Evidências da Teoria da Evolução e Seleção Natural


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A Teoria da Evolução foi proposta pelo naturalista britânico Charles Darwin, no século XIX. A teoria de Darwin baseava-se na evolução biológica a partir de uma seleção natural.

Desde então, a teoria de Darwin deu origem a várias novas versões do evolucionismo, que ganharam sofisticação com a evolução científica e descobertas em ramos diversos da ciência. Tudo isso levou a evidências do processo evolutivo na formação das espécies.

Teorias evolutivas

As teorias evolutivas indicam que os organismos se modificam sistematicamente desde o surgimento. Enquanto alguns desses organismos conseguiram se readaptar às pressões do ambiente, aperfeiçoando seus processos reprodutivos, outros acabaram extintos.

Diante disso, é sensato concluir que os seres vivos que habitam o planeta nos dias atuais não são os mesmos que existiam há milhões de anos. Isso porque aqueles não poderiam sobreviver sem sofrer modificações para se adaptarem às mudanças que ocorreram no ambiente terrestre.

Evidências a favor das teorias evolutivas

Há uma série de evidências que se acumulam e formam uma base sólida para a sustentação das teorias evolutivas. Elas podem ser divididas em quatro grupos: evidências fósseis, homologias e analogias, órgãos vestigiais e evidências celulares e moleculares.

Evidências fósseis

São decorrentes dos estudos dos vestígios dos seres vivos que foram preservados. A preservação pode ocorrer em elementos como gelo, rocha e âmbar. São consideradas fósseis as evidências com mais de 10 mil anos de idade. Elas comprovam que as formas de vida foram diferentes em tempos passados.

Homologias e analogias

Diversos organismos vivos apresentam características em comum entre si, o que sugere a possibilidade de que sejam herdeiros de um ancestral em comum. Trata-se de uma relação de parentesco.

Quando há semelhança na característica embrionária, mas sem necessariamente essa característica cumprir a mesma função, ela é homóloga. Quando não há essa identidade embrionária, como ocorre com relação às asas de um pássaro e um morcego, apesar da identidade funcional, temos estruturas análogas.

Órgãos vestigiais

São estruturas que podem estar presentes em diversos organismos, mas sem uma função específica e atrofiados, evidenciando a adaptação daquele organismo a novas condições para as quais aquele órgão não tem mais serventia.

Evidências celulares e moleculares

O avanço da ciência permitiu a realização de análises cada vez mais detalhadas das células presentes nos organismos e das substâncias de que são compostas. Desse modo foi possível encontrar familiaridade entre as diferentes espécies, por meio do mapeamento genético.