Artes

Biografias

Biologia

Cinema e Séries

Educação Física

Espanhol

Filosofia

Física

Geografia

Geografia do Brasil

Gramática

História

História do Brasil

Inglês

Literatura

Matemática

Português

Quí­mica

Redação

Sociologia

Ebulioscopia – Química

Também chamada de ebuliometria, a ebulioscopia nada mais é que uma propriedade coligativa que investiga e realiza o estudo de toda elevação de temperatura que causa a ebulição de algum tipo de solvente presente em uma solução.

Ebulioscopia - Química

Mas o que é uma propriedade coligativa? Como ela é dividida? Uma propriedade coligativa representa de forma específica a particularidade de uma solução que depende diretamente da quantidade de partículas dispersas, mas que, ao mesmo tempo, não depende da natureza ou origem das partículas do soluto.

Todos os solutos podem ser divididos entre solutos iônicos e solutos moleculares. Os primeiros correspondem aos que são constituídos por ligações iônicas, como é o caso do sal de cozinha, por exemplo. Nessas situações, acontece a separação dos íons, que acabam ficando totalmente dispersos na solução.

Já os chamados solutos moleculares são aquelas substâncias que possuem ligações covalentes. No caso desses, não existe nenhuma dissociação dos íons, acontecendo apenas a disposição isolada das moléculas na solução. Um exemplo clássico e muito conhecido de soluto molecular é a sacarose, o açúcar.

As propriedades coligativas podem ser divididas entre a ebulioscopia, a tonoscopia e a crioscopia. A tonoscopia acontece quando o soluto causa o caimento da pressão máxima existente no vapor do solvente. Já a crioscopia consiste na elevação do ponto de ebulição da água, causando a redução do seu ponto de congelamento ou solidificação.

Um pouco mais sobre a ebulioscopia

A ebulioscopia surgiu por conta da realização de uma análise de alguns tipos de soluções que eram misturadas com alguns líquidos puros. Quando o pesquisador analisa o líquido puro e um tipo de solução presente nesse mesmo líquido, é possível que ele perceba todas as mudanças de comportamento do líquido puro, causadas principalmente pela presença de um soluto.

Quando isso acontece, podemos afirmar que ocorreu uma mudança nas propriedades coligativas do líquido puro. Essa situação pode ser observada quando o estudo utilizado é a ebulioscopia, desde que os dados sejam retirados e analisados de maneira correta.

Dito isso, podemos perceber que os solventes possuem como característica a capacidade de alterar todo o comportamento de um líquido. Ou seja, o solvente acaba sendo responsável por tornar mais elevado o ponto de ebulição do líquido estudado.

Como sabemos, a ebulioscopia observa o aumento da temperatura de ebulição de um solvente presente em uma solução. Porém, para que o fenômeno da ebulição aconteça, é necessário que a substância deixe o estado líquido e passe para o estado gasoso. No caso da água, o ponto de ebulição só é alcançado quando ela chega em 100°C.

E como podemos fazer a ebulição de um líquido? Para que uma substância líquida atinja seu ponto de ebulição, é preciso elevar a sua temperatura e aquecê-la até chegar ao ponto em que a pressão do vapor é exatamente igual à pressão atmosférica. Nos casos em que é possível identificar a presença de partículas insolúveis no solvente, esse processo de ebulição acaba se tornando mais difícil e só pode ser explicado por meio da ebulioscopia.

A fórmula utilizada pela ebulioscopia para calcular esse fenômeno pode ser representada por te= te2 – te, em que te representa a temperatura de ebulição da solução e te2 a temperatura de ebulição do solvente utilizado.

Em situações em que o ponto de ebulição de uma substância líquida acaba sendo elevado por meio da atuação direta de um soluto considerado não volátil, o valor encontrado por essa fórmula se torna diretamente proporcional à quantidade de mols presentes na solução. A Lei de Raoult é o que explica a relação presente entre a concentração de uma solução e o efeito ebulioscópico.

Conheça alguns exemplos aplicáveis da ebulioscopia

Um dos mais famosos exemplos de ebulioscopia acontece durante o preparo de uma das bebidas mais ingeridas em nosso dia a dia, o café. Ao prepararmos o café, acabamos colocando açúcar diretamente na água que estava iniciando seu processo de ebulição.

Nessa situação, todos os cristais presentes no açúcar acabam se tornando partículas que retardam todo o processo de ebulição da água, fazendo com que o líquido demore mais tempo para finalmente alcançar seu ponto de ebulição. Isso acontece antes mesmo dos cristais de açúcar serem dissolvidos pelo calor presente na mistura.

Outro exemplo desse processo de ebulioscopia também pode ser observado quando observamos uma substância líquida em contato com o sal, mais especificamente ao misturarmos sal na água. Quando fazemos isso, acabamos aumentando o ponto de ebulição da água.

Mas o que esse aumento representa? Isso significa que a água vai demorar muito mais tempo para alcançar a fervura. Nesse caso, o que acontece é que, quando um soluto não volátil é dissolvido em uma substância líquida, o nível da temperatura de ebulição daquela solução se torna mais elevada e superior ao valor da temperatura que podemos encontrar na água pura. Esse processo também é conhecido como efeito ebulioscópico.

Geradores Elétricos

Geradores elétricos são aparelhos importantes que, apesar do nome, não geram energia, mas sim, a convertem. Neste artigo, você vai aprender tudo a respeito destes equipamentos, como funcionam e qual é a sua funcionalidade. Veja a seguir:

Geradores Elétricos

O que é um gerador elétrico

Conforme já dissemos anteriormente, este dispositivo não é um verdadeiro gerador de energia elétrica. Na verdade, o que este aparelho faz é transformar outro tipo de energia, como por exemplo a mecânica ou a química em elétrica.

Há diferentes tipos de gerador, muitos bem conhecidos do nosso cotidiano. Um dos mais simples é o dínamo, que é capaz de gerar energia de forma contínua. Ele funciona transformando a energia mecânica em elétrica e isso pode acontecer ao se pedalar em uma bicicleta por exemplo, se ela estiver conectada com um gerador.

Podemos citar ainda o gerador eletrostático, como a conhecida máquina de Wimshurst, que pode ser facilmente encontrada na maioria dos laboratórios de física com a finalidade de demonstrar como a eletricidade funciona na prática.

Os geradores elétricos podem ser divididos em tipos, de acordo com a energia que irá ser transformada. São eles:

* Que convertem energia mecânica em elétrica
* Que convertem energia química em elétrica
* Que convertem energia do sol em elétrica

Como exemplos do primeiro tipo, podemos citar o dínamo, conforme já foi citado anteriormente, o gerador síncrono e o assíncrono ou de indução. O motor elétrico também entra nesta categoria, porém funciona fazendo o trabalho inverso, isto é, transformando a energia elétrica em mecânica.

Já como exemplos do segundo tipo, temos as pilhas e baterias, além dos geradores de célula de combustível. E por último, os geradores fotovoltaicos, que transformam a energia solar em elétrica, como nos painéis que hoje podem ser encontrados em casas e empresas. Esta aliás é uma das formas de geração e conversão de energia mais limpas dos dias de hoje.

Ou seja, não se trata de algo novo ou que agora passa a fazer parte de nossas vidas. O gerador elétrico foi inventado no ano de 1866 por um dos fundadores de uma das empresas de tecnologia mais conhecidas no mundo todo, a Siemens. Ele se se chamava Ernest Von Siemens, um industrial e inventor alemão, que também foi responsável pela invenção do dínamo elétrico, telégrafo de ponteiro, fotômetro de selênio e elevador elétrico.

Ernest Von Siemens foi tão importante para a história da física e das invenções modernas que recebeu a homenagem de seu nome se transformar em uma unidade do Sistema Internacional de Unidades com o símbolo S, medindo a admitância e condutância elétrica.

Funcionamento e aplicação

Se um gerador elétrico é aquele que transforma outros tipos de energia em eletricidade, ele tem como principal objetivo fornecer energia para um sistema qualquer. Na estrutura de um gerador podemos encontrar sempre dois polos, um positivo, que possui maior potencial elétrico e um negativo, com menor potencial. A potência total do dispositivo portanto pode ser demonstrada com a seguinte equação: Potg = E.i.

Nela, Potg é a potência elétrica gerada, que também pode ser representada pela letra w minúscula, E é a força eletromotriz, que é apresentada nas equações pela letra V maiúscula e i, que é a corrente elétrica, sempre medida em ampere (A).

No mundo ideal, os geradores não perderiam energia durante a troca, mas isso não ocorre na realidade, já que existe uma resistência interna. Esta equação apresentada acima portanto, não pode ser aplicada na realidade para descobrir qual é a quantidade total gerada por um determinado dispositivo.

Neste caso, devemos considerar também a resistência, que causa a perda da força. Para isso, usamos primeiro a equação que é seguinte maneira: Potd = r.i² Nesta situação, Potd é a Potência dissipada, também medida em Watts, r é a resistividade do condutor (Ω) e i, mais uma vez, a corrente elétrica. Somente ao calcular esta equação primeiramente podemos descobrir qual é a quantidade total de energia transformada por um gerador elétrico. A expressão que nos auxilia a chegar neste resultado é:

Potg = Potd Potl
E.i = r.i² U.i

Só é importante lembrar que o U = E – ri, só é válido para circuitos fechados. Para abertos, devemos sempre considerar que a corrente elétrica presente nele é nula, ou seja, i seria igual à zero e U, igual a E.

Os geradores elétricos fazem parte de nosso cotidiano. Diversas empresas, hospitais, shoppings e outros estabelecimentos comerciais utilizam todos os dias, principalmente quando sabem que não podem correr o risco de ficar sem energia.

Eventos sociais como casamentos, festas e shows também costumam sempre fazer a locação de um gerador elétrico, já que a perda de energia fornecida pelas companhias pode acabar resultando em um fracasso para toda a organização. A locação de geradores de energia é algo relativamente caro e o seu preço está sempre ligado com a capacidade do mesmo.

Gestão de conflitos

A gestão de conflitos é uma das muitas áreas que envolvem o universo da administração, dos recursos humanos e da gestão empresarial. A seguir, você vai aprender tudo a respeito dos conceitos mais importantes e formas de aplicar as estratégias e ações no cotidiano dos negócios.

Gestão de conflitos

O que é gestão de conflitos?

