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A geografia é um ensino fundamental para entender geopolítica e outros fenômenos físicos do nosso planeta. Confira no Resumo Escolar várias atividades de Geografia

Pentágono (EUA)

O Pentágono é a nomenclatura dada à sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, situado no condado de Arlington, Virgínia, próximo ao rio Potomac, em Washington, DC. Por ter se tornado um símbolo das forças armadas dos Estados Unidos, o prédio é comumente usado metonimicamente para se aludir ao Departamento de Defesa.

Pentágono (EUA)

A construção foi projetada por George Bergstrom (1876-1955), arquiteto norte-americano, e executada pelo empreiteiro geral John McShain, da Filadélfia. As obras iniciaram em 11 de setembro de 1941 e a inauguração do edifício deu-se em 15 de janeiro de 1943, durante a presidência de Franklin D. Roosevelt. O principal responsável pela iniciativa foi General Brehon Somervell, enquanto o coronel Leslie Groves supervisionou o seu andamento para o Exército dos Estados Unidos.

Um fato relevante sobre o Pentágono é que ele está entre os maiores edifícios de escritório no mundo inteiro, com aproximadamente 600.000 metros quadrados. Dessa área total, 340.000 m² são ocupados por escritórios. Em torno de 23 mil trabalhadores militares e civis e cerca de 3.000 equipes de apoio atuam no local. Como o nome indica, a construção conta com cinco lados e cinco andares sobre o solo, bem como dois pisos subterrâneos. Há também cinco corredores em forma de anel em cada andar, totalizando 28,2 km de extensão. A sede do Departamento de Defesa possui uma praça central, em formato de pentágono, com 20.000 m², apelidado de “ground zero” (algo como “marco zero”). Essa referência informal data do período da Guerra Fria na hipótese de que se tornaria um alvo importante da União Soviética caso uma guerra nuclear eclodisse. A seguir, explicaremos com maiores detalhes a história e a estrutura do Pentágono. Acompanhe!

A História e a Estrutura do Pentágono

Desde que foi inaugurado, em 15 de janeiro de 1943, o Pentágono estabeleceu-se com um dos prédios mais conhecidos de todos os tempos. Ele sempre pertenceu às forças armadas norte-americana e foi planejado ainda durante a Segunda Guerra Mundial. Na primeira metade de 1941, devido aos combates, o Departamento de Guerra teve como desafio o fornecer espaço para o crescente número de funcionários envolvidos na matrizes de um exército que se expandia. Inicialmente, o presidente elaborou um pedido para que o Congresso aprovasse a construção de prédios adicionais. No entanto, a proposta vencedora foi a do brigadeiro-general Brehon B. Somervell, chefe de construção, pois sugeria um esquema que recebesse todos os braços das forças armadas.

• O Pentágono ocupa uma espaço total de 116.000 m² e engloba um adicional de 21.000 m², referente ao pátio central;
• A sede foi criada para abrigar as forças armadas a partir da 2ª Guerra Mundial;
• Seu sistema de locomoção eficiente permite atravessar os pontos extremos do edifício em apenas sete minutos de caminhada;
• Esse complexo dispõe de mais de 20 lojas próprias de redes de fast food, entre as quais estão: McDonald’s, Starbucks, Subway e Dunkin’ Donuts;
• Há também um centro fitness, que atende militares e civis.

O Atentado de 11 de setembro de 2001

O capítulo mais marcante da história mais recente do Pentágono é o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. No dia em que o prédio completaria o 60º aniversário, cinco indivíduos ligados ao grupo extremista al-Qaeda sequestraram o Voo 77 da American Airlines. Após assumirem controle do avião, que ia do Aeroporto Internacional Washington Dulles ao Aeroporto Internacional de Los Angeles, eles colidiram deliberadamente com o Boing 757 contra o setor ocidental da sede. Esse ataque ocorreu às 9:37 EDT, como parte das demais ações de 11 de setembro de 2001 que atingiram os Estados Unidos. Como resultado, todos os 59 civis e os 5 terroristas que estavam dentro da aeronave acabaram morrendo. Em adição, 70 civis e 55 militares presentes no prédio do governo foram vitimados pelo impacto.

