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Gramática: A língua portuguesa não era unificada até a nova gramática estabelecer-se nos países que falam esse idioma. Tire essa e outras dúvidas com nosso material online

Sessão, seção ou cessão?

As palavras homófonas são aquelas que possuem um som semelhante quando pronunciadas, embora sejam escritas de maneira diferente e apresentem significados que sejam completamente distintos.

Haja vista ou Haja visto?

Algumas das expressões existentes na língua portuguesa podem gerar diversos tipos de dúvidas não apenas quanto ao seu emprego, mas também relacionadas à correção dos termos, especialmente em casos nos quais haja uma pequena diferença em suas opções.

O ato de suspeitar e o uso do subjuntivo

O português é uma das línguas naturais mais complexas do mundo, não há nenhuma dúvida disso. No entanto, o que poucas pessoas sabem é que grande parte dessa complexidade é atribuída ao sistema verbal.

Grau dos advérbios

Os advérbios compõem uma classe gramatical de extrema importância no português, pois são responsáveis por modificar o verbo, adjetivo, outros advérbios e, em casos com menor ocorrência, o sujeito da oração em que ocorrem.

Colocação das palavras na Língua Portuguesa

Toda textualidade tem como princípio a coerência e a coesão. Não importa de que forma nos comunicamos, queremos ser compreendidos na totalidade da mensagem que está sendo transmitida. No caso da Língua Portuguesa, há muitas formas de fazer isso.

Sujeito inexistente

Ao falarmos de sujeito inexistente ou oração sem sujeito é preciso recapitular alguns pontos. A Língua Portuguesa é dividida em diversas áreas de estudos. Uma delas é a Gramática. Dentro da Gramática também há 3 subdivisões. A terceira é chamada de Sintaxe, que é um grupo de regras que define as várias possibilidades de combinação entre vocábulos a fim de formarem enunciados verbais.

Tempos Verbais

Dizem os estrangeiros que a língua portuguesa é um dos idiomas mais difíceis do mundo. Se para nós que convivemos com nosso idioma diariamente já é difícil, imagina para quem vem de fora e nunca teve contato com a nossa língua-mãe. Isso acontece porque o nosso idioma possui muitas regras, sendo algumas delas bastante complicadas. Entre todas estas regras, os verbos podem ser considerados a parte do idioma que mais gera dúvidas. Para acabar de vez com as suas dificuldades sobre este tema e para fazer com que você entenda de uma vez por todas este assunto vamos estudar a partir de agora os tempos verbais.

Anáfora

A língua portuguesa é um dos mais complexos idiomas – principalmente para os que estão aprendendo. E foi pensando na complexidade da língua que neste artigo trouxemos o conceito e a aplicabilidade das anáforas.

Mas afinal, o que é anáfora? Confira essa e outras respostas no decorrer deste artigo!

Pesquisa descritiva

Pesquisa é a aplicação de um método para se obter ou confirmar uma informação ou uma tese, motivada a partir de suspeitas, indícios, evidências ou conhecimentos existentes e comprovados para se chegar a uma nova informação ou conhecimento.

Relação de alguns superlativos absolutos sintéticos

Quando você era criança, muito provavelmente você falava: “o meu pirulito é mais grande que o seu” ou “o meu brinquedo é mais grande que o seu”. Prontamente seus pais ou quem estivesse por perto retrucaria: “não é mais grande, é maior!”. É claro que hoje você já sabe disso muito bem, mas para não cair em outros erros da língua portuguesa, vamos estudar os superlativos absolutos sintéticos.

Variações Linguísticas

A linguagem é a principal característica que diferencia os seres humanos dos demais seres, pois é através dela que é possível expressar os sentimentos, ideias e pensamentos sobre tudo o que acontece em volta, como uma forma de interagir com o mundo e com os demais seres existentes. Dessa forma, a linguagem faz parte do cotidiano de todas as pessoas e é justamente através dela que o convívio social se estabelece, uma vez que este não seria possível caso a linguagem não existisse.

