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Gramática: A língua portuguesa não era unificada até a nova gramática estabelecer-se nos países que falam esse idioma. Tire essa e outras dúvidas com nosso material online

Convidar para ou convidar a?

Antes mesmo de começar este artigo gostaríamos que você desse uma olhadinha em duas frases muito parecidas – se não fosse por uma preposição:

“Convidamos você e seu cônjuge para comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.
“Convidamos você e seu cônjuge a comparecerem ao meu casamento que será em maio de 2018”.

Percebeu a diferença? Na realidade, ela é muito simples. Enquanto uma está convidando para o casamento seguido da preposição ‘a’, outro faz o mesmo convite, porém, com a preposição ‘para’. Mas afinal, qual dessas duas frases será a escrita de modo correto? Confira a resposta para essa e outras dúvidas envolvendo “convidar para” ou “convidar a” no decorrer deste artigo.

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Uso de letras maiúsculas e minúsculas

Que toda frase se inicia com uma letra maiúscula ninguém tem dúvida, mas as regras para uso de maiúsculas e minúsculas muitas vezes acabam desafiando as pessoas na hora de escrever.

Maiúscula ou minúscula? São tantas as situações, muitas vezes com a mesma palavra numa mesma situação, mas escrita de forma diferente – ora iniciando com letra maiúscula, ora não – que o único jeito é fazer uma revisão nas regras para não correr o risco de escrever errado.

Uso da interjeição e o contexto

Interjeição nada mais é do que um termo utilizado para representar, na língua portuguesa, uma palavra invariável com a capacidade de exprimir sentimentos tais como sensações, emoções ou estados de espírito (como alegria ou raiva, por exemplo).
Além disso, ela também pode buscar agir sob o interlocutor, o que o levaria, inconscientemente, a tomar alguma atitude (ou algum comportamento) sem que qualquer estrutura linguística formal, ou melhor elaborada, fosse necessária.

Que: conjunção integrante e pronome relativo

Não basta saber a grafia correta de cada palavra e escrever textos impecáveis no quesito concordância. Para ser realmente “bom” em português, existe um tema muito importante presente em praticamente todas as provas de vestibular e concursos públicos: classes gramaticais das palavras. Em uma oração simples, composta por 5 palavras, podem ser encontradas até 5 classes gramaticais. Qualquer aluno, por menos que tenha estudado português, sabe qual a diferença de um substantivo para um verbo, por exemplo. São aspectos facilmente identificáveis da nossa língua. Porém, essa coisa toda começa a se complicar, conforme avançamos na vida escolar.

Após aprender a identificar facilmente “nomes” de objetos e ações, o advérbio, a conjunção e o pronome entram em cena. E é nessa hora que você, que só tirava 10 em português, começa a ter dúvidas quanto ao seu desempenho na matéria. Mas não se desespere! Embora pareça complicado à primeira vista, assim como você aprendeu as primeiras classes gramaticais, também conseguirá entender as demais. É necessário ficar atento para identificar a qual classe pertencem as palavras, porém há algumas que podem ser classificadas em mais de uma classe gramatical, dependendo do contexto em que são aplicadas. Você sabe a diferença entre uma conjunção integrante e um pronome relativo?

Quisesse ou queresse?

A língua portuguesa é uma das mais difíceis de todo o mundo – e nós, seus falantes, sabemos muito bem os motivos que levam a essa conclusão, não é mesmo?

Isso porque a gramática da língua portuguesa é muito complexa e cheia de detalhes: é gerúndio de um lado, conjugação de verbo de outro, grande extensão do vocabulário e muitos outros motivos que conseguem nos levar à loucura.

Muitos erros e tropeços ficam por conta de alguns verbos do idioma, que despertam dúvidas com a regrinha da conjugação.

Advérbio ou Pronome Indefinido?