A área afetada tinha um melhor preparo para suportar eventuais ataques, o que contribuiu para um número menor de baixa. Esse reforço na segurança teve como motivação o atentado de Oklahoma City, de 1995, e a obra estava quase finalizada. Devido ao choque, a estrutura do prédio ficou bastante comprometida e houve colapso de um setor. Por sorte, no período do atentado, o Pentágono estava em reparos e vários escritórios estavam vazios.

Os mesmos profissionais encarregados de renovar o edifício realizaram as reconstruções dos setores danificados pelo atentado. A função adicional foi chamada de “Projeto Fênix” e as salas danificadas forma reocupadas em 11 de setembro de 2002, exatamente um ano depois do ataque.

Conforme a seção do Pentágono foi restaurada, criou-se no ponto de impacto um pequeno memorial e uma capela. Já no quinto aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, elevou-se um memorial constituído por 184 feixes de luz no pátio central, cada luz representando uma das vítimas. Ainda, anualmente uma bandeira estado-unidense é hasteada no setor do Pentágono que avariado e, à noite, a lateral do prédio ganha uma iluminação azul.

• O atual Memorial do Pentágono é um parque com 8.100 m² e 184 bancos, que simbolizam cada morto. Ele foi aberto ao público em 11 de setembro de 2008;

• O atentado ao Pentágono foi a primeira ação estrangeira com grandes repercussões em instalações do governo em Washington desde que o incêndio de 1812 pelo Império Britânico na Guerra Anglo-Americana.

População da Guiana Francesa

O extremo norte do Brasil, na cidade de Oiapoque, faz fronteira com a Guiana Francesa. Seu nome original é Departamento Ultramarino da França e não é uma nação independente e sim uma possessão francesa. A população da Guiana Francesa é composta por uma grande variedade de culturas, devido à forma como ela foi colonizada, que inclui mestiços de índios, negros e europeus, minorias asiáticas e brasileiros.

População da Guiana Francesa

A língua oficial é francesa e a moeda oficial o Euro, por estar atrelada a Europa. A maior parte do país é constituída por mata, praias e ilhas paradisíacas, que tem muitas belezas naturais que elevam o turismo na região, com pessoas em busca de seus bosques tropicais, flora e fauna típica. Além do turismo, a população vive de agricultura, pesca, extração de madeira e minerais mas, economicamente, ainda é totalmente dependente da França.

Como foi criada a população da Guiana Francesa

A Guiana Francesa tem estatuto de região administrativa, mas nunca teve de fato uma soberania e tem em seu território uma sucessiva gama de disputas. Sua primeira ocupação foi feita pelos índios aruaque, seguido pelo espanhol Vicente Yáñes Pinzón. Foi então o começo de várias invasões de ingleses, espanhóis, holandeses, portugueses, e por fim a França. Foi Daniel de La Touche, o mesmo criador de São Luís do Maranhão, quem reivindicou a área que só foi anexada de fato em 1900. A região é a única pertencente à União Europeia da América do Sul e possui os mesmos direitos de todos os outros de posse da França.

Os ameríndios foram os primeiros a implantar sua cultura e civilização na região e permaneceram constituindo a maior parte da população por mais de 400 anos. São as várias civilizações indígenas que disputam territórios e perseguem os habitantes, causando uma mistura de línguas cada vez maior como a tupi-guarani, aruaque e carib.

Sua presença sempre foi muito marcante, mas a suprema maioria foi dizimada pelas sucessivas colonizações, escravização, armas e doenças. Hoje restam somente 9 mil índios que conseguiram resistir a todas as colonizações e dizimações que enfrentaram. A maior parte deles vive em áreas protegidas e separadas pelas suas civilizações e línguas.

Mesmo que os primeiros brancos a chegarem no local para colonizar a terra tenham sido espanhóis, os franceses sempre tentaram se instalar, começando ainda em 1503. Inclusive eles se sentiram no direito de explorar a nova terra, por ela não fazer parte do Tratado de Tordesilhas, que a desconhecia. Até que em 1652 os colonos franceses foram dizimados pelos índios e as doenças tropicais, fortalecidos pelo excesso de tirania dos colonizadores que se baseavam em humilhações e perseguições.

Depois de centenas de tentativas de colonização e instalações de outros povos como os holandeses, a Guiana Francesa começou a desenvolver sua agricultura com a exportação de algodão, cana de açúcar, índigo, café, especiarias, madeiras e baunilhas, com a força do trabalho de escravos africanos, até que foi abolida pela França após sua Revolução. A descoberta do outro tornou a disputa entre França e Holanda mais intensa, atraiu ainda mais pessoas de diversas partes do mundo e dizimou grande parte da população ameríndia.

