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Gestão de conflitos

A gestão de conflitos é uma das muitas áreas que envolvem o universo da administração, dos recursos humanos e da gestão empresarial. A seguir, você vai aprender tudo a respeito dos conceitos mais importantes e formas de aplicar as estratégias e ações no cotidiano dos negócios.

Gestão de conflitos

O que é gestão de conflitos?

Assim como o próprio nome indica, a gestão de conflitos tem como principal objetivo lidar de maneira mais positiva e produtiva com os diversos tipos de situações que possam vir a ocorrer dentro de uma empresa ou organização.

Mas é preciso salientar que está focado principalmente na resolução de conflitos entre pessoas e é por isso que essa é uma área que está sempre intimamente ligada com o departamento de recursos humanos. Porém, o ideal é que todo gestor conheça e saiba aplicar os conceitos, para assim, garantir um trabalho em equipe muito mais eficaz.

Afinal de contas, os conflitos podem existir em todas as áreas de trabalho. As pessoas precisam atuar durante horas no mesmo espaço profissional e lidar com diferentes personalidades para garantir que projetos e objetivos sejam conquistados.

Cabe, portanto, à liderança saber como lidar com os diferentes perfis de profissionais de cada time para que seja possível conquistar o máximo em resultados, sem que problemas de convivência surjam e acabem dificultando o alcançar das metas.

Isso sem falar que alguns conflitos entre funcionários podem ser tão sérios e profundos que são capazes de causar problemas na empresa, principalmente quando há indivíduos capazes de burlar regras, manipular outras pessoas e até agir de forma antiética somente para prejudicar outro colega.

Por isso, o mais importante para qualquer tipo de gestor é compreender a fundo como funciona a gestão de conflitos a fim de conseguir aplicar algumas técnicas caso perceba que algo está se passando com sua equipe. Um gestor bem antenado nessa área é capaz de prever possíveis reações de funcionários e agir de forma a remediar quaisquer rusgas que possam surgir. Assim, o resultado final é mais positivo para todo o time, inclusive para aqueles membros que nada tinham a ver com o conflito em questão.

Tipos de conflitos e como resolvê-los

De forma geral a maioria dos conflitos surge quando há divergências ou quando uma pessoa acredita que a outra possa estar prejudicando seus resultados. Segundo os estudiosos da área há diferentes tipos de conflitos que podem ocorrer nos mais diversos tipos de empresas e a maioria deles pode ser dividida em 2 grandes áreas:

* Causas emocionais

* Causas reais

Dentro da área de causas reais, os conflitos dentro de uma equipe podem também ser subdivididos em:

* Metas e objetivos diferentes

* Falhas na comunicação e nas informações recebidas

* Interdependências de trabalhos em projetos em comum

* Disputas por recursos ou posições em comum

Já dentro das causas chamadas de emocionais, podemos também separar em:

* Status

* Divergências de valores pessoais

* Diferenças de personalidades

Conhecer esses tipos facilita muito na hora de aplicar técnicas para minimizá-los. Conhecer a fundo a personalidade de cada membro da equipe também é fundamental na hora de atuar a fim de evitar que esses conflitos surjam. Cabe, portanto, ao gestor afastar indivíduos de conflitos que já estejam em andamento, focar em projetos que conquistem o reconhecimento e as vantagens mútuas, procurar valores em comum com toda a equipe, encontrar alternativas que garantam metas e objetivos justos de acordo com cada tipo de pessoa e, finalmente, concentrar-se mais nos interesses pessoais de cada um de seus funcionários do que nas posições de trabalho.

O que significa que não é preciso oferecer sempre o mesmo ganho para todos, mas sim, compreender a fundo quais são os objetivos de cada um para que ele seja o foco principal de cada atividade. Na prática, isso pode acabar se transformando em alterações e mudanças profundas na estrutura da empresa. Além disso, é preciso evitar alguns problemas que são sempre os maiores causadores de conflitos internos. Entre eles, podemos citar a ambiguidade de funções, equipes que brigam pelo mesmo orçamento, competições injustas cujas métricas favorecem sempre os mesmos indivíduos e objetivos diversos dentro da mesma tarefa.