Assim como o próprio nome indica, a gestão de conflitos tem como principal objetivo lidar de maneira mais positiva e produtiva com os diversos tipos de situações que possam vir a ocorrer dentro de uma empresa ou organização.

Mas é preciso salientar que está focado principalmente na resolução de conflitos entre pessoas e é por isso que essa é uma área que está sempre intimamente ligada com o departamento de recursos humanos. Porém, o ideal é que todo gestor conheça e saiba aplicar os conceitos, para assim, garantir um trabalho em equipe muito mais eficaz.

Afinal de contas, os conflitos podem existir em todas as áreas de trabalho. As pessoas precisam atuar durante horas no mesmo espaço profissional e lidar com diferentes personalidades para garantir que projetos e objetivos sejam conquistados.

Cabe, portanto, à liderança saber como lidar com os diferentes perfis de profissionais de cada time para que seja possível conquistar o máximo em resultados, sem que problemas de convivência surjam e acabem dificultando o alcançar das metas.

Isso sem falar que alguns conflitos entre funcionários podem ser tão sérios e profundos que são capazes de causar problemas na empresa, principalmente quando há indivíduos capazes de burlar regras, manipular outras pessoas e até agir de forma antiética somente para prejudicar outro colega.

Por isso, o mais importante para qualquer tipo de gestor é compreender a fundo como funciona a gestão de conflitos a fim de conseguir aplicar algumas técnicas caso perceba que algo está se passando com sua equipe. Um gestor bem antenado nessa área é capaz de prever possíveis reações de funcionários e agir de forma a remediar quaisquer rusgas que possam surgir. Assim, o resultado final é mais positivo para todo o time, inclusive para aqueles membros que nada tinham a ver com o conflito em questão.

Tipos de conflitos e como resolvê-los

De forma geral a maioria dos conflitos surge quando há divergências ou quando uma pessoa acredita que a outra possa estar prejudicando seus resultados. Segundo os estudiosos da área há diferentes tipos de conflitos que podem ocorrer nos mais diversos tipos de empresas e a maioria deles pode ser dividida em 2 grandes áreas:

* Causas emocionais

* Causas reais

Dentro da área de causas reais, os conflitos dentro de uma equipe podem também ser subdivididos em:

* Metas e objetivos diferentes

* Falhas na comunicação e nas informações recebidas

* Interdependências de trabalhos em projetos em comum

* Disputas por recursos ou posições em comum

Já dentro das causas chamadas de emocionais, podemos também separar em:

* Status

* Divergências de valores pessoais

* Diferenças de personalidades

Conhecer esses tipos facilita muito na hora de aplicar técnicas para minimizá-los. Conhecer a fundo a personalidade de cada membro da equipe também é fundamental na hora de atuar a fim de evitar que esses conflitos surjam. Cabe, portanto, ao gestor afastar indivíduos de conflitos que já estejam em andamento, focar em projetos que conquistem o reconhecimento e as vantagens mútuas, procurar valores em comum com toda a equipe, encontrar alternativas que garantam metas e objetivos justos de acordo com cada tipo de pessoa e, finalmente, concentrar-se mais nos interesses pessoais de cada um de seus funcionários do que nas posições de trabalho.

O que significa que não é preciso oferecer sempre o mesmo ganho para todos, mas sim, compreender a fundo quais são os objetivos de cada um para que ele seja o foco principal de cada atividade. Na prática, isso pode acabar se transformando em alterações e mudanças profundas na estrutura da empresa. Além disso, é preciso evitar alguns problemas que são sempre os maiores causadores de conflitos internos. Entre eles, podemos citar a ambiguidade de funções, equipes que brigam pelo mesmo orçamento, competições injustas cujas métricas favorecem sempre os mesmos indivíduos e objetivos diversos dentro da mesma tarefa.

O gestor deve ficar atento à personalidade de cada um de seus liderados para verificar se não há funcionários que acabam sempre gerando e causando conflitos, sem que aja algum motivo muito aparente.

Há também certas personalidades e perfis de pessoas que jamais poderão trabalhar bem em conjunto e por mais que sejam excelentes profissionais serão capazes de garantir resultados melhores para o time se trabalharem em equipes diferentes. Aí entra também o conhecimento humano, que deve focar no que é melhor para cada uma das pessoas, mas sem esquecer do bem comum, que é o objetivo final da companhia. Por isso, a gestão de conflitos deve fazer parte da gama de conhecimentos de coordenadores, gerentes e presidentes de empresa e cabe à organização manter um olhar atento a essa importante área.

Transformações Trigonométricas

Existem diversos assuntos em matemática que são verdadeiramente fascinantes, uma vez que eles permitem calcular coisas que de outra maneira seriam impossíveis e também servem de base para a criação de diversos dispositivos e objetos utilizados em nosso dia a dia.

Transformações Trigonométricas

Dentre tais assuntos, a geometria, com certeza, é um dos mais interessantes, pois pode ser aplicada a uma série de situações de extrema utilidade. Dentro da geometria, este artigo irá focar na trigonometria, ou seja, ramo da matemática responsável por estudar a relação entre dois lados de um triângulo retângulo (aquele em que um dos ângulos internos é igual a 90°) levando em consideração os diferentes valores que os ângulos agudos podem assumir.

Como ficará claro na sequência, ao estudar razões trigonométricas, ficará claro a importância que os conceitos de seno, cosseno e tangente assumem no estudo. Por isso, antes de partir para o assunto de interesse, vale a pena relembrar esses conceitos, que seguem na sequência:

– Seno: dado qualquer triângulo retângulo, o seno de um de seus ângulos agudos é a razão entre o comprimento da hipotenusa e o cateto oposto, isto é, a divisão de um pelo outro;

– Cosseno: do que foi dito acima, pode-se deduzir que o cosseno é o ângulo dado pela divisão entre o valor da hipotenusa e o valor do cateto adjacente;

– Tangente: seguindo a mesma lógica aplicada na definição acima, temos que o ângulo tangente é dado pela razão entre o cateto adjacente e o cateto oposto do ângulo em questão.

Com esses conceitos em mente, é possível partir com mais precisão para o assunto que aqui interessa: as transformações trigonométricas.

Entendendo as transformações trigonométricas

A primeira coisa a se ter em mente é que o referido conceito deve ser interpretado como sinônimo de cálculo entre arcos feitos de acordo com as razões trigonométricas. Elas são importantes pois permitem calcular os valores do seno, cosseno e tangente de dois ângulos somados, uma vez que essa soma não é dada corretamente somente pela adição de um ângulo ao outro ou, em termos matemáticos, sena senb não é a mesma coisa que sen(a b), sendo está última fórmula a correta.

Existem fórmulas prontas que permitem realizar o cálculo das quatro operações básicas envolvendo as transformações. Como não poderia deixar de ser, vamos começar com as mais simples: a adição e a subtração, por meio das fórmulas capazes de a soma ou subtração do seno, cosseno e tangente de dois arcos.

1. Para calcular a soma e subtração de senos: essas duas operações são dadas, respectivamente, pelas fórmulas sen(a b) = sena.cosb senb.cosa; e sen(a – b) = sena.cosb – senb.cosa;

2. Para calcular a soma e subtração de cossenos: as fórmulas seguem uma lógica diferente da aplicada no tópico anterior (por isso, cuidado), sendo dadas por cos(a b) = cosa·cosb – sena·senb; e cos(a – b) = cosa·cosb sena·senb;

3. Para calcular a adição e subtração de tangente: neste caso, deve-se tomar diversos cuidados pois é necessário considerar as condições de existências, ou seja, as restrições existentes para o uso das fórmulas, pois tanto a fórmula de adição quanto a fórmula de subtração de tangentes só podem ser utilizadas quando a e b são diferentes de π/2 2kπ. onde π corresponde a aproximadamente 3,14 e k é a constante, um número inteiro. Tendo isso em mente, a fórmula de adição de tangentes é tg(a b) = tga tgb/1 – tga·tgb, com 1 tga·tgb ≠ 0; e a subtração dada por tg(a – b) = tga – tgb/1 tga·tgb, com 1 – tga·tgb ≠ 0.

Dessa fórmula é possível deduzir mais 3 quando a = b, ou seja, quando o ângulo a tiver o mesmo valor de b. São elas: sen2a = 2sena·cos; cos2a = cos2a – sen2a; e tg2a = 2tga/1 – tg2a, com a diferente de a ≠ π/2 kπ e de a ≠ π/4 kπ.

Soma e adição na forma de produto

Em algumas situações, as fórmulas descritas acima não poderão ser aplicadas ou darão muito trabalho para que seja possível chegar ao resultado. Quando for este o caso, é possível utilizar as fórmulas de adição e subtração na forma de produto. Essas fórmulas são dadas por:

– sena senb = 2. cos(a b / 2) . cos(a – b / 2);
– sena – senb = 2. cos(a b / 2) . sen(a – b / 2);
– cosa cosb = 2. cos(a b / 2) . cos(a – b / 2);
– cosa – cosb = 2. sen(a b / 2) . sen(a – b / 2);
– tga tgb = sen(a b) / cosa . cosb
– tga – tgb = sen (a – b) / cosa . cosb

As fórmulas vistas acima podem parecer assustadoras à primeira vista, mas assim que são postas em prática por meio de exercícios, você verá que além de terem uma aplicação relativamente tranquila, elas são úteis em uma série de situações, e com certeza serão de grande ajuda para você em algum momento.

Propriedades e reciclagem do chumbo

O chumbo é um metal pertencente ao grupo 14 da tabela periódica, como elemento químico de símbolo Pb, número atômico 82, sendo 82 prótons e 82 elétrons e massa atômica igual a 207,2 u.m.a., em temperatura ambiente o chumbo é encontrado em estado sólido.

O chumbo é um metal denso e pesado, macio e maleável, tóxico e com baixa tensão elétrica, ou seja, ele é pobre em condução elétrica. Sua cor é cinza-azulada, que remete ao prateado bem claro e fica acinzentado quando exposto ao contato com o ar.

Propriedades e reciclagem do chumbo

O chumbo é de fácil extração na natureza e é considerado um dos metais mais antigos em uso pela humanidade, especula-se que o uso deste material já dura 7000 anos, desde os antigos, além do fácil acesso, o fácil manuseio complementa sua popularidade entre os homens desde de eras passadas.