Advérbio

Advérbio é a categoria gramatical das palavras que transformam um adjetivo, um verbo ou também outro advérbio. Ocasionalmente transforma um substantivo. É a expressão invariável que mostra as situações onde acontece a atividade verbal.
Somente os advérbios de lugar, intensidade e modo são flexionados, sendo que todos os outros são invariáveis. A única flexão que realmente há na classe dos advérbios é a de grau.

Conotação, Denotação e Figuras de Linguágem

1. Conotação e Denotação

O sentido original de um termo é chamado de sen­tido próprio ou, mais tecnicamente, de sentido denotativo. Nesse caso, dizemos que ocorre o fenômeno da denotação. Os demais sentidos são chamados conotativos ou figurados. Ocorre, então, o fenômeno da conotação. Observe as frases a seguir:
• O pescador perdeu-se no mar.
– A palavra em destaque denota ou designa simplesmente o oceano ou a imensidão das águas salgadas; tem, portanto, sentido pró­prio, denotativo.
• Ele está nadando num mar de dinheiro.
– Nesse contexto, a palavra “mar” sugere gran­deza, imensidão, abundância, grande quan­tidade; possui sentido figurado, conotativo, pois sugere ideias associadas, evocações que derivam do vocábulo.

Morfossintaxe do vocábulo COMO

Levando em conta que uma palavra pode fazer parte de diversas classes morfológicas, da mesma forma que, ao mesmo tempo, pode desempenha diferentes funções sintáticas, a palavra “como” não ficou longe dessa realidade, tendo em vista que, de acordo com o conteúdo da oração onde está situado, pode também funcionar de diversas formas.

Desse modo, considera-se fundamental conhecê-las, uma vez que além de ficar ciente dos acontecimentos linguísticos, tornando-se capaz de usar a expressão em questão conforme os propósitos que se deseja empregar ao discurso.

A expressão “como” exerce diferentes funções, dentre elas o de:

Intencionalidade da linguagem publicitária

Neste artigo vamos falar sobre a Intencionalidade da linguagem publicitária e analisaremos um pouco este tipo de discurso e quais são as suas principais características. A linguagem publicitária é toda que é utilizada em mensagens publicitárias, comerciais e que tem como principal objetivo o convencimento.

Linguagem Publicitária

A língua é algo vivo que está sempre se modificando. Principalmente no caso da linguagem oral informal. A linguagem publicitária, seja ela oral, escrita, ou até com a utilização de imagens, se apropria de todos os usos da linguagem, símbolos e significados diferentes, para de alguma forma, convencer o receptor a fazer algo.

Empregando corretamente a letra Z

A língua portuguesa é cheia de particularidades que fazem com que ela pareça um verdadeiro “Bicho de 7 Cabeças” para algumas pessoas, que sofrem com dúvidas relacionadas a ortografia. Porém, a verdade é que apesar de todas as características que podem fazer com que o nosso idioma seja complicado, existem algumas regras que podem ajudar muito na hora de escrever.

Em primeiro lugar é importante saber que para escrever bem é preciso ter o hábito da leitura, pois é ele que nos dará a familiaridade com aquelas palavras e com a forma como são escritas. Isso é muito importante, pois enquanto a nossa fala consegue ser compreendida de uma maneira mais natural, uma vez que influenciada por sotaques diferentes e a dicção como um todo, a escrita é algo que está registrado e que servirá como um filtro da sua capacidade em avaliações importantes e até mesmo para a sua convivência social com o mundo todo.

Verbo intervir: uma derivação do verbo vir

Não é novidade para ninguém que a língua portuguesa tem um dos mais complexos sistemas verbais existentes. Tempos, pessoas e modos fazem o sistema verbal do português um desafio e tanto. Alunos apresentam muita dificuldade em aprender a utilizar corretamente todas as flexões, fazendo com que o sistema verbal seja um dos maiores desafios para professores e autores de materiais didáticos.

Os estrangeiros também sofrem bastante para aprenderem a utilizar o sistema verbal do português. Se você já teve algum tipo de contato com uma pessoa estrangeira falante do português, com certeza já deve ter ouvido “ela fui”, “eu precisar” ou algo do gênero.

