A Ordem dos Templários


A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo do Salomão, também conhecida como Ordem do Templo, Cavaleiros Templários ou apenas como Ordem dos Templários foi uma ordem militar de Cavalaria. A primeira delas foi fundada no ano de 1096, durante a época de Primeira Cruzada e existiu por praticamente Idade Média durante dois séculos e tinha como objetivo proteger os cristãos que voltaram logo após a conquista de Jerusalém, a fazer peregrinação.

Os membros da Ordem dos Templários, a fim de se tornarem monges, fizeram voto de castidade e de pobreza. Estes usavam brancos mantos, e um cavalo montado por dois cavaleiros passou a ser o símbolo utilizado por esses membros. O sucesso dessa ordem esteve ligado às Cruzadas.

Templários

Esta ordem foi fundada no ano de 1118, por Hugo de Payens e contou com o apoio de 8 cavaleiros e também do rei da época. O objetivo principal da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão era proteger de ladrões e de demais tipos de conveniências os peregrinos que estavam fazendo peregrinação para o território sagrado, Jerusalém.

A Origem da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo do Salomão

Nesta época, os templários estavam localizados bem no meio do território de seus adversários. A sede deles foi uma doação do rei Balduíno II, e estava situada em um edifício ao lado da Mesquita de Al-aqsa. Em pouco tempo, os templários acabaram se consagrando e tornaram-se muito poderosos nas áreas bélica, política e econômico.

Podemos dizer que a Ordem dos Templários foi uma mistura da coragem de guerreiros considerados de alto nível e da fé monacal, caracterizando assim uma das mais poderosas e destemidas congregações militares de uma época que foi marcada principalmente pelas Cruzadas. Na época em que aconteceu, os membros da Ordem dos Templários, realizaram um voto de pobreza e de castidade. Com o passar dos anos, a Ordem dos Templários conquistou determinado número de territórios da Europa, dominando assim a maior parte desse continente.

Em uma das lendas conhecidas sobre esses povos, os cavaleiros da Ordem teriam encontrado bem embaixo de sua sede, um grande tesouro, com objetos preciosos e documentos que acabaram dando a eles grande poder. Outra lenda, diz que eles encontraram o Santo Graal, considerado o cálice sagrado dos cristãos. Em ambas as lendas, os templários transportaram seus achados para a Europa e em troca do tesouro, conseguira do Papa Inocêncio II poderes sem limites.

Podemos dizer que os templários se desenvolveram em uma alta velocidade, tanto em domínio político tanto numericamente, somando juros de empréstimos que eram concedidos aos nobres, reis e ao clero e terras, dando origem ao que conhecemos atualmente como intercâmbio bancário. Dessa maneira, tanta riqueza e poder acabou criado temores e muita rivalidade, e criou um complô armado entre o Papa Clemente V e o rei francês Filipe IV, que se uniram e armaram um cruel plano contra os templários.

A lenda do tesouro perdido

Inspirada por uma visão mais divina, o Papa forjou algumas acusações, na quais os monges guerreiros acabaram sendo declarados como culpados por difamação do nome de Deus, de heresia, de adorar outros deuses, de praticarem magia e de perversões sexuais. Ele ainda alegou ter recebido orientações do nosso criador para promover a purificação do nosso planeta, fazendo-se necessários a tortura dos cavaleiros membros da Ordem dos Templários, com o objetivo de fazê-los confessas suas heresias.

Tudo acabou correndo da maneira como era esperada. Na madrugada do dia 12 para o dia 13 de outubro do ano de 1307, as sedes e os edifícios da ordem dos templários acabaram sendo invadidas. Os soldados então foram presos e torturados, e em seguida, queimados nas fogueiras como verdadeiros hereges.

Jacques de Molay, considerado o último grão-mestre da Ordem dos Templários também acabou sendo consumido pelas chamas, mas antes de sucumbir às cinzas lançou a todos os seus perseguidores, principalmente ao executor das ordens rei, conhecido Guilherme de Nogaret, ao papa e ao rei, maldições. Em menos de um ano, mesmo prazo que foi estabelecido por de Molay, os amaldiçoados acabaram morrendo. Teve início tempos depois a Guerra dos Cem Anos, já que o sucessor ao trono, Filipe IV, não conseguiu dar sequência a sua descendência no trono.

O Rei tentou colocar as mãos nos tesouros da Ordem dos Templários, mas sem nenhum tipo de explicação plausível, esses tesouros sumiram, desapareceram do nada. Nunca mais foi vista a esquadra dos templários, que nessa altura, julgaram estar em poder de toda essa suposta riqueza. Alguns dizem que os tesouros dos templários foram parar em território português, enquanto outros acreditavam fielmente que eles se encontram escondidos pelo território da Inglaterra. Outras ainda acreditam que o tesouro está escondido na Escócia. Alguns pesquisadores acabaram estabelecendo relação entre os templários e os maçons.