Relações de Trabalho, Conflitos no Campo e Reforma Agrária


Relações de Trabalho

As relações de trabalho sempre geraram uma série de problemas, especialmente pela relação entre empregados e patrões, que geram uma série de desentendimentos e podem chegar a consequências bastante graves.

Isto acontece, também, devido ao fato de que grande parte das terras existentes são controladas por um número muito pequeno de pessoas, que faz com que a grande maioria se submeta ao trabalho em favor destes mandatários sem que possuam a sua própria terra, onde poderiam prover o sustento de suas famílias de maneira independente. Isso gera uma grande desigualdade social e seus problemas decorrentes.

Conflitos no campo

Uma das principais consequências da desigualdade social gerada pela má distribuição de terras são os conflitos no campo, muitos deles iniciados por trabalhadores que exigem seu direito à terra para moradia e produção.

Estes conflitos deram origens a alguns movimentos que defendem o direito do trabalhador à terra, o que nem sempre acontece de maneira pacífica, ocasionando assim o acontecimento de uma série de conflitos entre integrantes de grupos militantes como o MST (Movimento dos Sem Terra) e os donos de terras.

Estes conflitos são cada vez mais frequentes, e muitas vezes bastante violentos, com a morte de muitas pessoas em conflitos iniciados por este objetivo dos trabalhadores do campo de possuírem sua própria terra.

A reforma agrária

A reforma agrária é a principal reivindicação dos trabalhadores que exigem seu direito às terras, onde poderiam fixar moradia ou cultivar plantações, provendo assim o seu sustento.

Na reforma agrária aconteceria a divisão igualitária das terras, por meio da compra ou retomada das terras dos grandes produtores, pois a maior parte destas terras não é utilizada para o cultivo e plantios de alimentos.

No entanto, a reforma agrária ainda encontra uma série de obstáculos para a sua realização, impedindo assim seu avanço e dando sequência aos conflitos no campo.