A Guiana Francesa também foi uma colônia penal, para onde eram levados presos para trabalhos forçados. O complexo de presídios da Ilha do Diabo possuía um tratamento desigual e desumano, que serviu de inspiração para o livro e filme Papillon, de Henri Charrièrre.

A população hoje

Com uma mistura tão grande de culturas vindas de inúmeras civilizações em toda sua trajetória, a população da Guiana Francesa é de 80% mestiços de brancos com negros, negros com índios e índios com negros. Há também um grupo menor de índios, negros descendentes de escravos fugitivos, asiáticos da China, Laos e Índia, franceses, libaneses e brasileiros que chegaram ao local em busca do ouro.

Os dados mais recentes indicam uma população total de 289.206, sendo 144.775 de homens e 144.431 de mulheres, num equilíbrio entre gêneros em todas as etapas. A taxa de crescimento é pequena, porém estável, sendo praticamente a mesma desde 2008, mas a população vem crescendo a cada ano.

O crioulo é o dialeto mais comum da população, seguidos pelo carib, mas a língua oficial é a francesa. A maioria da população é católica, 85% das pessoas são alfabetizadas e curiosamente só 5% de todo o território da Guiana Francesa é ocupado, a maioria nas áreas litorâneas, e o espaço vazio principal é mata amazônica.

A Guiana possui baixo nível de vida, com graves problemas estruturais que fazem com que ocupe a 47ª posição dentre os países que estão abaixo da linha da pobreza. Uma porcentagem de 35% da sua população vive sob condições precárias de subsistência.

O termo “linha da pobreza” descreve grupos sociais em que o nível de renda anual está abaixo do mínimo necessário para custear seus recursos de sobrevivência. Não há um consenso sobre o melhor critério a ser adotado para sua definição, mas o mais aceito é o criado pelo Banco Mundial que estabelece um dólar por dia por pessoa.

Sua economia principal é a pesca, extração mineral de bauxita e ouro. Mesmo sendo considerada uma região pobre, atrai haitianos, surinameses e brasileiros pela possibilidade de receber em Euros e almejar enriquecer com a mineração. Já a gastronomia tem influências chinesa, crioula, africana e brasileira, é recheada de especiarias, principalmente com a pimenta, e é bastante cosmopolita.

Gato-bravo

Muito encontrado em florestas e savanas, o gato-bravo é um animal silvestre muito presente em áreas verdes europeus e asiáticos. O Felis Silvestris é muito parecido com um gato doméstico, mas seu porte é maior e a cabeça é mais arredondada do que uma raça felina comum. O gato doméstico evoluiu a partir da raça silvestre e de lá pra cá adotou diversos hábitos que o deixou um animal mais reservado e discreto. Afinal, essa é uma de suas principais características, se refugiando em áreas fechadas como buracos em árvores ou espaços entre rochas e cavernas durante o dia e caçando durante a noite.

Gato-bravo

O fato de o animal ser mais reservado não quer dizer que seja muito arisco. Seu comportamento mais solitário é uma técnica peculiar para controle de seu território e também aperfeiçoar seu rendimento na caça e proteção contra possíveis invasores. O comportamento também é visto no momento de procriação. Machos e fêmeas não andam juntos a não ser quando é época de acasalamento. Após esse período, os animais passam a se ver em menor frequência.

Distribuição geográfica do gato-bravo

A família na qual o gato-bravo se concentra passou por uma série de variações em relação a sua distribuição geográfica. Por ser um animal que se adapta facilmente em qualquer lugar, sua transição por diversos locais também foi ficando cada vez mais intenso. A princípio, a raça era encontrada especialmente na Europa Ocidental e em algumas regiões da Turquia.

Mesmo ocorrendo a concentração da raça nesses territórios, a migração os levou para locais ainda mais distantes devido escassez de alimentos. Da Europa Ocidental, o animal passou a se concentrar no norte da África, partes do Oriente Médio e na Ásia Central. Subespécies foram surgindo ao longo do tempo como Felis Silvestris lybica e Felis Silvestris cafra. Essas alterações ocorreram num intervalo de 9000 anos e o gato ficou ainda mais excluso em parques nacionais e áreas ambientais protegidas pelos governos dos países dessas regiões. Portugal, por exemplo, é um dos países que mais se vê animais da raça.