Adjetivos Pátrios

Como você já sabe, adjetivo é aquela palavra que dá uma qualidade ou defeito para o substantivo. Vale relembrar que a nossa língua portuguesa possui dez classes gramaticais e o adjetivo é uma delas. Aprendemos já no início do ensino fundamental frases como “a Ana é feliz”, “João é magro” e “o Sílvio Santos é rico”. Mas os adjetivos não se resumem a isso e podemos classificá-los em diversas categorias. Temos os adjetivos explicativos, restritivos, simples, compostos, primitivos, derivados, as locuções adjetivas e os adjetivos pátrios. E é este último que será nosso objeto de estudo neste artigo.

Adjunto Adverbial

Nesta aula falaremos sobre o adjunto adverbial, que faz parte da análise sintática da língua portuguesa. Aqui é importante relembrar as diferenças entre a análise sintática e a análise morfológica. Quando falamos de morfologia estamos pensando em classes gramaticais, como substantivos, verbos e advérbios. Já a sintaxe estuda a função que uma palavra tem dentro da frase ou oração. Neste caso estamos falando de sujeito, objeto direto e indireto e do próprio adjunto adverbial.

Convidar para ou convidar a?

Antes mesmo de começar este artigo gostaríamos que você desse uma olhadinha em duas frases muito parecidas – se não fosse por uma preposição:

“Convidamos você e seu cônjuge para comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.
“Convidamos você e seu cônjuge a comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.

Percebeu a diferença? Na realidade, ela é muito simples. Enquanto uma está convidando para o casamento seguido da preposição ‘a’, outro faz o mesmo convite, porém, com a preposição ‘para’. Mas afinal, qual dessas duas frases será a escrita de modo correto? Confira a resposta para essa e outras dúvidas envolvendo “convidar para” ou “convidar a” no decorrer deste artigo.

Minuciosidades relativas ao verbo HAVER

Na hora de usar o verbo haver surgem muitas dúvidas, principalmente com relação à concordância e à conjugação. Não é à toa que o verbo haver está sempre presente em questões de concursos públicos e vestibulares. Por isso, é importante aprender a usá-lo corretamente para aumentar a pontuação nos exames e, claro, falar e escrever certo.

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Que toda frase se inicia com uma letra maiúscula ninguém tem dúvida, mas as regras para uso de maiúsculas e minúsculas muitas vezes acabam desafiando as pessoas na hora de escrever.

Maiúscula ou minúscula? São tantas as situações, muitas vezes com a mesma palavra numa mesma situação, mas escrita de forma diferente – ora iniciando com letra maiúscula, ora não – que o único jeito é fazer uma revisão nas regras para não correr o risco de escrever errado.

Uso da interjeição e o contexto

Interjeição nada mais é do que um termo utilizado para representar, na língua portuguesa, uma palavra invariável com a capacidade de exprimir sentimentos tais como sensações, emoções ou estados de espírito (como alegria ou raiva, por exemplo).
Além disso, ela também pode buscar agir sob o interlocutor, o que o levaria, inconscientemente, a tomar alguma atitude (ou algum comportamento) sem que qualquer estrutura linguística formal, ou melhor elaborada, fosse necessária.

Que: conjunção integrante e pronome relativo

Não basta saber a grafia correta de cada palavra e escrever textos impecáveis no quesito concordância. Para ser realmente “bom” em português, existe um tema muito importante presente em praticamente todas as provas de vestibular e concursos públicos: classes gramaticais das palavras. Em uma oração simples, composta por 5 palavras, podem ser encontradas até 5 classes gramaticais. Qualquer aluno, por menos que tenha estudado português, sabe qual a diferença de um substantivo para um verbo, por exemplo. São aspectos facilmente identificáveis da nossa língua. Porém, essa coisa toda começa a se complicar, conforme avançamos na vida escolar.

Após aprender a identificar facilmente “nomes” de objetos e ações, o advérbio, a conjunção e o pronome entram em cena. E é nessa hora que você, que só tirava 10 em português, começa a ter dúvidas quanto ao seu desempenho na matéria. Mas não se desespere! Embora pareça complicado à primeira vista, assim como você aprendeu as primeiras classes gramaticais, também conseguirá entender as demais. É necessário ficar atento para identificar a qual classe pertencem as palavras, porém há algumas que podem ser classificadas em mais de uma classe gramatical, dependendo do contexto em que são aplicadas. Você sabe a diferença entre uma conjunção integrante e um pronome relativo?

