Resumo O Nome da Rosa


Neste Resumo O nome da Rosa você vai aprender tudo a respeito de uma das obras mais importantes da literatura de todos os tempos. Publicado no ano de 1980, O Nome da Rosa é até hoje um dos livros mais lidos no mundo todo e se tornou referência nos enredos do estilo medieval.

Resumo O Nome da Rosa

Através dele, é possível ter uma boa ideia de como se vivia naquela época e o mais importante, quais eram os códigos morais que permeavam na sociedade. Trata-se de um romance fictício, mas que foi baseado nos longos estudos do autor a respeito da estética daquele tempo.

Informações técnicas sobre o Nome da Rosa

Antes de falarmos diretamente a respeito do resumo O nome da Rosa, vamos abordar algumas informações técnicas, que indicam quando e por quem a obra foi escrita.

O livro O nome da Rosa foi publicado pela primeira vez no ano de 1980 e logo conquistou o sucesso. Seu autor é o escritor italiano Umberto Eco, que até então só era conhecido dentro do universo acadêmico.

Umberto Eco, além de escritor, é também filósofo e linguista e possui diversas obras consagradas na área de semiótica, comunicação de massa e estética medieval.

O Nome da Rosa é considerado, por muitos especialistas, como sendo um dos melhores e mais importantes livros de todos os tempos. Assim que foi publicada, a obra alcançou o grande público no mundo todo e fez um sucesso quase que inacreditável.

Por este motivo, O nome da Rosa foi também transformado em filme, no ano de 1986. Nos cinemas, foi dirigido por Jean-Jacques Annaud e o elenco conta como ator principal, Sean Connery, que juntamente com o restante da equipe, conquistou diversos prêmios ao redor do globo.

Resumo O Nome da Rosa

O enredo de O Nome da Rosa se passa em uma época medieval, mais precisamente dentro de um monastério, que eram muitos durante este tempo e estavam espalhados por toda a Europa. O autor é bastante detalhista, e nos apresenta com detalhes a região onde está o monastério e como ele se parece.

Porém, algo de estranho está acontecendo neste lugar e abalando a calma e a tranquilidade que sempre estiveram presentes. Ainda nos primeiros momentos do livro descobrimos que uma série de crimes vem assustando quem vive por ali. Logo em seguida, sabemos também que um frade franciscano, juntamente com seu fiel discípulo, resolve investigar.

O frade se chama Guilherme William de Baskerville e seu discípulo é conhecido como o noviço Adso de Melk. Ambos começam a agir como verdadeiros detetives e fica óbvio a semelhança com os métodos utilizados pelo inglês Sherlok Holmes.

Os dois homens passam a prestar muita atenção em tudo que acontece no monastério e mergulham no universo tão protegido da igreja e seus integrantes. Aos poucos, vamos sendo apresentados a uma igreja bastante misteriosa, cheia de segredos que os demais religiosos não desejam que ninguém descubra.

Aos poucos, Guilherme e o noviço vão encontrando pistas e cada uma delas vai levando ao descobrimento de quem está cometendo todos aqueles crimes horríveis. A história em si, a da descoberta dos assassinatos, acaba se tornando somente o pano de fundo para mostrar como a relação entre sociedade e igreja, poder e conhecimento aconteciam naquela época.

Enquanto isso, somos levados a uma viagem no tempo e nos sentimos como o personagem principal, vivendo na escuridão e nas profundezas de uma das mais antigas instituições do mundo, a igreja. Umberto Eco faz com que possamos compreender como a Igreja mantinha o poder sobre o homem comum, evitando que este aprendesse e descobrisse a realidade de tudo por meio de seu próprio conhecimento.

Com o passar do tempo, vamos descobrindo o quanto a Igreja foi prejudicial para a evolução da sociedade humana durante a idade média, impedindo que o conhecimento e o saber chegassem ao maior número de pessoas possível.

Na época, não havia imprensa, nem formas de publicar obras. Somente os monges tinham acesso aos estudos, à literatura e claro, aos livros. Na obra, conhecemos então os monges copistas, religiosos que tinham como principal objetivo copiar e reescrever as obras garantindo que seu conhecimento ficasse sempre somente dentro do clero.

Em o Nome da Rosa, Umberto Eco faz com que os leitores pensem a respeito do poder do conhecimento, em como a religiosidade pode ser prejudicial para a disseminação do saber e nos leva a discutir a respeito de antigos pensamentos como, por exemplo, do bem contra o mal.

Além dos crimes no monastério, O Nome da Rosa é uma obra bastante violenta e contém inclusive cenas que envolvem assédio sexual, quando mulheres se vendiam por comida ou alguns trocados para os monges da igreja.

No final do livro, os personagens chegam à resposta de quem foi o responsável pelos crimes e encontram um livro que tanto tentavam proteger, a Poética de Aristóteles, que fala sobre o riso e a comédia. O frade e o noviço fogem, enquanto o monastério pega fogo.