A preocupação de entidades ambientais é com as ameaças que algumas pessoas e organizações cometem contra o animal. A exploração de terras e suas destruições, a caça de animais que servem de alimento como lebres, coelhos e pequenos roedores, além da própria caça desses animais para produção de bolsas e acessórios motivou essas organizações a montar espaços para proteger esses animais. Países como Turquia e China também seguem o exemplo de Portugal e criaram centros de conservação para o gato.

Já em outros locais onde a estratégia não foi adotada, houve uma miscigenação de raças. Tipos selvagens se reproduziram com gatos domésticos e criando outras espécies que também foram migrando ao longo do tempo. Prova disso é que grande parte do grupo dos gatos-bravos fora de Portugal são híbridos, enquanto em territórios portugueses ainda se é possível notar animais de raça pura.

Estilo de vida

O animal não costuma adotar um território muito grande para conviver. Um espaço máximo de 4km² é usado para que ele consiga sobreviver. Esse espaço também é ideal para criar sua família e treinar os filhotes a amadurecerem e conseguirem seguir a vida após um período de tempo.

É um animal noturno e mesmo saindo à noite, ainda é difícil de ser notado. Se forem vistos, já são percebidos por conta do seu tamanho. Um macho chega a pesar 7 kg e medir 65 cm de comprimento. Já as fêmeas pesam até 4 kg e medem cerca de 58 cm. As patas são mais curtas que as dos gatos comuns, mas são mais resistentes e mais fortes para cravar suas mandíbulas mais aperfeiçoadas que a raça doméstica em suas presas.

A época da reprodução acontece normalmente após o inverno, que dura no máximo até o final de abril. Os machos se relacionam com muitas fêmeas que engravidam sempre uma vez por ano. A cada gravidez nascem de 3 a 8 filhotes criados no máximo em 2 meses a ponto de conseguirem se alimentar sozinhos. Algo curioso é que os machos dominadores podem ampliar seu território se as fêmeas tiverem uma ninhada com vários filhotes, chegando a espaços de até 10 km². Passado o período de acasalamento e gestação, a tendência desses animais é viver nas partes altas das árvores, habilidade essa que lhes caracterizam em ser ótimos escaladores.

Outro detalhe importante é que são muito bons em camuflagem, o que lhe garante maior proteção contra outros animais perigosos. Sua pelagem é diferente de um gato comum. Enquanto o tipo doméstico tem pintas, o gato-bravo tem uma pelagem limpa de pontos ou marcas, podendo se misturar facilmente entre as árvores e galhos para não ser percebido tanto para ataque como para defesa. A pelagem também é mais preenchida e com uma cauda mais grossa que um gato comum.

População da Argentina

Segundo o censo realizado em julho de 2007, a população argentina totaliza cerca de 40.301.927 habitantes. Figurando o terceiro lugar no ranking de países mais populosos da América do Sul, a Argentina possui uma densidade populacional de 15 habitantes por km² de extensão territorial, número muito inferior ao da média mundial que é de 50 pessoas.

População da Argentina

Estima-se que pelo menos metade da população do país esteja localizada na região dos pampas, na província de Buenos Aires. Aproximadamente 3 milhões de habitantes vivem na sua capital. Altamente urbanizada, de cada dez habitantes da Argentina, menos de um reside em área rural.

Em 2010, o crescimento populacional foi estimado em 1,03% ao ano, sendo um dos mais baixos da América Latina. A taxa de natalidade argentina é de 2,3 filhos para cada mulher. Mas, se por um lado a taxa de crescimento populacional é baixa, a mortalidade infantil também segue essa lógica. São 14 mortes por mil nascidos vivos.

A média da expectativa de vida da população argentina é de 77,14 anos. Aproximadamente 25% dos argentinos estão na faixa dos 0 aos 14 anos. Já 10,8% da população têm 65 anos ou mais.

RELIGIÃO

Mesmo com a Constituição garantindo a liberdade religiosa, a lei também ordena o apoio do governo ao catolicismo romano, o que torna a Argentina um país não-laico. Até o ano de 1994, o presidente argentino deveria ser obrigatoriamente católico romano.

De acordo com o World Christian Database, 92,1% da população argentina é cristã. Dentro desse percentual, mesmo com crescentes quedas no número de fiéis, 75% declara-se católica. 3,1% são agnósticos e 1,9% são mulçumanos; os judeus são 1,3%, enquanto 0,9% professam serem budistas e mais 0,9% ateus.

