “João é magro” e “o Sílvio Santos é rico”. Mas os adjetivos não se resumem a isso e podemos classificá-los em diversas categorias. Temos os adjetivos explicativos, restritivos, simples, compostos, primitivos, derivados, as locuções adjetivas e os adjetivos pátrios. E é este último que será nosso objeto de estudo neste artigo.

Adjunto Adverbial

Nesta aula falaremos sobre o adjunto adverbial, que faz parte da análise sintática da língua portuguesa. Aqui é importante relembrar as diferenças entre a análise sintática e a análise morfológica. Quando falamos de morfologia estamos pensando em classes gramaticais, como substantivos, verbos e advérbios. Já a sintaxe estuda a função que uma palavra tem dentro da frase ou oração. Neste caso estamos falando de sujeito, objeto direto e indireto e do próprio adjunto adverbial.