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Português: Aprender o nosso idioma e aprimorar a interpretação de texto é importante para as provas. E uma aula de português é fundamental para aprimorar os seus estudos. Confira no Resumo Escolar conteúdos de Português

Variações Linguísticas

A linguagem é a principal característica que diferencia os seres humanos dos demais seres, pois é através dela que é possível expressar os sentimentos, ideias e pensamentos sobre tudo o que acontece em volta, como uma forma de interagir com o mundo e com os demais seres existentes. Dessa forma, a linguagem faz parte do cotidiano de todas as pessoas e é justamente através dela que o convívio social se estabelece, uma vez que este não seria possível caso a linguagem não existisse.

Adjetivos Pátrios

Como você já sabe, adjetivo é aquela palavra que dá uma qualidade ou defeito para o substantivo. Vale relembrar que a nossa língua portuguesa possui dez classes gramaticais e o adjetivo é uma delas. Aprendemos já no início do ensino fundamental frases como “a Ana é feliz”, “João é magro” e “o Sílvio Santos é rico”. Mas os adjetivos não se resumem a isso e podemos classificá-los em diversas categorias. Temos os adjetivos explicativos, restritivos, simples, compostos, primitivos, derivados, as locuções adjetivas e os adjetivos pátrios. E é este último que será nosso objeto de estudo neste artigo.

Adjunto Adverbial

Nesta aula falaremos sobre o adjunto adverbial, que faz parte da análise sintática da língua portuguesa. Aqui é importante relembrar as diferenças entre a análise sintática e a análise morfológica. Quando falamos de morfologia estamos pensando em classes gramaticais, como substantivos, verbos e advérbios. Já a sintaxe estuda a função que uma palavra tem dentro da frase ou oração. Neste caso estamos falando de sujeito, objeto direto e indireto e do próprio adjunto adverbial.

Convidar para ou convidar a?

Antes mesmo de começar este artigo gostaríamos que você desse uma olhadinha em duas frases muito parecidas – se não fosse por uma preposição:

“Convidamos você e seu cônjuge para comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.
“Convidamos você e seu cônjuge a comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.

Percebeu a diferença? Na realidade, ela é muito simples. Enquanto uma está convidando para o casamento seguido da preposição ‘a’, outro faz o mesmo convite, porém, com a preposição ‘para’. Mas afinal, qual dessas duas frases será a escrita de modo correto? Confira a resposta para essa e outras dúvidas envolvendo “convidar para” ou “convidar a” no decorrer deste artigo.

Minuciosidades relativas ao verbo HAVER

Na hora de usar o verbo haver surgem muitas dúvidas, principalmente com relação à concordância e à conjugação. Não é à toa que o verbo haver está sempre presente em questões de concursos públicos e vestibulares. Por isso, é importante aprender a usá-lo corretamente para aumentar a pontuação nos exames e, claro, falar e escrever certo.

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Que toda frase se inicia com uma letra maiúscula ninguém tem dúvida, mas as regras para uso de maiúsculas e minúsculas muitas vezes acabam desafiando as pessoas na hora de escrever.

Maiúscula ou minúscula? São tantas as situações, muitas vezes com a mesma palavra numa mesma situação, mas escrita de forma diferente – ora iniciando com letra maiúscula, ora não – que o único jeito é fazer uma revisão nas regras para não correr o risco de escrever errado.

A Língua Segundo Saussure – Linguística

Os estudos sobre a linguagem são tão antigos como a própria língua, e a prova disso são aqueles realizados na Grécia antiga, na qual os filósofos se dedicaram ao estudo da argumentação e retórica. No entanto, nesta época ainda não havia um campo dedicado especificamente ao estudo da linguagem, pois os estudos se davam no âmbito da filosofia. A linguística como uma ciência autônoma só iria seguir séculos depois, mais especificamente no século XIX, com os estudos de Saussure.

Complemento Verbal

Na língua portuguesa, nem sempre uma frase consegue fazer sentido sem o auxílio de advérbios, adjetivos e substantivos após o verbo. E o complemento verbal tem exatamente essa função: de dar prosseguimento à ideia ou sentimento de um verbo transitivo direto ou indireto.