O gestor deve ficar atento à personalidade de cada um de seus liderados para verificar se não há funcionários que acabam sempre gerando e causando conflitos, sem que aja algum motivo muito aparente.

Há também certas personalidades e perfis de pessoas que jamais poderão trabalhar bem em conjunto e por mais que sejam excelentes profissionais serão capazes de garantir resultados melhores para o time se trabalharem em equipes diferentes. Aí entra também o conhecimento humano, que deve focar no que é melhor para cada uma das pessoas, mas sem esquecer do bem comum, que é o objetivo final da companhia. Por isso, a gestão de conflitos deve fazer parte da gama de conhecimentos de coordenadores, gerentes e presidentes de empresa e cabe à organização manter um olhar atento a essa importante área.

Responsabilidade Civil

Um dos aspectos relevantes da estruturação da sociedade humana são os conflitos. Os conflitos são decorrentes da percepção individual ou coletiva daquilo que é correto, que é uma das bases da formação do direito enquanto disciplina e instrumento de regulação das normas de conduta do indivíduo e dos grupos.

Responsabilidade Civil

A responsabilidade civil é um dos elementos do direito, que se insere nesse arcabouço social, que envolve a defesa daquilo que é correto, a propriedade, os direitos individuais e o tratamento da responsabilidade e da culpa perante o bem alheio, podendo ser esse material ou imaterial.

A função da responsabilidade civil é garantir que cada indivíduo tenha direito a reparação quando atingido por ações de terceiros que lhe imponham perdas materiais ou de cunho moral, emocional ou psicológico.

Para sair da teoria e tornar o tema mais acessível ao cidadão comum, um bom caminho é trabalhar em cima de uma situação recorrente, um exemplo capaz de nortear o aprendizado sobre a questão.

É prática consagrada entre os proprietários de automóveis a contratação de um seguro. Preliminarmente, o seguro é a contratação de um direito, que antecipa a transformação de riscos em fatos. Por exemplo, garante o seguro que um segurado, ao ter o carro roubado, uma vez que esteja esse fato comprovado pelos meios legais, tem direito a uma indenização no valor do bem suprimido.

Outras garantias do seguro contemplam direitos acessórios, como a disponibilização de um veículo reserva para que o proprietário não fique desprovido da função a que se propunha o bem suprimido, assim como em caso de acidente, garante indenizações ao titular em caso de danos físicos.

Nesse contexto, se insere a responsabilidade civil, como garantia a terceiros. Essas garantias se estendem aos ocupantes do veículo, porventura atingidos em sua integridade física por qualquer evento em que a responsabilidade seja imputada ao segurado. Estende-se, ainda, a terceiros que, porventura, sofram prejuízos em consequências de ação ou omissão do titular do seguro.

Parte-se do princípio legal de que aquele que acarreta prejuízos morais, físicos ou materiais a terceiros é responsável, perante a lei, pelo reparo desses danos. Sendo assim, se, porventura, o proprietário do veículo segurado avançar o sinal e colidir com um outro veículo, está caracterizada a responsabilidade do condutor, acarretando a obrigação de reparar na mesma monta o prejuízo causado ao veículo do terceiro.

A responsabilidade civil de passageiros garante, ainda, aos ocupantes do veículo o custeio de eventuais despesas médicas, caso essas sejam decorrentes do acidente.

O seguro é a forma pela qual o contratante se protege contra os riscos, inclusive o de ter que indenizar terceiros em função de atos danosos de sua responsabilidade. O fato de não possuir seguro não exime, todavia, o causador desses danos do devido reparo, que seja proporcional ao prejuízo causado. Cabe a ele arcar com os mesmos prejuízos, dispondo de recursos próprios.

Outro aspecto da responsabilidade civil diz respeito aos lucros cessantes. Um danos causado a um bem de produção, que funciona como meio para gerar lucro à vítima, causa-lhe um prejuízo claro. Por conta disso, cabe ao causador do dano o ônus de indenizar o terceiro pelas perdas acarretadas por seu ato ou omissão, especificamente o lucro que deixa de ser aferido. Portanto, essa indenização deve ser equivalente ao prejuízo diário causado pela perda do meio de subsistência pelo número de dias pelo qual essa privação se perpetua.

