Teoria Sintética da Evolução: Seleção Natural, Mutação e Recombinação Gênica


Teoria Sintética da Evolução

A Teoria Sintética da Evolução inclui seis fatores essenciais:

> Mutação Genética;
> Recombinação;
> Hereditariedade;
> Seleção Natural;
> Isolamento;
> Especiação.

Mutação Genética

A alteração no DNA é capaz de alterar o seu efeito fenotípico, e isso é chamado de Mutação Genética. A mutação pode produzir mudanças drásticas que podem ser deletérias, prejudiciais e letais, ou podem ser insignificantes.

Recombinação (ou Variação)

A recombinação é responsável pela mistura entre os genes. Existem três tipos básicos de recombinação gênica: a produção de combinações genéticas de dois diferentes alelos do mesmo gene ou a produção de indivíduos heterozigotos; a mistura aleatória dos cromossomos do pai e da mãe para produzir um novo indivíduo; a troca entre pares cromossômicos durante a meiose.

Mutações cromossômicas como deleção, duplicação, inversão, translocação e poliploidia também podem resultar em Recombinação.

Hereditariedade

A transmissão de variação genética dos pais para os filhos é um importante mecanismo evolutivo, afinal, organismos que possuem características hereditárias úteis são tendem a sobreviver. Como resultado, os descendentes também se beneficiam das características úteis transmitidas pelos pais.

Seleção Natural

A Seleção Natural provoca mudanças evolutivas ao favorecer a frequência de reprodução de um gene mais bem adaptado. A Seleção Natural não produz mudanças genéticas, mas, uma vez ocorridas, atua para encorajar alguns genes em detrimento de outros.

Além disso, a Seleção Natural cria novas relações adaptativas entre população e meio ambiente ao favorecer algumas combinações genéticas, rejeitando outras e constantemente modificando o fundo genético.

Isolamento

O isolamento de organismos – seja por fatores fisiológicos ou geográficos – é considerado um dos fatores evolutivos mais significativos. Barreiras geográficas, como montanhas e oceanos, impedem o cruzamento de indivíduos em lados opostos dessas divisões, enquanto as barreiras fisiológicas não permitem que indivíduos de espécies diferentes se misturem.

Especiação

A origem de uma nova espécie é conhecida como Especiação, que ocorre quando uma população isolada de uma espécie desenvolve diferentes tipos de mutações que se acumulam em seu fundo genético. Depois de várias gerações, a população isolada se torna geneticamente diferente de outras, formando uma nova espécie.