Formas verbais ligadas por hífen – marcas relevantes

A língua portuguesa é rica em significados e repleta de substantivos, adjetivos e tempos verbais que dão sentido relevante às orações. Diante de tanta pluralidade, é preciso conhecer muito bem as regras para manter a língua oral e escrita em perfeita concordância com as normas gramaticais.

Um estudo sobre a hipálage

Nesse texto apresentamos um estudo sobre hipálage, que, segundo a definição dos dicionários, é um expediente retórico em que uma palavra ocupa o lugar de outra. Em uma frase, a lógica determina onde um termo deve estar, e esse conceito faz com que haja uma troca, criando um vínculo semântico e gramatical diferente. A hipálage pertence ao conjunto das figuras de linguagem. Para entendermos melhor o seu funcionamento, vamos lembrar de alguns conceitos fundamentais:

Locução Adverbial

Locução é um agrupamento de palavras que configura uma função morfológica. A morfologia, do ponto de vista da linguística, é o estudo individual das palavras quanto à forma e à estrutura. Existem dez classes morfológicas na língua portuguesa, ou classes gramaticais, ou, ainda, classes de palavras:

Ortografia. Emprego das letras h, s, ss, sc, z, x, ch, g, j

Entender como é o emprego das letras h, s, ss, sc, z, x, ch, g, j é essencial para saber como escrever corretamente a maioria das palavras. Cada letra possui uma função e deve ser empregada de acordo com o que é determinado pela língua portuguesa.

Sujeito indeterminado e a intenção do discurso

O sujeito de uma oração é aquele a quem se atribui a participação em um acontecimento, podendo ser o ator dessa ação ou afetado por ela. Por exemplo:

“Marcone alvejou o transeunte”
“O transeunte foi alvejado por Marcone”

Polissíndeto

A língua portuguesa dispõe de vários recursos estilísticos que conferem maior expressividade, emoção, intensidade, beleza e ritmo à fala ou à escrita de um texto literário, um discurso, uma letra de música. São as figuras de linguagem, também conhecidas como figuras de estilo. As figuras de linguagem são classificadas em figuras de palavras, figuras de construção ou sintaxe e figuras de pensamento.

Conectivos

Para entender a finalidade dos conectivos, primeiro deve-se compreender o que são períodos compostos. Esses períodos são formados por duas ou mais orações.

Haviam ou havia?

É comum que muitas pessoas fiquem em dúvida no momento de empregar o haviam ou havia em uma frase. A língua portuguesa é complexa, cheia de segredos e conhecida por ser uma das mais difíceis do mundo, além de dispor de uma série de exigências gramaticais para a conjugação de verbos. Dessa forma, por mais parecidas que as duas formas de conjugar o verbo “haver” possam ser, há regras em relação à utilização correta de uma ou outra.

Catacrese

Na língua portuguesa, o termo catacrese é utilizado para descrever o uso de uma palavra fora de seu significado original. É o ato de utilizar uma palavra em seu sentido figurado. Existem várias situações em que isso acontece e as palavras são aplicadas tanto ao falar quanto ao escrever. No entanto, o mais comum é que apareça na linguagem oral.

Resumo sobre o Paralelismo

Sempre que passamos a estudar a forma como os textos são escritos e a maneira como os discursos são construídos e redigidos nos textos, temos de levar em conta que toda a produção textual deve apresentar certa fluidez, fazendo com que as ideias passem a se tornar mais claras, permitindo uma maior e mais facilitada compreensão.

Resumo sobre o que é Verbosidade

Verbosidade nada mais é do que dizer muito e dizer de maneira difícil sem dizer nada. É um dos entraves para a boa comunicação, pois trata-se de uma espécie de “enrolação”, na qual pessoa escreve (ou diz) muito sem se fazer entender. É o contrário de concisão. Quando duas pessoas estão se comunicando, é desejável que as mensagens sejam claras e diretas e a verbosidade se torna uma espécie de ruído (desnecessário) nesse sentido.