Estruturas Secretoras das Plantas, Parênquimas, Esclereides, Esclerenquimáticas e Esclerênquima


Estruturas Secretoras das Plantas

O estudo das estruturas secretoras das plantas baseia-se, conforme alguns pesquisadores da Universidade de São Paulo, em um tripé constituído por investigações a respeito da estrutura da glândula; do exsudato, que cuida de identificar as substâncias disponibilizadas pela planta; e da função.

As glândulas secretoras podem ocorrer tanto na epiderme da planta como no interior do vegetal. A seguir, conheça melhor esse fenômeno e veja como as células que o envolve trabalha de forma harmoniosa para que o vegetal seja acompanhado durante todo o seu ciclo!

Parênquimas

As bolsas secretoras ou acumulações de secreções ocorre, segundo alguns especialistas da área, nos parênquimas de regiões da planta como caule, folhas e frutos. Pode-se identificar três tipos (os principais): o lacunoso, que fica acima da epiderme e está relacionado à reserva de substâncias como água, ar, sacarose etc.; o amilífero, que fica localizado, geralmente, em órgãos como caule e raízes e está diretamente relacionado a funções como fotossíntese, secreção e excreção de substâncias; clorofillano, que também é responsável pela realização da fotossíntese.

Esclereides

As esclereides ocorrem, geralmente, na epiderme, no tecido parenquimático e nos tecidos condutores. Além disso, aparecem em frutos como pera, pêssego e azeitona. A sua principal função é garantir a sustentação de órgãos vegetais que já cessaram o seu crescimento, como é caso dos frutos maduros.

Esclerenquimáticas

Tratam-se de células alongadas, que tem como principal função, assim como as esclereides, a sustentação mecânica dos vegetais, no momento em que eles atingiram o seu crescimento máximo. Elas acompanham o crescimento do vegetal, reforçando as paredes celulares para que elas consigam suportar o seu peso.

Esclerênquima

Esse tecido celular também tem o papel de sustentar o vegetal. Ocorre em órgãos vegetais, principalmente quando este atingem a sua maturidade, completando, portanto, um ciclo. Geralmente, ele aparece formando um tecido espesso e firme, capaz de garantir a sustentação ideal para o fruto ou vegetal desenvolver o seu crescimento.