Apesar de menos de 2% da população se declarar judia, a Argentina abriga a 5ª maior comunidade judaica do mundo. São mais de 50 sinagogas apenas na cidade de Buenos Aires.

IDIOMA

Oficialmente, a língua falada pela população argentina é o espanhol, geralmente chamado de castelhano. Um dos dialetos mais populares no país é o rioplatense. Seus falantes ficam localizados próximo a bacia do Rio da Prata. O lunfardo, gíria utilizada nessa região, teve influência direita dos italianos e diversos outros imigrantes europeus.

O segundo idioma mais falado no país é o italiano. Com base em informações contidas na publicação Ethnologue, calcula-se que 1,5 milhões de pessoas na Argentina falem a língua. Um estudo de fonética realizado pela Universidade de Toronto, identificou que o sotaque dos porteños é mais semelhante à língua napolitana, falada na Itália, do em comparação com qualquer outro idioma falado ao redor do mundo. Além disso, o árabe levantino, língua falada no Chipre, Síria e Libano, possui 1 milhão de falantes no país.

Ressalta-se que alguns idiomas originais de comunidades indígenas foram preservados. O guarani, por exemplo, é falado por habitantes no nordeste da Argentina, principalmente em Misiones e Corrientes, local onde existe um estatuto oficializado.

Já no Noroeste alguns falam o quíchua e na cidade de Santiago del Estero há uma variante do idioma. Os imigrantes bolivianos também possuem uma língua chamada aymara. Na região da Patagônia há comunidades que falam a língua galesa e estima-se que, aproximadamente, 25 mil pessoas a utilize como segundo idioma.

Vale ressaltar ainda que o português brasileiro, o francês e o inglês possuem certa influência no país.

ETNIAS

A população argentina é majoritariamente branca. Assim como outros países americanos como Estados Unidos, Canadá e Brasil, a maioria dos habitantes descendem de imigrantes europeus. Por isso, a Argentina é classificada como um país de imigrantes.

Cerca de 86,4% dos argentinos se identificam com ascendência europeia, sendo a esmagadora maioria de origem italiana e espanhola. Segundo o censo realizado em 2005, apenas 1,6% da população argentina se identifica como indígena.

Estudo genético aplicado no ano de 2009 apontou que a composição étnica argentina possui apenas 4,20% de etnia africana. Um dos fatores que contribuíram para a redução de uma parcela da população negra argentina foi a Guerra do Paraguai.

Além disso, um surto de febre amarela colaborou para o extermínio de uma grande parte da população negra levada para a Argentina, no período de colonização, por traficantes de escravos.

A Argentina também sofre com um aumento recente no fluxo de imigrantes ilegais. Na maioria das vezes, são paraguaios e bolivianos, mas o país ainda recebe em menor número peruanos, equatorianos e romenos.

Segundo dados do governo argentino, calcula-se que 750 mil habitantes não possuem documentos de identificação oficiais. Em 2006, o programa “Pátria Grande” foi criado com o intuito de incentivar que os imigrantes ilegais declarassem seu estatuto. Em contrapartida, vistos de residência válidos por um período de dois anos são concedidos. Até agosto de 2010, mais de 400 mil pessoas eram inscritas no programa.

Fundo Monetário Internacional (FMI)

O sistema financeiro atualmente em vigor representa uma série de desafios às autoridades governamentais. Especulação, uma economia altamente globalizada e em rede, conflitos econômicos entre grandes potências mundiais e forte intervenção de estados economicamente conservadores são apenas alguns dos muitos desafios enfrentados diariamente por tal sistema.

Sibéria

A Sibéria é uma região extensa que está situada na Rússia, numa grande região ao extremo norte do continente Asiático. Ela tem mais de 13 milhões de quilômetros quadrados e o seu clima é predominantemente frio, polar e de alta montanha. Seus limites geográficos estão no Cazaquistão, Montes Urais, Oceano Pacífico, Ártico e Mongólia. Ela corresponde a 60% de todo o território Russo, que é o maior país do mundo.

Terras ociosas ou improdutivas

O meio rural brasileiro apresenta, desde o período da colonização até o presente, problemas sérios relacionados às terras ociosas e/ou improdutivas. Esses latifúndios merecem atenção de todos os setores da sociedade porque interferem com todos eles; afinal, o país precisa da agricultura.