Sobre o uso do chumbo

O chumbo é muito utilizado na construção civil para diversos fins como também para:
• fabricação de munição;
• fabricação de soldas;
• fabricação de sabonetes e desodorantes antibacterianos
• fabricação de ácidos, por exemplo, ácido sulfúrico, já que o chumbo é resistente à corrosão provocada por ácidos;
• fabricação e composição de ligas metálicas;
• baterias para carros e autos em geral;
• revestimento de cabos elétricos, já que é baixo condutor de eletricidade;

A exposição constante ao metal, nas fabricações acima e no manuseio podem ser prejudiciais à saúde. Com o uso exacerbado do material ao longo dos anos, existem relatos de contaminações em seres humanos.

Os danos mencionados foram: problemas no sistema nervoso, possível infertilidade, vômitos, anemia, convulsões chegando em alguns casos ao óbito, em casos de intoxicação mais severa e maios exposição ao metal.

Em contraponto o chumbo pode ser um auxiliador da saúde, sendo benéfico para a absorção de certos tipos de radiação, neste caso, sendo aplicado à aparelhos de raio-x , absorvendo e barrando alguns efeitos colaterais desta exposição ao ser humano.

A utilização do chumbo já está inserida na sociedade e tem grande valor, tanto químico, quanto social e basta apenas ser usado da forma correta, para evitar os riscos citados, por seu mal-uso, ou longa exposição sem os devidos cuidados.

Reciclagem de chumbo

Por ser tóxico ao organismo humano e para reuso do material, para evitar apenas sua extração da natureza, é importante a sua reciclagem e ela é possível, porém pouco desenvolvida no Brasil e até no mundo.

53% do chumbo encontrado no Brasil e no mundo advém de chumbo metálico secundário, ou seja, reciclado. A matéria prima mais utilizada para neste processo é a bateria de carro. Uma informação valiosa é a de que o chumbo pode ser reciclado diversas vezes, sem perder suas características físicas e químicas originais. Isso sim, é um verdadeiro incentivo para o aumento da reciclagem desse material.

Como dissemos anteriormente, o chumbo é um metal denso, resistente à corrosão, mas que apresenta alto grau de toxicidade, quando encontrado em suas formas líquida e gasosa. Por esta razão sua reciclagem é tão necessária, tanto do ponto de vista econômico, quanto do ponto de vista ambiental.

Um dado alarmante quanto aos processos de reciclagem é que as indústrias de reciclagem são poluidoras em potencial, as fontes desta poluição são os ácidos contidos nas baterias e nos metais nelas contidos.

Durante todo o processo de reciclagem existe a emissão de gases poluentes, existe a possibilidade de conter e evitar essa poluição com métodos de neutralização, filtros para retenção de gases e partículas contaminadoras, deposições em aterros adequados, monitoramento dos processos, exames médicos periódicos nos funcionários que estejam participando deste trabalho, monitoramento do solo e das condições subterrâneas periódicos.

Não é garantido que todas as empresas cumpram esses trâmites, por isso a alta taxa de poluição advinda da reciclagem do chumbo.

Baterias automotivas

As baterias automotivas de chumbo representam até 70% de todo o metal chumbo distribuído no mundo, logo as maiores fontes de sucata de metal. A reciclagem desse material visa prioritariamente a reutilização do chumbo, porém outras partes podem ser reutilizadas.

O método de reciclagem utilizado nas baterias, na maior parte dos casos, é o pirometalúrgico. Feitos em fornos tipo: cuba, revérberos, rotativos ou outros tipos de fornos elétricos. Mais de 90% do chumbo encontrado nas baterias de carros, motos e caminhões, está nas grades, curiosamente.

Com os prós e contras do uso e extração do chumbo, é necessário ter uma regulamentação de seu manuseio e de sua reciclagem, isso porque é um metal de grande vali para diversas áreas e para precaver potenciais contaminações, tanto ambientais quando de saúde das pessoas que o utilizam para diversos fins, em diversas categorias.

Com toda a regulamentação necessária é possível obter apenas os bônus que o chumbo traz para a vida moderna e evitar as consequências de uma utilização excessiva e sem tratamentos periódicos.

Identificação de gram positivo e antibiograma

O estudo da identificação das substâncias gram positivas teve início em 1884, com o cientista dinamarquês Hans Cristian Gram. Esse bacteriologista foi responsável por definir a técnica de coloração de bactérias, a chamada coloração Gram. Durante o estudo, Hans optou por colorir lâminas com raspas de uma cultura que queria estudar com violeta de genciana.

Identificação de gram positivo e antibiograma

Os resultados desse experimento surpreendeu o pesquisador dinamarquês. Por meio da experiência, ele conseguiu notar que as bactérias presentes nessas rapas de cultura, quando coradas, não possuíam a capacidade de desbotar na presença do álcool, desde que fossem tratadas com iodo de forma preventiva.

Quando notou essa característica, Hans avançou seu estudo e adicionou outros corantes, substâncias que chamou de contracorantes, como a fucsina básica e a safranina. Dessa forma, foi possível classificar como gram positivas as bactérias de cor roxa e como gram negativas as bactérias que ficavam vermelhas.

Essas definições de cores dependem diretamente da formação da parede celular presente na bactéria. Quando a estrutura é considerada mais simples, a coloração geralmente será positiva. No caso de estruturas mais complexas, a coloração tende a ser negativa.

A identificação do gram positivo

De maneira geral, definimos como coloração de Gram a técnica de coloração geralmente usada para separar as espécies de bactérias em dois diferentes grupos: as bactérias gram positivas e as bactérias gram negativas.

Existem alguns fatores que vão atuar diretamente no processo de diferenciação do gram positivo para o gram negativo. Esses fatores são a composição química e física das paredes celulares bacterianas, as propriedades presentes nessas paredes celulares e também a própria coloração das bactérias estudadas.

Em laboratórios de microbiologia e de análises clínicas, a coloração Gram é vista como uma técnica extremamente importante e essencial na obtenção de resultados exatos e precisos de diversos tipos de pesquisas. Em análises clínicas, esse método é usado principalmente na hora de identificar toda a morfologia das bactérias ou para estabelecer se a quantidade de bactérias presentes em uma amostra clínica é realmente significativa.

Dito isso, concluímos que as bactérias gram positivas são aquelas que, ao serem submetidas ao método de coloração de Gram, acabam apresentando uma cor azul escura ou violeta. As bactérias gram positivas são o extremo oposto das bactérias gram negativas, caracterizadas por serem substâncias que não possuem a capacidade de fixar a violeta de genciana e acabam retendo apenas a safranina e a fucsina, característica que acaba dando uma coloração mais avermelhada para as bactérias.

Mas por que as bactérias gram positivas possuem a capacidade de reter os corantes violetas? Isso acontece principalmente pela eleva quantidade de peptidoglicano presentes nas paredes celulares dessas bactérias. O peptidoglicano é um polímero formado principalmente por aminoácidos e açúcares. Eles dão origem a toda malha presente na região externa da membrana celular de uma bactéria, a chamada parede celular.
Em bactérias gram positivas, a camada de peptidoglicano acaba sendo muito mais forte e espessa do que nas bactérias gram negativas. Esse polímero representa cerca de 90% do peso seco das bactérias gram positivas e somente 10% das bactérias gram negativas.

Identificação do antibiograma

Tipo de teste de laboratório utilizado para detectar de maneira precisa a presença de um tipo de bactéria, o antibiograma é um exame que especifica o tipo de micro-organismos que está presente no corpo de um paciente, o porque ele está causando alguns sintomas específicos nessa pessoa e se essa bactéria é sensível ou resistente a um determinado tipo de tratamento.

Para realizar o antibiograma, é preciso ter um meio de cultivo chamado de agar. O tipo de agar mais usado para esse teste é o Agar Mueller Hinton, substância adicionada diretamente na placa de Petri para a obtenção dos resultados.

Diversos tipos de substâncias podem ser utilizadas para a realização do antibiograma, como tecidos, sangue, saliva, urina e até mesmo fezes. Geralmente, os resultados desse tipo de teste ficam prontos em até cinco dias.

O antibiograma tem se mostrado como um teste laboratorial fundamental para o auxílio de médicos que precisam definir o que está causando o problema de saúde no paciente em questão e quais medicamentos devem ser utilizados para combater essa bactéria. Por meio desse exame, o profissional da saúde consegue saber se a bactéria é sensível ou resistente aos antimicrobianos que foram testados no antibiograma.
Dessa forma, o médico responsável pelo caso diminui suas chances de receitar um tratamento ou medicamento errado para o paciente, garantindo que a bactéria em questão não é resistente a forma de tratamento escolhida para o caso específico. Isso torna o processo de cura mais rápido e, principalmente, mais eficaz.

Os meios de cultura chamados de agar possuem todos os nutrientes necessários para que os micro-organismos utilizados no teste cresçam e se multipliquem de maneira adequada. Quando não há o crescimento de bactérias durante a pesquisa, dizemos que a cultura foi considerada negativa.

Conscienciologia

Ciência criada por Waldo Vieira, médico e médium brasileiro, a conscienciologia é uma dissidência do espiritualismo que amplia seus conceitos e se influencia pela Nova Era. Como o nome indica, ela se propõe a estudar a consciência humana que se funde ao que se denomina como alma, espírito, individualidade, self e ego, atribuindo a ela vida própria e capaz de transcender aos conceitos biológicos.

Conscienciologia

Contrastando com a metodologia científica tradicional, sua abordagem é mais subjetiva e valoriza o experimentalismo, a partir da sustentação da crença de fenômenos parapsíquicos que incluem a reencarnação e a projeção astral. Também possui jargões científicos próprios para encontrar definições mais abrangentes sobre seus estudos.

Como surgiu a conscienciologia

Sua abordagem sobre a consciência foge as regras convencionais e propõe uma nova análise sobre ela. Segundo sua proposta a consciência transcende as fronteias da existência material e inclui as percepções extrassensoriaias que até então não são consideradas pela ciência tradicional.

A conscienciologia foi formada pelo médico, odontologista e médium Walter Vieira. Ainda jovem conhece o médium Chico Xavier e desenvolve inúmeros trabalhos na cidade de Uberaba. A parceria publicou vários livros e estudos sobre o espiritismo, assim como ele próprio psicografou livros da série André Luiz. Ao lado de Xavier, Waldo Vieira atendeu a população e psicografou cartas sempre de forma voluntária.