Quisesse ou queresse?

A língua portuguesa é uma das mais difíceis de todo o mundo – e nós, seus falantes, sabemos muito bem os motivos que levam a essa conclusão, não é mesmo?

Isso porque a gramática da língua portuguesa é muito complexa e cheia de detalhes: é gerúndio de um lado, conjugação de verbo de outro, grande extensão do vocabulário e muitos outros motivos que conseguem nos levar à loucura.

Muitos erros e tropeços ficam por conta de alguns verbos do idioma, que despertam dúvidas com a regrinha da conjugação.

quisesse ou queresse

E dúvidas nesse sentido são totalmente compreensíveis, uma vez que, por ser uma língua de caráter analítica, o português conta com uma grande variedade de particularidades sutis e bem complexas (e isso sem contar com as nossas belas ‘exceções’ para as regras).

Quisesse ou queresse?

Um verbo que tem a regrinha de conjugação bem confusa, e por isso, realizada muitas vezes de modo errôneo entre os falantes, é o verbo querer.

E é aí que você pode estar pensando: mas o verbo querer é tão simples, e tão utilizado no dia a dia! Pois é: e mesmo que seja extremamente usual tanto na fala como também na escrita, é muito comum confundi-lo, realizando bons tropeços (e bem vergonhosos, hein?).

E a dúvida envolvendo o verbo ‘querer’ que não quer calar é – qual seria o modo correto de conjugação: quisesse ou queresse?
Bem, para responder essa pergunta é bem simples: a palavra queresse não faz parte do nosso dicionário linguístico, nem mesmo como variável padrão. Sendo assim, formalmente essa expressão nem sequer existe.

Sendo assim, o correto é utilizar a palavra ‘quisesse’, que nada mais é do que o formato conjugado do verbo querer (no pretérito imperfeito do subjuntivo), que pode ser empregado tanto em primeira como em terceira pessoa do singular.

O verbo querer refere-se diretamente à própria intenção do sujeito, ou seja, tem a ver com sua vontade de fazer algo ou tomar alguma atitude.

Alguns exemplos para compreender o significado do verbo querer:

• Eu queria ter ido ao show com vocês ontem;

• Eles queriam ter visitado a vovó no hospital, mas ela saiu a tempo;

• Minha família queria viajar no ano novo, mas eu não consegui folga no trabalho.

Sendo assim, o verbo ‘querer’ é um dos mais utilizados entre os falantes da língua portuguesa, graças à sua grande variedade de significados – muito similar a alguns verbos, tais como: desejar, exigir, ansiar, tencionar, preferir, pretender, amar, ordenar, necessitar, consentir e assim por diante.

O verbo querer é de origem latina, sendo ele um verbo irregular da língua portuguesa. Por isso, ele não se enquadra aos modelos já fixos de conjugação verbal, causando boas dúvidas nos falantes. Suas alterações ocorrem tanto nas terminações como nos radicais quando eles são conjugados. No caso do pretérito imperfeito do indicativo, por exemplo, o verbo mantém o radical inicial ‘quer’. Por outro lado, no pretérito imperfeito do subjuntivo, ao qual nos referimos aqui, o radical passa por uma alteração, que vai de ‘quer’ para ‘quis’.

Conjugação do verbo querer

E para tirar de vez as suas dúvidas de conjugação com o verbo irregular querer, vamos conferir como ele fica tanto na conjugação do pretérito imperfeito do indicativo como também no pretérito imperfeito do subjuntivo:

1. Pretérito imperfeito do indicativo

• Eu – quer + ia. Resultado: queria;

• Tu – quer + ias. Resultado: querias;

• Ele – quer + ia. Resultado: queria;

• Nós – quer + íamos. Resultado: queríamos;

• Vós – quer + íeis. Resultado: queríeis;

• Eles – quer + iam. Resultado: queriam.