Não se restringe a responsabilidade para com terceiros a danos ocorrentes em consequência de atos ilícitos. Se um caminhão trafega carregado e, por algum incidente, parte da carga cai na pista e danifica um outro veículo, não está, à priori, caracterizado um ilícito, mas está presente o fato jurídico do qual derivam as obrigações da responsabilidade civil. Portanto, mesmo que o dano seja involuntário e não decorrente de uma ação ilícita, a responsabilidade para com terceiro não cessa, cabendo o devido reparo.

Vale ressaltar que a Justiça é o órgão aparelhado para dirimir dúvidas a respeito e caracterizar a responsabilidade, bem como estabelecer o valor do reparo, respeitando fundamentos jurídicos como a proporcionalidade do mesmo e o nexo causal, sendo esse último a comprovação da relação entre o fato gerador do dano e o dano propriamente dito.

Pressupostos da responsabilidade civil

São três os pressupostos dessa figura jurídica: a ação, a omissão e a imputabilidade.

A ação e a omissão são os pressupostos que caracterizam a condição para que haja a punição. O dano pode ser decorrente de uma ação, ilícita ou não, que cause um dano a alguém. Pode, também, ser decorrente de uma omissão. Suponhamos que o desabamento da carra do caminhão citado acima tenha ocorrido em função da não atenção a cuidados consagrados para evitar que acidentes ocorram em consequência do fato em questão. Nesse caso, o causador do acidente está obrigado ao reparo em função de sua omissão.

A culpabilidade é a variável que caminha no sentido oposto, sendo aquela que pode eximir o indivíduo da obrigação perante a responsabilidade civil. A situação mais comum é aquela que envolve prejuízos causados por um menor de idade. O menos é inimputável.

Outro fator de inimputabilidade é a condição mental do autor. Em ambos os casos, o que implica uma responsabilidade para uns não o é para outros, eximindo desses últimos a culpa.

Danos materiais e imateriais

Como já foi abordado no começo, os danos podem ser materiais ou imateriais.

Os danos materiais são aqueles que atingem bens jurídicos, aqueles que possuem valor econômico e indenizável. Danos econômicos causados á vítima em virtude do evento proporcionado pelo culpado, mesmo que físicos, também são considerados danos materiais, desde que dele recorram despesas, caso específico do atendimento médico.

Os danos imateriais abrangem um arcabouço mais complexo, pois estão dispostos sobre bens intangíveis, com valores subjetivos, como honra, imagem e liberdade.

Como indenizar um cidadão que fica preso em virtude de um erro jurídico? Como quantificar o dano moral causado por um boato ou infâmia? Nesse caso, é mais complexa a atuação da Justiça, mas a responsabilidade civil está caracterizada e, comprovado o dano, estará o autor passivo do respectivo reparo à vítima.

As 3 regras da boa imagem

É muito comum que uma pessoa, ao indicar a outra um restaurante ou outro estabelecimento comercial cuja apresentação visual não é das mais convidativas, entremeie as recomendações com ressalvas acerca dessa característica.

Patrimônio: Sua função social e ambiental

Quando paramos para refletir sobre o status da humanidade na contemporaneidade em relação a alguns séculos atrás, os resultados são bastante impressionantes.

Em pouco mais de um século, a população mundial apresentou um salto populacional considerável. Graças aos avanços tecnológicos, que possibilitam a produção de comida, vestuário e diversos outros bens de consumos, sejam eles duráveis ou não duráveis, em conjunto com os avanços da medicina, que conseguiu erradicar uma série de doenças endêmicas, nós nunca fomos tanto e vivemos tanto quanto hoje.

Niels Böhr

Dinamarquês que viveu entre os anos de 1885 e 1962, Niels Henrick David Bohr ficou mundialmente conhecido graças aos seus estudos e avanços que possibilitaram uma melhor compreensão de toda a estrutura atômica. O físico ainda garantiu a visibilidade do seu nome dentro da física quântica também!

Inclusão escolar

A Inclusão Escolar significa oferecer oportunidade de estudo para todas as pessoas, sem distinção de cor, raça, classe social, ou ainda, condições físicas e psicológicas. Apesar de ser bastante amplo, o termo Inclusão Escolar é mais utilizado para se referir à inclusão das pessoas com deficiência, seja física ou mental, nos espaços escolares.