Ao se mudar para o Rio de Janeiro, Waldo Vieira se desliga do trabalho com Chico Xavier. Era o ano de 1966 quando inicia seus estudos sobre experiências fora do corpo, também chamadas por ele de projeção da consciência e que se torna o pilar de todo o desenvolvimento da conscienciologia. Pelos resultados, Vieira se torna membro das mais importantes organizações de pesquisa parapsicológica do mundo.

Para descrever tudo o que vem conhecendo em teoria e prática, lança seu livro “Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo” que se torna uma das principais referências sobre o tema. Ao atrair tantos interessados e adeptos da prática, Waldo Vieira cria o Centro de Consciência Continua para reforçar as pesquisas e experiências sobre o assunto e que dá forma ao próximo livro “Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano”.

Neste livro há mais de 1900 referências bibliográficas que envolvem 37 países e chancelam o amplo e rigoroso estudo realizado por Waldo Vieira. O livro é considerado a principal obra brasileira sobre projeção humana da consciência e se torna base de estudos para centros de pesquisa em todo o mundo.

Em 1988 criou no Rio de Janeiro o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia. Nele Waldo Vieira abriu espaços para que interessados pudessem aprender, se informar, debater e viver experiências sobre a consciência. Mas em 1995 foi criado o Centro de Altos Estudos da Conscienciologia, o CEAEC, o primeiro campus conscienciológico. Sem fins lucrativos, o local é dedicado aos estudos profundos da ciência e fica em Foz do Iguaçu na cidade de Cognópolis, apelidada de Cidade do Conhecimento ou Bairro do Saber.

Como funciona a conscienciologia

A conscienciologia entende que a consciência se manifesta em termos como a alma, espírito, ego e individualidade, sendo capaz de se apresentar em outras dimensões fora da vida humana. Seu enfoque é na consciência inteira e que está presente em uma realidade maior do que conhecemos, englobando os corpos, dimensões e existências que pode se formar.

Ela não se limita ao corpo físico e nem age a partir das motivações cerebrais como a ciência tradicional indica. Segundo experimentos e teorias, é possível se manifestar além das limitações corporais que se traduz nas experiências fora do corpo.

Há quatro tipos de estados básicos para que a consciência possa se manifestar:

1 – Estado consciencial intrafísico que é a consciência imersa na matéria humana, dentro do corpo;

2 – Estado consciencial extrafísico que leva a consciência a uma outra dimensão fora da matéria já morta ou que ainda não se constituiu pelo nascimento físico.

3 – Estado consciencial projetivo é quando a consciência saiu temporariamente fora do corpo físico, mas o individuo não percebe;

4 – Estado consciência contínua é a lucidez da projeção, onde o individuo sabe o que está acontecendo e pode influenciar o processo.

O estado de consciência contínua permite que se perceba todos os processos de separação do corpo e da consciência, incluindo a soltura do energossma, do psicossoma e até da soltura do mentalsoma. É o foco de todos que estudam com rigor a ciência.

A consciência utiliza seu conjunto de corpos para vivenciar esses quatro estados de consciência. Esse conjunto de corpos é denominado de holossoma, enquanto o soma é o corpo humano, o energossoma é o corpo energético, o psicossoma é o corpo emocional e o mentalsoma o corpo mental. A matéria física unifica esses conjuntos de corpos de consciência, enquanto nos outros estados ela se manifesta em dimensões múltiplas.

Para a conscienciologia a vida humana é apenas uma entre as tantas outras existentes para a mesma consciência. Faz parte de sua crença as vidas passadas e as tantas que serão vividas no futuro por cada um.

Como também é penseniza, a consciência mantém pensamentos positivos e negativos que são emitidos em qualquer das suas dimensões. Dessa forma se torna fundamental conhecer o seu padrão individual de pensamento assim como o de terceiros que o influenciam, fazendo uma higienização para promover pensamentos mais saudáveis.

A partir dessa “limpeza”, a conscienciologia promove o entendimento de como a consciência é indestrutível, o discernimento pode ser amadurecido e aplicado de forma mais racional, reconhecer como a si mesmo agente catalisador da prisão e evolução de si mesmo e obter o máximo de desrepressão.

Ouro branco

Quando pensamos em ouro, a primeira coisa que chega na nossa cabeça é a cor amarela, dourada e brilhante, encontrada principalmente em joias, relógios, acessórios de beleza e as famosas barras de ouro. Porém, o ouro branco também existe e foi desenvolvido há muito tempo para a produção de joias e acessórios.

Ouro branco

Para entender a formação do ouro branco, precisamos entender o que são as ligas metálicas. Materiais que possuem as mesmas características dos metais que se formam a partir de dois ou mais elementos químicos, as ligas metálicas são produzidas de maneira artificial e possuem propriedades que a maioria dos metais considerados puros não tem.

O maior exemplo de liga metálica é o ouro branco. Mas do que ele é composto? Desenvolvido para substituir a platina, o ouro branco é totalmente composto por ouro, prata, paládio e níquel. A platina é um metal de transição muito difícil de ser encontrado na natureza, o que acaba elevando seu custo. Por isso, o ouro branco foi desenvolvido para substituí-la.

Produção e formação do ouro branco

Geralmente, o ouro branco é formado por 75% de ouro e 25% de metais brancos, como a prata, o níquel e o paládio. Mas essas porcentagens não são consideradas como regras, por isso, podem sofrer alterações durante a produção dessa liga metálica. Para formar o famoso ouro branco de 18 quilates, é necessária a utilização do ouro 24 quilates com a mistura de partes semelhantes de prata e de paládio.

Mas como é feita a formação do ouro branco? Durante a mistura de elementos, o objetivo é alcançar uma liga metálica que tenha uma cor tão clara quanto a coloração da platina. Por isso, a mistura acaba passando por um processo de galvanização, também chamado de banho de ródio.

Técnica que atua no revestimento de um metal por outro, a galvanização tem como principal objetivo a proteção do elemento contra os efeitos da corrosão e a melhora da sua aparência. Esse revestimento é feito por meio da eletrólise e também pode ser realizada através da total imersão do metal que receberá o revestimento diretamente no metal fundido que fará a função de revesti-lo.

Diversos metais podem ser utilizados para revestir uma peça durante o processo de galvanização. Os principais e mais usados durante essa técnica são:

Cromo, realizando a cromagem;
Níquel, realizando a niquelação;
Prata;
Zico;
Estanho;
Ouro;
Paládio

Quando possui níquel em sua composição, o ouro branco geralmente é utilizado para que joias por fundição sejam feitas. Isso acontece porque o níquel é um elemento químico que possui um ponto baixo de fusão, cerca de 1455°C, característica que faz com que os custos da produção dessas joias seja mais baixo e o manejo dos materiais se torne mais fácil também.

O ouro branco paladinado também é muito famoso e é feito com a presença do metal paládio. Nesse caso, o uso da técnica de fundição para a fabricação das joias com paládio não é indicada, pois o ponto de fusão desse elemento é muito alto e pode chegar a 1544°C.

Por se tratar de um metal extremamente raro e que possui um grau de pureza extremamente elevado, o paládio acaba agregando muito valor para as peças que são feitas com sua utilização. Por isso, o ouro branco paladinado é considerada uma liga metálica extremamente valiosa e que custa muito caro.

Todas as peças produzidas com o ouro branco paladinado e que possuem essa matéria-prima como principal elemento da peça são feitas com processos diferentes da fundição, que não se aplica muito bem nesses casos. Essas peças se destacam no mercado e são alvo de consumo de homens e mulheres por não causarem dermatites, as famosas alergias que causam muita conceira e irritação na região em que a joia é utilizada.

Quilates

Com o passar dos anos, o ouro puro acabou se tornando um elemento pouco utilizado. Agora, é muito comum que ele seja misturado com outros elementos, formando ligas metálicas como o ouro branco. Por isso, para medir a sua pureza, utilizamos a denominação quilate.

O quilate consegue indicar exatamente a quantidade de partes de ouro que estão presentes na mistura de uma ligação metálica. Isso significa que o quilate corresponde à razão presente na massa de ouro e na massa total da mistura. Essas partes são multiplicadas por 24 e, dessa forma, consegue-se definir a quantidade de ouro puro presente na peça.

É preciso ter em mente a variação que a composição da liga metálica pode ter. Essas alterações na formação da liga metálica podem causar impactos importantes na aparência do metal finalizado. Dependendo dos elementos químicos utilizados, o resultado final pode apresentar um prateado mais vivo ou um prateado mais brilhante. Em geral, o ouro branco é uma liga que não apresenta muito brilho e possui um tom mais acinzentado.

Revolução Cubana

A Guerra da Independência Cubana, que evoluiu para a Guerra Hispano-Americana, foi a última de outras três que tinham como objetivo libertar a nação da Espanha. Foram 30 anos de batalhas que resultaram em mais de 300 mil pessoas mortas. Cuba foi, portanto, uma das últimas nações americanas a se declarar livre dos colonizadores.

Revolução Cubana

Com o apoio bélico dos EUA, após sua independência com a Espanha Cuba selou um laço comercial e político com os americanos, que incluía a possibilidade de intervenção plena sobre a ilha. Dessa forma, Cuba saiu da colonização espanhola para ficar sob um domínio implícito dos americanos, que acabaram abrindo espaço para a Revolução Cubana. A guerra retirou a influência americana da ilha e instaurou o comunismo.

Período que antecede a Revolução Cubana

Ao se tornar um Estado independente, Cuba teve o comando de José Marti, um intelectual que tinha todo o apoio americano para estar no poder. Com estreitos laços políticos, Marti permitiu e assinou a Emenda Platt dando plenos poderes aos Estados Unidos, que poderiam intervir livremente nas posições políticas, culturais e econômicas da Nação.

Em pouco tempo Cuba se transformou no que se chama de “quintal” americano, trazendo grandes empresas americanas para a região, mas que tinham como foco a exploração do trabalho nativo, isenções econômicas e inclusão da cultura americana em detrimento da gerada pela população. Isso transformou Cuba num Estado de política frágil, dependente e que se submetia rigorosamente ao comando americano, causando ainda mais prejuízos e desconfortos do que a colonização espanhola.

Depois da declaração de independência espanhola, Cuba recebeu várias ocupações militares americanas em seu território, como forma de impor ainda mais a ideia de que a ilha devia obediência americana. Os Estados Unidos incluíram em seu território os 117 km² de Guantánamo, que fica ao sul da ilha; lá, construíram sua base naval e uma prisão que atualmente abriga terroristas e presos de guerra.

