Ligação Metálica e Cadeias Aromáticas


Ligação Metálica

Os metais são classificados como elementos químicos e perder elétrons é uma de suas principais características já estudadas. Sendo assim, eles realizam dois tipos de ligações químicas, que são chamadas de ligações metálicas e iônicas. Hoje falaremos sobre a primeira delas, a metálica.

O que é ligação metálica?

É como os átomos dentro de um elemento metálico interagem com eles mesmos. Está interação é a causa de formação de propriedades como a maleabilidade e ductibilidade.

A ligação metálica ocorre quando elétrons encontrado na ultima camada dos metais se atraem pelo núcleo, saem do átomo e se transformam em cátion. Os elétrons se movem entre os cátions de maneira livre. Por isso metais são ótimos condutores elétricos e térmicos.

Esta ligação é sempre feita entre átomos do mesmo elemento metálico, nunca um diferente, até porque um metal não consegue estabelecer ligações químicas com elementos metálicos diferentes dele.

O que é cadeia aromática?

São cadeias cíclicas que apresentam um anel benzênico. Este anel é basicamente uma cadeia homocíclica que contém átomos de carbono ligados uns aos outros, que formam um anel. Além disso ela possue uma ressonância entre seus elétrons.

Confira suas características:

– Três ligações simples e três duplas que se alternam entre si;
– Seis átomos de carbono;
– Um átomo de hidrogênio em cada carbono.

Cadeias aromáticas são classificadas em dois grandes grupos, sendo eles o mononuclear, que possui apenas um núcleo e o polinuclear, que contém vários anéis aromáticos.

Já os polinucleares ainda são classificados em duas subdivisões, sendo elas:

1. Polinuclear isolado: os anéis não têm átomo de carbono em comum;
2. Polinuclear condensado: possuem átomos de carbono em comum.

As cadeias carbônicas fechadas aromáticas são importantes para a química orgânica, pois a partir delas se constroem fórmulas estruturais de compostos orgânicos, tornando-as uma área de estudo de grande importância.