Relevo

O relevo é onde as transformações geológicas se expressam com clareza há milhares de anos e serve como prova nítida das mudanças que o planeta vem sofrendo. Ele é a parte superficial da litosfera, que se modela ao longo dos anos sob a influência do clima, da vegetação, da fauna e da ação do homem.

Compreender a estrutura e a dinâmica da Terra

No estudo da geografia e da geofísica, é importante compreender inteiramente a estrutura e a dinâmica da Terra; ou, como pode ser chamada resumidamente, a estrutura dinâmica. Nosso planeta é formado por diferentes camadas, e sua característica base é a rigidez, mas há uma variedade de densidades e temperaturas conforme se adentra cada vez mais.

Atlântida

Atlântida é uma grande ilha ou continente lendário, cuja existência não foi comprovada até os dias de hoje. Mencionada pela primeira vez por Platão, ela foi citada, ilustrada e serviu de inspiração para centenas de obras ao longo dos séculos. Há quem acredite que ela realmente existiu, e alguns arqueólogos seguem buscando e registrando vestígios do que pode ter sido a ilha. Entretanto, no geral, ela é vista principalmente como um mito.

Patrimônio: Sua função social e ambiental

Quando paramos para refletir sobre o status da humanidade na contemporaneidade em relação a alguns séculos atrás, os resultados são bastante impressionantes.

Em pouco mais de um século, a população mundial apresentou um salto populacional considerável. Graças aos avanços tecnológicos, que possibilitam a produção de comida, vestuário e diversos outros bens de consumos, sejam eles duráveis ou não duráveis, em conjunto com os avanços da medicina, que conseguiu erradicar uma série de doenças endêmicas, nós nunca fomos tanto e vivemos tanto quanto hoje.

Federação dos Estados da Micronésia

Quer saber tudo sobre a Federação dos Estados da Micronésia? Então acompanhe o artigo a seguir. Você vai aprender sobre quando este país nasceu, quais são suas características e um pouco de sua história!

Estepes

A divisão do mundo em diferentes tipos de vegetação começou com a divisão do supercontinente Pangeia, que formou Laurásia e Gondwana, e, em seguida, os continentes que conhecemos hoje. Compreender esse histórico é importante para observar como as condições físicas de cada local foram determinantes para formar a variedade de ecossistemas que existem atualmente, com diferentes vegetações e animais que vivem nelas.

Ilhas de Calor

As Ilhas de Calor, que também podem ser chamadas de Ilha de Calor Urbanas (ou até mesmo de ICU), correspondem a um fenômeno climático que acontece especialmente nas cidades que contam com um já acentuado nível de urbanização. Nesses grandes centros urbanos a temperatura média possui a tendência de ser mais alta do que nas regiões rurais que estão localizadas nas proximidades.

Sedimentação do solo

A sedimentação é o nome dado para o procedimento de deterioração do solo e das rochas em um determinado ambiente. Essas alterações são causadas por fatores externos ou ainda exógenos que afetam o terreno. Como resultado, as rochas metamórficas e ígneas tornam-se sedimentares. Para explicar melhor o assunto, vamos a algumas definições importantes:

Ciclo Solar

O ciclo solar, também chamado de ciclo solar de Schwabe, é o nome dado para uma série de fenômenos feitos pelo sol em suas atividades, com um intervalo entre eles de aproximadamente 11 anos. Ou seja, são atividades periódicas e repetitivas. A observação delas são importantes para a compreensão do cosmos, do espaço e mesmo da relação do sol com a Terra.

A pressão atmosférica

O período de férias é uma das épocas mais esperadas do ano. É tão bom juntar a família, arrumar as malas, colocar tudo dentro do carro e viajar rumo ao litoral ou à serra… O único desconforto é a pressão que dá no ouvido. Algumas pessoas relatam como um zumbido no ouvido, outros dizem que parece que ele se fecha. Mas por que isso ocorre? A resposta está na pressão atmosférica.

República Checa

Localizada na Europa Central, a República Checa é um país parlamentarista e que foi fundado em 1918 sob o nome de Tchecoslováquia e desunificado em 1993. Fazem fronteira com ela outros 4 países: Polônia ao norte, Áustria ao sul, Alemanha a oeste e Eslováquia a leste.