Fulgêncio Batista virou presidente pela primeira vez num golpe de estado chamado de “Revolta dos Sargentos”, que derrubou o ditador Gerardo Machado. E mesmo após sair do poder, se manteve no controle por trás dos outros presidentes que serviram apenas como fantoches sob sua influência.

Em 1940 Fulgêncio Batista foi eleito democraticamente pelos cubanos, com uma plataforma populista e apoio irrestrito americano. Apoiou os aliados na Segunda Guerra Mundial e abriu as indústrias de açúcar, turismo e cassinos aos americanos. Seu governo foi pontuado pelo rigor da violência e por uma corrupção sistêmica, que logo deixaram os cofres públicos vazios. Voltou a concorrer à presidência em 1952 e, diante do evidente fracasso, liderou um golpe militar e tomou novamente o poder.

Neste momento instalou uma ditadura com suspensão da Constituição que ele mesmo havia criado em 1940, instaurou a pena de morte, revogou as liberdades políticas, aumentou seu salário e ainda assim foi reconhecido pelos americanos como presidente de Cuba. Em seu governo as diferenças sociais ficaram ainda mais evidentes e graves, com latifundiários ainda mais ricos pela ligação com os americanos e a população ainda mais pobre com a exploração.

Enquanto Cuba ostentava luxuosos nightclubs, com cassinos e hotéis comandados pela máfia americana, a população era negligenciada em suas necessidades básicas e oprimida politicamente. Fulgêncio se defendia de todas as formas contra qualquer possibilidade de oposição ao seu governo, através de torturas e assassinatos.

A Revolução Cubana

Os primeiros indícios da revolta foram iniciados pelos estudantes, que começaram a se mobilizar. Com suas ideias revolucionárias chegaram até mesmo a atacar o palácio presidencial, mas os lideres foram mortos e os grupos dispersos. Em seguida outro grupo de estudantes, liderado por Fidel Castro, começou a se formar e a agir para atingir seus objetivos.

O início da Revolução Cubana se deu quando esse grupo de Fidel assalta o Quartel Moncada e Bayamo em Santiago, no ano de 1953, para roubar armas. Considerado um ataque suicida, o líder Fidel Castro e seu irmão foram condenados a 15 anos de prisão, mas foram libertados após dois anos de intensa pressão política em Fulgêncio Batista.

Fidel e Raul Castro foram exilados no México, de onde puderam reorganizar seus guerrilheiros para tomar Cuba de Batista. Foi neste período que conheceram o médico Ernesto Che Guevara, que se uniu a eles para liderarem um pequeno exército – que, mesmo com inúmeras baixas, conseguiu conquistar várias cidades cubanas contra Fulgêncio Batista.

O discurso dos rebeldes era de um novo governo revolucionário, baseado na justiça social. Dentre as propostas estavam a de reforma agrária, controle governamental das indústrias e tornar as necessidades básicas da população a prioridade. Com a condição de extrema pobreza e falta de perspectivas que a população vivia, os camponeses se uniram ao pequeno exército e ampliaram as vitórias em ainda mais cidades.

Após conquistar inúmeras cidades com o apoio da população, os rebeldes acabaram com o governo de Fulgêncio Batista em 1959 e iniciaram um novo regime político e econômico no país. Baseados nas ideias do filósofo Karl Marx e dos comunistas europeus, o novo governo tinha como base a melhoria das condições de vida dos mais pobres.

Como todas as propostas do novo governo contrariavam os interesses americanos, logo os EUA começaram a responder Cuba com suspensões de exportações de açúcar, deixando a economia cubana com profundas dificuldades. Ao mesmo tempo a URSS se aproximou ainda mais de Cuba, oferecendo uma maior sustentação da nova política.

Os EUA estavam sob o governo de John Kennedy e iniciaram retaliações mais profundas nos Cubanos, como o rompimento das ligações diplomáticas, tentativas de contragolpes e invasão das Baia dos Porcos, que só deixaram ainda mais claros e fortes os laços cubanos com os russos.

A URSS aproveitou a união com Cuba para instalar mísseis apontados para os americanos e transformar a ilha no território estratégico mais importante, que ficava ao lado do país inimigo. Como era o auge da Guerra Fria, os EUA reagiram e isolaram Cuba economicamente do resto do mundo.

Dessa forma, Cuba acabou não conseguindo andar de forma independente como desejava, já que precisava do apoio russo para que sua economia pudesse se movimentar. Logo os projetos sociais que tanto eram mencionados começaram a tomar corpo e a qualidade de vida da população teve um grande salto. Cuba se transformou num dos países referências mundiais em educação, saúde e esportes, pelo seu foco total nessas áreas.

Fidel Castro foi primeiro-ministro de Cuba entre 1959 a 1976 e presidente entre 1976 até 2008, quando saiu por motivos de saúde e deixou seu irmão no lugar. Nacionalista e marxista-leninista, era também o líder do Partido Comunista de Cuba até 2011. Advogado e filho de uma família rica e dona de fazendas, suas ideias foram formadas quando estudava na Universidade de Havana. Seu governo era socialista autoritário unipartidário, levando Cuba a uma ditadura socialista que promoveu o planejamento econômico central, atingiu os mais altos índices de desenvolvimento humano e social, a menor taxa de mortalidade infantil de todas as Américas, a erradicação do analfabetismo e a desnutrição infantil. Porém, possuía total controle estatal: suprimiu toda e qualquer liberdade de expressão e de imprensa, oprimindo os rebeldes com prisões e penas de morte.

Após a dissolução da URSS, Cuba ganhou novas ideias de antiglobalização focadas no ambientalismo, mantendo sua imagem externa controversa. Enquanto críticos o intitulavam de ditador totalitário, muitos admiravam Fidel Castro como um dos mais importantes líderes da história da humanidade.

Barão de Mauá e a industrialização no Império

Irineu Evangelista de Souza, ou, como ficou conhecido, o Barão de Mauá, foi um dos maiores responsáveis pela industrialização do Brasil no período imperial. Ele foi tão importante que este período é chamado historicamente como a “Era Mauá”, o que ajuda a ilustrar o quanto isso foi um divisor de águas na realidade do Brasil.

Barão de Mauá e a industrialização no Império

Por este motivo, é de extrema importância conhecer bem como a industrialização se deu através das estratégias do Barão de Mauá. A seguir, aprenda tudo o Barão de Mauá e a industrialização no Império.

Quem foi o Barão de Mauá

Nascido na então Vila de Nossa Senhora da Conceição do Arroio Grande, no que hoje é o Estado do Rio Grande do Sul, Irineu Evangelista de Souza se tornou um comerciante e empresário bastante sagaz.
Inteligente e visionário teve sua ascensão social baseada em trabalho duro. Também foi diplomata, banqueiro, político e industrial e teve um papel gigantesco no desenvolvimento da indústria nacional em sua época.

O início de sua vida de trabalho foi ainda muito jovem, quando com 11 anos já atuava como balconista de um comércio de tecidos. Aos 23 anos se tornara sócio de seu próprio empreendimento focado em produtos importados, o que o levou a viajar para Inglaterra para conseguir insumos.

Foram estas viagens que fizeram com que ele percebesse que haviam oportunidades a serem criadas por aqui. Junto a isso, havia a Lei Alves Branco, de 1844, que tinha aumentado os impostos dos produtos importados, dificultando os negócios.

O Barão de Mauá, portanto, percebeu que era preciso focar na produção interna e assim agiu, de forma bastante audaciosa e focando em um futuro mais promissor. Foi quando conseguiu investimentos bancários a fim de estaleiros na região de Niterói, que mais tarde se tornariam a indústria naval imperial.

As indústrias de Irineu não ficam focadas somente na produção de barcos, mas também desenvolveram o mercado interno de máquinas a vapor, pequenos guinchos e marcenaria, canos e até armas, diversificando seus mercados e se tornando o gestor mais bem sucedido de sua época.

Com uma visão bastante moderna e capitalista impregnada dos exemplos que viu na Inglaterra, Irineu conseguiu ainda mais investimentos e passou a fornecer serviços para iluminação pública, rodovias e ferrovias. Foi devido a estes empreendimentos e seu trabalho incansável que conquistou o título de Barão de Mauá.

Ele ainda fundou bancos e com seu pensamento que ia além de seu tempo, baseado na economia liberal, também defendia o livre mercado e o fim da escravidão. Foi este tipo de pensamento que fez com que ele se tornasse alguém não muito querido de muitos latifundiários da época e ainda que fosse perseguido, criticado e algumas situações, até sabotado em alguns de seus projetos.

O barão de Mauá ainda investiu seu dinheiro e atuou nas áreas de transportes, com bondes puxados por tração animal e até na internacionalização do país, com uma empresa de telégrafos submarinos que ligava o Brasil à Europa. A euforia, a competência e o trabalho sem fim do Barão de Mauá, ajudaram com que tivesse sucesso o suficiente para se tornar um investidor bancário e com outros sócios, criou a Banco Mauá & Cia, que ainda naquela época, chegou a ter diversas filiais, inclusive no exterior.

Tudo isso fez com que soluções que antes só pudessem ser encontrada fora do Brasil passassem a fazer parte da economia nacional. Houve então uma explosão de negócios contando com fornecedores nacionais. Isso foi possível também devido às políticas de protecionismo da época.  Neste período foi criado o Código Comercial, que regulamentava as transações comerciais das empresas que surgiam. Todo este desenvolvimento e crescimento incomodava os escravagistas e produtores rurais do país, e foi aí que começou a se dar seu fim.

A queda do Barão de Mauá

O ano de 1875 é marcado historicamente pela crise da Era Mauá, mas sua crise e decadência se deram um pouco antes. Já em 1865, criou-se a “Tarifa Silva Ferraz” que veio para reduzir os custos de produtos importados mais uma vez. Isso acabou atingindo em cheio os negócios do Barão de Mauá e a industrialização no Império, já que muitos empresários passaram a adquirir produtos vindos de fora.

Havia ainda muitos líderes que não simpatizavam com as ideias modernizadoras dele, e outras dificuldades foram surgindo no caminho. Com isso, suas empresas, inclusive o banco, acabaram indo a falência e ele se viu obrigado a vender a maioria de seus negócios para liquidar as dívidas.