2. Pretérito imperfeito do subjuntivo

• Se eu = quis + esse. Resultado: quisesse;

• Se tu = quis + esses. Resultado: quisesses;

• Se ele = quis + esse. Resultado: quisesse;

• Se nós = quis + éssemos. Resultado: quiséssemos;

• Se vós = quis + ésseis. Resultado: quisésseis;

• Se eles = quis + essem. Resultado: quisessem.

Complexo, não é mesmo? Porém, vale destacar que a grande diferença entre um e outro tipo de conjugação fica por conta do radical, que no pretérito imperfeito do indicativo mantém o ‘quer’, e no segundo, muda para ‘quis’ – o que neste caso, é um dos grandes motivos para a dúvida entre o que é correto entre quisesse e queresse.

Vamos conferir alguns exemplos?

• Se eu quisesse a sua presença, teria te chamado para ir comigo;

• Se ela quisesse mesmo sair com ele, teria sido muito mais receptiva;

• Seu namorado disse que viria só se você quisesse.

Por fim, lembre-se de outro detalhe: o verbo querer, por não ter ‘z’ no infinitivo, deve ser sempre conjugado com a letra s. Isso porque, na língua portuguesa, só os verbos que contam com ‘z’ em sua estrutura infinitiva podem ser conjugados com essa letra, como é o caso do verbo dizer (conjugado como dizia) ou trazer (conjugado como traz), por exemplo.

Além disso, vale destacar que essa mesma dúvida com as palavras ‘quisesse’ ou ‘queresse’ também é comum com outros verbos irregulares no momento de conjugação no pretérito imperfeito, como ‘mantesse’ no lugar de mantivesse, por exemplo.

Advérbio ou Pronome Indefinido?

adverbio ou pronome indefinido

Advérbio

O advérbio é o termo que altera o sentido de um verbo, adjetivo e do próprio advérbio. Veja alguns exemplos de advérbios, conforme a classificação.

Exemplos: Luiz joga vôlei muito bem. Aquela menina é muito linda. A prova não foi nada fácil. Seu filho foi embora, ontem, meio triste.

Advérbio de afirmação: certamente, sim, realmente, deveras, efetivamente, incontestavelmente.

Advérbio de dúvida: talvez, acaso, provavelmente, decerto, quiçá.

Advérbio de intensidade: muito, pouco, bastante, apenas, mais, menos, quanto, completamente, demasiadamente.

Advérbio de lugar: acima, abaixo, aqui, acolá, ali, além, lá, cá, atrás, fora, dentro, onde, diante, adiante.

Advérbio de modo: assim, bem, mal, como melhor, calmamente, propositalmente, devagar, depressa

Advérbio de negação: tampouco, não

Advérbio de tempo: amanhã, ontem, hoje, agora, sempre, já, nunca, diariamente, comumente, outrora

Advérbios interrogativos: como, onde, por que, aonde, donde, quando.

Quanto ao grau, o advérbio são agrupados em comparativos e superlativos absolutos.

Os advérbios comparativos podem ser de igualdade, superioridade (analítico e sintético) e inferioridade.

Exemplos: Minha cidade natal é tão longe. Esse bolo é pior que aquele que Maria fez ontem.

Os advérbios superlativo absoluto podem ser analíticos ou sintéticos.
Exemplos: Carlos chegou muito rapidamente. Maria fez um percurso longuíssimo.

Pronome indefinido

O pronome é uma palavra que substitui o substantivo ou indica o sujeito do discurso. O pronome indefinido se refere à 3 ª pessoa, porém, de maneira indeterminada, imprecisa. Pode ser um:

Pronome indefinido substantivo: esse funciona como um substantivo (alguém, ninguém, algo, quem, outrem, beltrano, fulano, sicrano, tudo). Exemplos:

Algo aborrece você?
Maria gosta de quem a elogia
Pedro confia em tudo o que fulano conta.

Pronome indefinido adjetivo: é usado como adjetivo (cada, certa, certo, certas, certos). Exemplos:

Certa vez, João e Maria foram colher cogumelos na floresta.
Cada nação tem sua cultura e tradições
Certo dia, a cidade recebeu a visita de uma atriz famosa.