Conotação e Denotação

É interessante analisar o quanto a língua portuguesa é um idioma rico que se sobressai diante de alguns outros, devido aos mais variados detalhes que a compõe. Com regras bem específicas é possível conhecer um novo universo que se distingue de outras línguas e ensina a todos qual a real importância em entender os sentidos de uma linguagem, principalmente em um idioma que possui tanta versatilidade, criatividade e diferenciais que o tornam algo basicamente único.

A língua portuguesa de fato pode ser considerada um idioma complexo devido as suas milhares regras gramaticais, mas o que torna única é justamente a riqueza dos detalhes que existem em cada palavra e os seus milhares de significados. Em um texto literário é impossível ler cada uma das colocações sem cogitar a possibilidade de estar diante de uma linguagem que não tem um único sentido. E acredite, na língua portuguesa isso ocorre basicamente a todos os momentos.

Oração Subordinada Adjetiva

A linguística, ciência que estuda todas as linguagens, divide o estudo da língua em níveis em uma tentativa de sistematizá-lo, que vão do mais simples (ou concreto) até o mais complexo (abstrato). Assim, tem-se o nível fonético e fonológico, que estudo as palavras e os sons; o nível morfológico, responsável por estudar a combinação das letras em sílabas e palavras; o nível sintático, no qual é estudado a combinação de palavras para a formação de frases; o nível semântico, que estuda a combinação de frases em unidades maiores de sentidos, como parágrafos e textos; o nível pragmático; que é o estudo dos textos em um determinada situação, como uma conversa informal entre amigos; e, por fim, tem-se o nível discursivo, que aborda o estudo do texto em certa situação levando em conta fatores sociais, históricos, econômicos, dentre outros.

Ao expor essa divisão adotada pela linguística, nosso objetivo não é te confundir: antes disso, queremos te situar no campo em que o assunto tratado aqui é classificado. Se estamos tratando de orações, não fica muito difícil concluir em qual campo dos estudos linguísticos o assunto de interesse se concentra, pois se falamos delas estamos falando de frases, e o campo responsável por estudar as frases é o sintático.

Preposições (Locução Prepositiva)

Preposição é a expressão que constrói um vinculo entre dois ou mais palavras da oração. Esse vínculo é do modelo subordinativo, isto é, entre os componentes unidos pela preposição não existe sentido individualizado, separado; ao invés disso, o significado da expressão é correspondente a junção de todos os componentes que a preposição liga.

Ex:

Os amigos de Maria estranharam a sua maneira devestir.

A preposição DE está ligando os componentes: amigos de Maria/ maneira de vestir.

Pedir para e pedir que – Pressupostos semânticos

Você já parou para pensar que, ao ler ou ouvir uma frase, nem toda a ideia que é passada para você está de fato explícita no que se diz? Vamos explicar melhor: Se eu digo: “Maria parou de dar aulas.”, está implícito que, no tempo imediatamente anterior, Maria dava aulas. Isso porque a palavra “parou” sugere a ideia de que a ação acontecia antes e agora não acontece mais.

Essas palavras (ou expressões), que dão à frase um significado que vai além do que se lê, são chamadas pressupostos semânticos. Elas podem representar ações passadas, sentimentos ou a ideia de que algo fugiu da rotina. Por exemplo, na frase: “Joana foi à minha casa hoje, mas não levou o sobrinho.”, pressupomos que Joana costuma levar o sobrinho quando vai à minha casa e hoje não levou.

Uso das aspas

É comum quando estamos escrevendo um texto, um artigo ou simplesmente redigindo algo que queremos usar – seja na escola, na faculdade ou até mesmo nas redes sociais – e uma expressão mais irônica, ou então de sentido figurado, entra em jogo.

Ao invés de simplesmente deixar essa expressão solta no texto, a sua intenção é outra: fazer com que o receptor da mensagem, ou seja, a pessoa que a lerá, entenda qual é o seu objetivo, ou melhor, o que é que você está querendo dizer ao usar tais palavras.