Por algum tempo, ainda se manteve ativo, mesmo que não como sócio destas empresas. Mais tarde, com a ajuda de seus familiares e com o pouco de capital que lhe restara, passou a se dedicar a corretagem de café.
Mas isso não durou muito, já que a idade avançada e a diabetes o impediram de chegar novamente o a sucesso. O Barão de Mauá e a industrialização do Império sofreram, portanto, um grande baque devido ao pensamento retrógrado e escravagista de seu tempo.

Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, faleceu com 76 anos de idade poucas semanas antes do fim do Império, em sua casa em Petrópolis.

Freqüência Absoluta

A estatística é uma ciência que possibilita a análise de cenários a partir de dados quantitativos e qualitativos de uma amostra populacional significativa. Através da estatística a sua professora de matemática pode, por exemplo, saber qual a nota média dos alunos do terceiro ano do ensino médio, da escola onde você estuda, nos últimos cinco anos.

Freqüência Absoluta

Para fazer esses cálculos é possível considerar a quantidade total de estudantes ou uma amostra que represente essa população. Ao analisar esse histórico, a professora poderá calcular também a probabilidade dessa nota média se repetir, nos próximos cinco anos.

A estatística realiza várias operações matemáticas, simples ou complexas, para responder as questões de uma determinada pesquisa. Por isso, a estatística pode ser aplicada a todas as áreas do conhecimento.

Um levantamento estatístico muito conhecido por todos é o censo demográfico, o qual possibilita, entre tantas informações, projetar o crescimento populacional nos próximos 10 anos. E, a partir dessas informações, os gestores públicos podem planejar, por exemplo, quantas escolas precisarão construir para atender a demanda de estudantes, na década seguinte.

O que é [frequência absoluta]?

Para saber a quantidade de notas 10 em uma classe de 40 alunos, nos dois primeiros bimestres do ano, a professora de matemática analisa a lista de alunos e suas respectivas notas. Assim, ela saberá quantas vezes a nota 10 aparece na tabela de resultados, ou seja, qual foi a frequência desse resultado, naquele período.

A [frequência absoluta] corresponde à quantidade de ocorrências de um mesmo resultado. Se no exemplo dado, 20 alunos alcançaram a nota 10, podemos dizer que a frequência absoluta desse levantamento estatístico foi 20 vezes.

Nesse cálculo é necessário definir:
Período avaliado: 1º quadrimestre de 2017
População estatística: 40 alunos do terceiro ano do ensino médio
Unidade estatística: cada aluno desta classe
Variável estatística: a quantidade de notas 10
Frequência absoluta: número de ocorrências da nota 10
Resultado da frequência absoluta: 20 alunos tiraram nota 10
Outro exemplo de frequência absoluta:

Nesta mesma classe, a professora de língua portuguesa pesquisou a quantidade de livros de literatura brasileira que os alunos leram, no ano anterior.

Período pesquisado: ano letivo de 2017
População estatística: 40 alunos do 3º ano do ensino médio
Variável estatística: número de livros lidos
Frequência absoluta: quantidade de livros lidos
Resultado frequência absoluta : 10 alunos (6 livros); 15 alunos (4 livros) e 15 alunos ( 2 livros)
Total de livros lidos: 150 (10 x6 15×4 15 x2)

Número de alunos Quantidade de livros lidos (Frequência absoluta)
10 6
15 4
15 2

Por que é importante conhecer a frequência absoluta?

De imediato, a frequência absoluta mostra a quantidade de ocorrências de um evento. A partir dessa informação podemos seguir adiante fazendo outros cálculos matemáticos para responder a questões de um levantamento estatístico como: Quais os percentuais de alunos que leram a maior e a menor quantidade de livros de autores nacionais? O que esses resultados representam, quando comparados à média de livros lidos, ao ano, no Brasil?

Porém, para fazer análises mais aprofundadas é necessário calcular outro tipo de frequência, a [frequência relativa]. Isto só é possível quando conhecemos a frequência absoluta. A frequência relativa corresponde ao percentual representado pela frequência absoluta dentro do universo pesquisado.

Considerando o exemplo anterior, podemos informar que 25% dos alunos daquela classe leram 6 livros de literatura brasileira, cada um deles, em 2017. Ou que 37,5% desses estudantes leram 4 livros, no período avaliado.

A frequência relativa, portanto, permite uma visualização melhor do cenário e análises comparativas com outros dados estatísticos como os resultados obtidos em outra classe da mesma escola ou com o perfil do leitor brasileiro, por exemplo.

E se a professora quiser saber qual o autor preferido dos alunos? Bem, primeiro ela terá que ampliar a tabela, incluindo os títulos dos livros e seus respectivos autores, lidos por aluno. Assim ela encontrará, além das frequências absoluta e relativa, outro dado importante.

A partir da frequência absoluta, é possível calcular outra informação importante para a estatística que é o evento com maior número de repetições. Este dado é denominado moda. Então temos que:
Moda = é o evento que se repete mais vezes.

Digamos que, ao relacionar os livros lidos por seus alunos, a professora encontrou a seguinte informação: o livro mais lido foi “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, escolhido por 35 alunos. Portanto, a moda, evento mais repetido, foi a leitura desse clássico da literatura brasileira.

Resumo:

O que você precisa saber para calcular a frequência absoluta:

Definir o objetivo do levantamento estatístico
Estabelecer a população estatística a ser pesquisada
Organizar os dados obtidos em uma tabela
Quantificar a frequência absoluta de cada evento analisado

Com essas informações você poderá calcular a frequência relativa e moda.

Estas informações ajudaram você a entender o que é frequência absoluta?

Compartilhe e leia outros artigos no blog!

Reação de Simples Troca

Você provavelmente já deve ter ouvido falar da reação de simples troca, também conhecida de reação de deslocamento.

Reação de Simples Troca

Estudamos essa situação nas aulas de química e essa reação costuma ser simples, como já diz seu próprio nome. Ocorre quando estão presentes uma substância composta (que possui dois elementos químicos) e uma substância simples.

Para que a reação de deslocamento aconteça é preciso que estejam presentes dois reagentes, que resultarão ao final em dois produtos.

A diferença é que um dos reagentes é um elemento químico e o outro um composto químico. O resultado dessa reação é uma nova substância simples e uma nova substância composta.

Podemos representar uma reação de simples troca por:

A BC -> B AC ou A BC -> AB C

Esse tipo de reação química recebe também o nome de reação de deslocamento porque a substância simples desloca da substância composta um elemento químico simples. Assim temos um novo composto químico e um novo elemento.

Subtipos de reações de simples troca

Existem dois subtipos de reações de simples troca. Em um deles, os elementos A e B são metais, enquanto que o elemento C é um não-metal ou semimetal. Na segunda opção A e B são ametais ou semimetais e C é um metal.

1. Por exemplo:

Zn 2HCl -> ZnCl2 H2

O zinco é mais reativo que o hidrogênio, por isso ele é quem se junta com o cloro. O resultado da reação entre zinco e ácido clorídrico é cloreto de zinco e gás hidrogênio.

Aqui temos uma reação entre um metal e um composto ametal.

2. Vejamos outro exemplo:

Cl2 2 KI → 2 KCl I2

O cloro é mais reativo que o iodo, por isso a reação ocorre. Então a reação de cloro com iodeto de potássio resulta em cloreto de potássio e iodo.

Aqui temos a reação entre um ametal e um composto metal-ametal.

3. Mais um exemplo:

FeS2 Ca -> Fe CaS2

O cálcio é mais reativo que o Ferro. Então em uma reação de dissulfeto de ferro e cálcio temos como resultado ferro com dissulfeto de cálcio.

Esse é um caso em que temos um metal reagindo com um composto metal-ametal.

4. Mais um exemplo:

Cl2 2NaI -> 2NaCl I2

O cloro é mais reativo que o Iodo e, portanto, assume seu lugar. Assim, em uma reação de Cloro com Iodeto de sódio temos como resultado cloreto de sódio (também conhecido como sal de cozinha) e iodo.

Esse é um exemplo de reação entre dois ametais e um metal. O Cloro e o Iodo são ametais enquanto que o Sódio é um metal.

• Eletronegatividade dos elementos químicos

O deslocamento que resulta na reação química ocorre de acordo com a eletronegatividade dos elementos envolvidos, sendo assim temos que:

Li > Cs > Rb > K > Ba > Sr > Ca > Na > Mg > Al > Mn > Be > Zn > Cr > Fe > Cd > Co > Ni > Sn > Pb > H > Sb > Bi > As > Cu > Hg > Ag > Pd > Pt > Au

Que significa dizer que para o deslocamento de cátions (ou íons positivos), o lítio é o elemento com maior prioridade.

F > O > Cl > Br > I > S > C > P > H

Já no caso de deslocamento de ânions (íons negativos), quem tem maior prioridade é o Flúor.

Observe que, quando falamos de cátions, estamos falando de metais e semimetais, enquanto que quando falamos de ânions tratamos de ametais.

Como saber se uma reação de simples troca irá ocorrer

Para saber se uma reação de simples troca irá ocorrer basta consultar a eletronegatividade dos elementos químicos envolvidos.

Isso significa dizer que a substância simples que você pretende fazer reagir com uma substância composta precisa ter maior eletronegatividade que os elementos presentes no composto químico.

Vejamos agora alguns exemplos:

• Zn CuSO4 → Cu ZnSO4

Essa reação ocorre, pois, o zinco é mais eletronegativo do que o cobre. No entanto, caso quiséssemos experimentar a reação inversa, ela não aconteceria.

O motivo? Como o zinco é mais reativo que o cobre, este não conseguiria deslocá-lo para então fazer a reação de simples troca.

• Zn 2 HCl → ZnCl2 H2

Essa reação ocorre também. Já que o Zinco é mais reativo que o hidrogênio quando posicionado como um metal (no caso com o comportamento de um metal).

Agora o contrário não ocorreria, já que o hidrogênio é menos reativo que o zinco.

• I2 KCl → Não ocorre.

Essa reação de deslocamento não ocorreria, já que o iodo é menos reativo que o cloro.

• Cl2 2 NaI → 2 NaCl 1 I2

A reação de simples troca também pode ocorrer entre os ametais e segue a mesma regra. O elemento deve ter maior reatividade para que consiga deslocar o outro e causar a reação.

No exemplo o cloro é mais reativo que o iodo, o que faz com que seja possível acontecer a reação de deslocamento ou substituição.

Agora você já sabe o que é a reação de simples troca e como ela funciona.