Análise do Discurso

Dentre todas as ciências humanas, a linguística é considerada como a mais núcleo duro. Ou seja, – e sem parecer paradoxal – a ciência mais exata dentre todas as ciências humanas. Isso porque tal ciência usa métodos bastante exatos para estudar um fenômeno que não e nem um pouco exato e depende de vários aspectos contextuais, que não podem ser previsto por uma metodologia específica – para isso, basta lembrarmos a enorme quantidade de “maneiras de falar” em português brasileiro, que são todos corretos do ponto de vista dos linguistas porque são perfeitamente possíveis de entender.

Xamanismo

Muito antes da arte, da ciência e da religião existirem tal como são hoje, já existiam conceitos similares a eles. Isso porque tais conceitos são típicos de uma vida em sociedade. Por exemplo, nenhum monge reza sozinho, mas sim em um mosteiro com outros monges. Ninguém pinta um quadro ou faz uma escultura para que não seja vista, e nenhuma religião possui documentos para que não sejam lidos e, o que está nele, praticado.

O regime liberal populista

Entre 1945 e 1964, houve um período na história política brasileira que ficou conhecido como regime liberal populista. Depois da deposição de Getúlio Vargas, em 1945, uma nova eleição foi realizada. O candidato do Partido Social Democrático, Eurico Gaspar Dutra, foi eleito e uma nova constituição foi feita, já que a de Vargas era muito centralizadora e autoritária.
Dutra tinha uma orientação de pouca intervenção na economia, o que desagradou os colegas de partido e o aproximou dos oposicionistas da União Democrática Nacional (UDN). Os udenistas eram conservadores e faziam oposição à ditadura de Vargas.

Mercado de Trabalho e Educação

Existe um conflito de origem na relação estabelecida entre mercado de trabalho e educação. O conceito de educação é algo próximo a um processo através do qual um indivíduo se submete à aplicação de métodos para o seu desenvolvimento, seja do ponto de vista físico, intelectual ou moral.

Ciência e política: duas vocações

O livroCiência e Política: Duas Vocações”, de Max Weber, reúne ensaios em que o sociólogo alemão aborda essas duas matérias. O livro é baseado em conferências dadas por Weber, nas quais mostrou pontos e tangência e divergência entre as duas profissões. Ele analisa a forma da ciência contribuir para a racionalidade humana, além de demonstrar as características do Estado moderno e como ele funciona estruturalmente.

Resumo sobre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Você que está na faculdade já deve ter ouvido falar sobre o CNPq, não é mesmo? Essa é uma das maiores instituições brasileiras que promove inovação, pesquisa e desenvolvimento para o país. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico foi criado em 15 de janeiro de 1951, a fim de atender as demandas da criação de uma instituição que fomentasse e coordenasse o desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil.

Resumo Dia do Trabalho

A cada ano, no primeiro dia do mês de maio, é comemorado o Dia Internacional dos Trabalhadores em vários países. A data serve para celebrar a classe trabalhadora e as conquistas trabalhistas. A escolha da data foi feita em homenagem a uma manifestação histórica realizada em 1886 por trabalhadores de Chicago, cidade mais populosa de Illinois, nos Estados Unidos. Na época, as condições de trabalho eram desumanas.

Resumo Dia do Professor

Você sabia que 15 de outubro é o Dia do Professor? É claro que devemos valorizar os nossos mestres todos os dias, e estar conscientes no seu importante papel em nossa sociedade, mas que tal aproveitar a data para prestar uma homenagem especial àqueles que tanto te ensinaram e ainda têm a ensinar? A maior parte das escolas comemora a data, mas você sabe por que o Dia do Professor é comemorado nesse dia?

Administração: Fusão, Cisão e Incorporação

Não existem leis gerais ou métodos fixos que garantem uma boa administração a uma empresa. Por não ser uma ciência exata, a área está sujeita às influências e dissabores do mundo exterior. Em relação à livre iniciativa, a dinâmica do mercado dita as regras e impõe as mudanças que as corporações devem acatar.