Conhecimento Científico

O ser humano detém diferentes espécies de conhecimento, que vão desde os mais rudimentares, comuns a todos os indivíduos, até os mais complexos e aprofundados. Essa segunda categoria corresponde ao conhecimento científico. Em um primeiro momento, é útil perceber que o senso comum é amplamente utilizado no dia a dia, mesmo que a pessoa não se dê conta. Ele está presente na realização de tarefas cotidianas, e a maioria dos sujeitos não questiona se o procedimento está correto ou errado.

Conhecimento Científico

Características do conhecimento científico

Uma das características fundamentais do conhecimento científico é a chamada sistematização. Isso porque o saber em questão é ordenado e tem como fundamento um conjunto de preceitos que formam uma teoria.

Outro elemento importante desse saber é a verificabilidade. Ou seja, qualquer ideia ou teoria apresentada precisa ser comprovada a partir dos recursos da ciência para ser aceita como conhecimento científico.

Aqui, é válido apontar que o conhecimento científico é falível. Sendo assim, os resultados não são definitivos e determinadas premissas podem ser derrubadas ou substituídas por outras. No geral, essa substituição ocorre a partir de novos experimentos e estudos.

Pode-se dizer então que o conhecimento científico opõe-se ao senso comum por ser questionador. Ou seja, o senso comum só apresenta o motivo, porém não determina os caminhos que levaram às conclusões relatadas. Ele é pautado sobretudo nas crenças populares e nas noções que são transmitidas por várias gerações por meio de heranças culturais.

Outros fatores relacionados ao conhecimento científico e requerem atenção. Veja:

• Objetividade;
• Racionalidade
• Factualidade;
• Analiticidade;
• Comunicabilidade;
• Explicabilidade;
• Acumulabilidade;

Os passos a serem seguidos pelo método científico são os seguintes:

• Experimentação;
• Elaboração de hipóteses;
• Repetição da experimentação por outros cientistas;
• Repetição da experiência para testar as hipóteses;
• Formulação das leis e generalizações.

Quando os estágios mencionados acima não são atendidos, o pensamento representa unicamente um conhecimento filosófico. Nesse cenário, as verificações devem estar atreladas à lógica dos experimentos científicos e passíveis do escrutínio dos demais especialistas.

Uma breve história da ciência

Há variadas concepções do conhecimento científico ao longo do tempo, cada uma delas com as suas especificidades. Contudo, elas podem ser listadas do seguinte modo:

• Ciência Grega (do século VII AC até o fim do século XVI)
• Ciência Moderna (do século XVII até o fim do século XIX)
• Ciência Contemporânea (início do século XX até o momento atual)

Ciência Grega

Conhecida também como filosofia da natureza, tinha como interesse primário a natureza das coisas e do ser humano. Esse conhecimento estava vinculado à filosofia, disciplina hoje separada da ciência. Os pré-socráticos afastaram-se da mitologia, que creditava os fenômenos a forças espirituais, em particular os deuses. Eles inseriram a concepção de que existe uma ordem no universo que não depende da intervenção divina.

Nos moldes de Platão, o real não se encontra nas ocorrências e fatos tomados pelos sentidos. O mundo de verdade está nas ideias, e é desvendado na busca pela verdade, por meio de diálogo ou da criação de teses.

Para Aristóteles, o conhecimento está ligado a um argumento lógico que sustente os princípios defendidos. Afinal, todo o efeito deve suceder um atributo ou causa.

Ciência Moderna

Entre os marcos fundamentais para a ciência moderna está o trabalho de Galileu Galilei, que introduziu a geometria e a matemática como ferramentas científicas. O estudioso ainda aplicou o teste quantitativo experimental para se chegar à nomeada verdade científica. A perspectiva acerca do universo oferecida por Galileu distinguia-se significativamente do pensamento aristotélico, ainda impregnado por crenças religiosas e mitológicas. Por conseguinte, ele alcançou um domínio do debate científico, bem como do diálogo experimental. Esse diálogo implicava o emprego da inteligência e da razão para desenvolver um entendimento matemático do real. A natureza, por sua vez, tinha com incumbência concordar ou não com o modelo sugerido.

Ciência Contemporânea

Já na ciência contemporânea, os expoentes citados com mais frequência são Einstein e Popper. No começo do século XX, as ideias de ambos foram vistas como revolucionárias. Durante esse período, houve uma grande mudança nos parâmetros de ciência e do método científico. As normas antigas, consideradas incontestáveis antes, deram espaço a uma abordagem mais crítica. Como consequência, desmistificou-se a compreensão de que o método científico é algo guiado por regras rígidas que todos os pensadores devem obedecer para produzir uma tese científica. Dado o contexto, estabeleceu-se que existem tantas metodologias possíveis quanto há problemas identificados e cientistas em atividade.

Na ciência atual, a tarefa do pesquisador começa com a detecção de alguma dúvida, combinada à necessidade de se inquerir e formular respostas para elucidá-la. O processo progride em decorrência da demanda por resoluções para um dilema, que surge de certo fato ou conjunto de teorias.

De acordo com o conhecimento científico contemporâneo, não há diretriz para uma descoberta relevante. Por isso, a ocupação do cientista assemelha-se a do artista. Os caminhos percorridos até uma resolução podem ser os mais distintos, desde que acate às convenções já descritas no presente artigo.

Em suma, é correto afirmar que a ciência coloca-se como uma investigação, uma busca constante por respostas para os questionamentos propostos. Basta olhar para a história da ciência para se constatar que inúmeros fundamentos foram alterados ou revistos por causa de padrões novos. Um exemplo foi quando Galileu aprimorou áreas da mecânica de Aristóteles e Einstein conseguiu o mesmo com Newton.

Responsabilidade Civil

Um dos aspectos relevantes da estruturação da sociedade humana são os conflitos. Os conflitos são decorrentes da percepção individual ou coletiva daquilo que é correto, que é uma das bases da formação do direito enquanto disciplina e instrumento de regulação das normas de conduta do indivíduo e dos grupos.

Responsabilidade Civil

A responsabilidade civil é um dos elementos do direito, que se insere nesse arcabouço social, que envolve a defesa daquilo que é correto, a propriedade, os direitos individuais e o tratamento da responsabilidade e da culpa perante o bem alheio, podendo ser esse material ou imaterial.

A função da responsabilidade civil é garantir que cada indivíduo tenha direito a reparação quando atingido por ações de terceiros que lhe imponham perdas materiais ou de cunho moral, emocional ou psicológico.

Para sair da teoria e tornar o tema mais acessível ao cidadão comum, um bom caminho é trabalhar em cima de uma situação recorrente, um exemplo capaz de nortear o aprendizado sobre a questão.

É prática consagrada entre os proprietários de automóveis a contratação de um seguro. Preliminarmente, o seguro é a contratação de um direito, que antecipa a transformação de riscos em fatos. Por exemplo, garante o seguro que um segurado, ao ter o carro roubado, uma vez que esteja esse fato comprovado pelos meios legais, tem direito a uma indenização no valor do bem suprimido.

Outras garantias do seguro contemplam direitos acessórios, como a disponibilização de um veículo reserva para que o proprietário não fique desprovido da função a que se propunha o bem suprimido, assim como em caso de acidente, garante indenizações ao titular em caso de danos físicos.

Nesse contexto, se insere a responsabilidade civil, como garantia a terceiros. Essas garantias se estendem aos ocupantes do veículo, porventura atingidos em sua integridade física por qualquer evento em que a responsabilidade seja imputada ao segurado. Estende-se, ainda, a terceiros que, porventura, sofram prejuízos em consequências de ação ou omissão do titular do seguro.

Parte-se do princípio legal de que aquele que acarreta prejuízos morais, físicos ou materiais a terceiros é responsável, perante a lei, pelo reparo desses danos. Sendo assim, se, porventura, o proprietário do veículo segurado avançar o sinal e colidir com um outro veículo, está caracterizada a responsabilidade do condutor, acarretando a obrigação de reparar na mesma monta o prejuízo causado ao veículo do terceiro.

A responsabilidade civil de passageiros garante, ainda, aos ocupantes do veículo o custeio de eventuais despesas médicas, caso essas sejam decorrentes do acidente.

O seguro é a forma pela qual o contratante se protege contra os riscos, inclusive o de ter que indenizar terceiros em função de atos danosos de sua responsabilidade. O fato de não possuir seguro não exime, todavia, o causador desses danos do devido reparo, que seja proporcional ao prejuízo causado. Cabe a ele arcar com os mesmos prejuízos, dispondo de recursos próprios.

Outro aspecto da responsabilidade civil diz respeito aos lucros cessantes. Um danos causado a um bem de produção, que funciona como meio para gerar lucro à vítima, causa-lhe um prejuízo claro. Por conta disso, cabe ao causador do dano o ônus de indenizar o terceiro pelas perdas acarretadas por seu ato ou omissão, especificamente o lucro que deixa de ser aferido. Portanto, essa indenização deve ser equivalente ao prejuízo diário causado pela perda do meio de subsistência pelo número de dias pelo qual essa privação se perpetua.

Não se restringe a responsabilidade para com terceiros a danos ocorrentes em consequência de atos ilícitos. Se um caminhão trafega carregado e, por algum incidente, parte da carga cai na pista e danifica um outro veículo, não está, à priori, caracterizado um ilícito, mas está presente o fato jurídico do qual derivam as obrigações da responsabilidade civil. Portanto, mesmo que o dano seja involuntário e não decorrente de uma ação ilícita, a responsabilidade para com terceiro não cessa, cabendo o devido reparo.

Vale ressaltar que a Justiça é o órgão aparelhado para dirimir dúvidas a respeito e caracterizar a responsabilidade, bem como estabelecer o valor do reparo, respeitando fundamentos jurídicos como a proporcionalidade do mesmo e o nexo causal, sendo esse último a comprovação da relação entre o fato gerador do dano e o dano propriamente dito.

Pressupostos da responsabilidade civil

São três os pressupostos dessa figura jurídica: a ação, a omissão e a imputabilidade.

A ação e a omissão são os pressupostos que caracterizam a condição para que haja a punição. O dano pode ser decorrente de uma ação, ilícita ou não, que cause um dano a alguém. Pode, também, ser decorrente de uma omissão. Suponhamos que o desabamento da carra do caminhão citado acima tenha ocorrido em função da não atenção a cuidados consagrados para evitar que acidentes ocorram em consequência do fato em questão. Nesse caso, o causador do acidente está obrigado ao reparo em função de sua omissão.

A culpabilidade é a variável que caminha no sentido oposto, sendo aquela que pode eximir o indivíduo da obrigação perante a responsabilidade civil. A situação mais comum é aquela que envolve prejuízos causados por um menor de idade. O menos é inimputável.

Outro fator de inimputabilidade é a condição mental do autor. Em ambos os casos, o que implica uma responsabilidade para uns não o é para outros, eximindo desses últimos a culpa.

Danos materiais e imateriais

Como já foi abordado no começo, os danos podem ser materiais ou imateriais.

Os danos materiais são aqueles que atingem bens jurídicos, aqueles que possuem valor econômico e indenizável. Danos econômicos causados á vítima em virtude do evento proporcionado pelo culpado, mesmo que físicos, também são considerados danos materiais, desde que dele recorram despesas, caso específico do atendimento médico.

Os danos imateriais abrangem um arcabouço mais complexo, pois estão dispostos sobre bens intangíveis, com valores subjetivos, como honra, imagem e liberdade.

Como indenizar um cidadão que fica preso em virtude de um erro jurídico? Como quantificar o dano moral causado por um boato ou infâmia? Nesse caso, é mais complexa a atuação da Justiça, mas a responsabilidade civil está caracterizada e, comprovado o dano, estará o autor passivo do respectivo reparo à vítima.

Potência de base inteira

A matemática costuma ser a matéria mais temida por estudantes da educação básica, quer seja por estudantes do ensino médio ou quer seja por aqueles do ensino fundamental. De fato, ela pode ser complicada, uma vez que é necessário obedecer uma série de regras para que os cálculos fiquem corretos.

Potência de base inteira

Dentre essas regras, existem por exemplo as condições de existência. Vamos supor que estamos tentando resolver a seguinte operação, bastante simples: 9 / 0. 9 é divisível por números racionais, inteiros, racionais e mesmo irracionais. No entanto, nenhum número é divisível por 0, e é justamente essa a condição de existência dessa operação, ou seja, a conta não pode ser realizada.

Este é apenas um dos muitos exemplos de operações em que é necessário checar a condição de existência e assim poder ou não efetuar a operação. Neste artigo, trabalharemos com uma temática fundamental em matemática: a potenciação, mais especificamente a potenciação de base inteira.

Entendendo o conceito

A potenciação, também chamada de exponenciação, é uma operação matemática que consiste na multiplicação de fatores iguais ou, em outras palavras, quando um número presente na base é multiplicado pela quantidade de vezes determinada pelo expoente. Vamos fazer um exemplo bastante simples: 2 elevado à segunda potência (2).

Segundo a definição acima, número da base deve ser multiplicado pela quantidade presente no expoente. Assim, 2 x 2 = 4, portanto, 2 elevado à segunda potência é igual a 4. Se o expoente fosse 3, deveríamos fazer 2 x 2 x 2 = 8. Portanto, 2 elevado à terceira potência é igual a 8. 2 elevado à quarta potência é igual 16, elevado à quinta potência igual a 32, e assim por diante.

Vale ressaltar que existem algumas condições de existência que devem ser checadas sempre que se trabalha com exponenciação. Quando qualquer número é elevado à potência 1, o resultado sempre será o próprio número pois, para continuar em nosso exemplo, 2 x 1 = 1. Quando o número da base é elevado a 0, o resultado sempre dará 0 pois 2 x 0 = 0. No entanto, quando a base for 0 elevado a 0, o resultado será 1 ou indeterminado.

Outra importante observação que deve ser feita é em relação às operações exponenciais que possuem incógnitas. Quando a incógnita está na base, a operação pode ser facilmente resolvida. Como exemplo, podemos citar a operação x elevado à terceira potência é igual a -8. Já vimos que o número 2 elevado à terceira potência é igual a 8, e como o resultado está 8 negativo, pode-se facilmente concluir que x corresponde a -2, pois -2 x -2 x -2 = -8.

No entanto, a mesma coisa não pode ser dita quando a incógnita corresponde ao expoente, pois quando temos -2 elevado à potência x igual a -8, a solução sempre será inexistente, independente de qual número esteja na base.

Operações com potências de base inteira

As operações com expoentes são uma das dúvidas mais comuns dos estudantes, e isso se deve ao fato de cada tipo de potenciação requerer uma regra específica para que o cálculo seja realizado. São elas que veremos na sequência.

-Quando existe a multiplicação por duas bases iguais com expoentes diferentes. Exemplo: supondo que seja necessário fazer a operação 2 elevado à terceira potência multiplicado por 2 elevado à quinta potência, o resultado deve ser calculado conservando a base e somando os expoentes. Assim, o resultado dessa operação será 2 elevado à oitava potência, que é igual a 256;

-Multiplicação de uma base com dois expoentes: é muito comum se deparar com contas do tipo 2 elevado à segunda potência elevado à terceira potência. Nestes casos, é necessário conservar a base e multiplicar os expoentes. Assim, 2 x 3 = 6, portanto o resultado será dado por 2 elevado à sexta potência, que dará 64;

-Multiplicação de duas bases diferentes com expoentes iguais. Neste caso, a base deve ser multiplicada e o expoente mantido. Portanto, 2 elevado a 3 e 3 elevado a 3 será dado por 2 x 3 elevado à terceira potência, que será igual a 6 elevado a 3, igual a 72;

-Quando na base é uma fração com números diferentes: outra situação bastante comum é contas exponenciais nas quais existe uma fração na base elevada a determinado expoente. Neste caso, ambas partes da fração devem ser elevadas ao expoente, como em 4/2 elevado a 2, que será 4 elevado a 2 dividido por 2 elevado a 2, resultando em 8 dividido por 4, que é igual a 2;

-Quando a base é uma fração de partes iguais e expoentes diferentes: existem casos como 4 elevado a 4 dividido por 4 elevado a 2. Nestes casos, o número da base deve ser mantido e o segundo expoente ser subtraído por primeiro, que no caso do exemplo será 4 – 2 = 2, portanto o resultado será dado por 4 elevado a 2, igual a 8.

Resumo La Casa de Papel – Série da Netflix

Leia neste artigo tudo sobre o Resumo La Casa de Papel, Série da Netflix.

Resumo La Casa de Papel - Série da Netflix

A história de um roubo inusitado e muito bem elaborado se tornou um dos maiores sucessos da Netflix de todos os tempos. A minissérie espanhola La Casa de Papel conquistou os brasileiros com tamanha comoção, que obrigou ao serviço streaming a readaptar os episódios e dividir a história em duas temporadas.

Febre das redes sociais e atraindo até mesmo pessoas pouco afeitas a acompanhar séries, a trama se desenrola quando oito pessoas entram na Casa da Moeda espanhola, fazem reféns e ficam dias trancados com eles no local para fabricar seu próprio dinheiro. Eles seguem os planos do Professor, que do lado de fora arquiteta inúmeras situações para despistar a polícia e mantê-los informados para evitar surpresas.

O sucesso surpreendente de La Casa de Papel

Enquanto oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda espanhola, o líder do grupo fica do lado de fora manipulando a polícia de acordo com seu interesse. A proposta é realizar o maior roubo da história, mas é também o mais arriscado de todos.

Até o fim o expectador se surpreende com uma trama bem amarrada, montada com planos inovadores e situações imprevisíveis causadas especialmente por um dos reféns. Com personagens factíveis e complexos, é impossível não torcer para que consigam atingir o sucesso da empreitada, mesmo que não seja a atitude correta a se fazer.

O gênero de filmes de assaltos utiliza fórmulas muito semelhantes para conquistar o expectador, que muitas vezes desenvolve uma forte empatia pelos ladrões diante de um enredo quase sempre surpreendente e de personagens espertos e criativos. A proposta clássica mostra um crime perfeito sob o ponto de vista dos ladrões.

Em La Casa de Papel não é diferente e o enredo leva a muito mais do que um simples roubo. Eles estão questionando o sistema, criticando o capitalismo e se enchem de boas intenções para desempenhar seus papeis de ladrões benfeitores. Em alguns países esse contexto gerou polêmicas, como na Turquia onde um político de Ancara a definiu como um incentivo a rebeldia social.

Ao apresentar detalhes sobre a história de cada um dos ladrões, o expectador vai criando laços emocionais com eles e compreendendo o que fez com que se tornassem os malfeitores e alguns ainda são vistos como justiceiro. Eles demonstram suas fraquezas, desventuras e vão estabelecendo um relacionamento com os reféns que só engrossam essa empatia. Os nomes de cada um com nome de cidades é uma homenagem ao filme “Cães de Aluguel” onde cada um tem um nome de cor.

Outro ponto alto da série é como ela se desenvolve, muito mais semelhante a um filme dividido em capítulos do que um seriado tradicional. O orçamento é bem mais enxuto que cada episódio de uma série americana de sucesso, o que só demonstra a qualidade de roteiristas, fotografia, elenco etc. Inclusive o roteiro consegue amarrar drama, tensão, intriga e romance numa equilibrada mistura.

O enredo é desenvolvido quase em tempo real, ideal para plataformas como a Netflix e o perfil de seus consumidores. AS séries vistas em TVs são exibidas em capítulos semanais, enquanto na Netflix o expectador pode assistir quantos episódios desejar, até mesmo toda a temporada num só dia.

Resumo La Casa de Papel - Série da Netflix

Criada por Alex Pina e exibida anteriormente num canal aberto espanhol com uma discreta audiência, La Casa de Papel é uma bela demonstração da qualidade de filmes apresentados pela nova geração espanhola, que começa a ganhar a América Latina.

A febre global só aconteceu após sua compra pela Netflix, que a dividiu em duas partes e incluiu mais detalhes em seus episódios. Embora seja falado originalmente em espanhol, a série tem sido sucesso em várias língua como EUA, Índia, Arábia Saudita e Turquia, ampliando a lista de fãs dos ladrões com máscaras de Salvador Dali e macacões vermelhos.

Esse traje exclusivo da série foi sucesso no carnaval e vem ajudando a enfeitar até mesmo festas infantis, onde o gosto dos pais se torna o mais importante. Diante de tamanha procura e repercussão, a Netflix se adiantou em produzir a terceira temporada, que será exibida exclusivamente no canal virtual.

A nova temporada tem sido mantida em segredo, para aguçar ainda mais a curiosidade dos fãs. Não se sabe ao certo quais os personagens que se manterão no elenco e nem como será a nova história. O mais provável é que a história siga outro caminho e mantenha os personagens principais, sem deixar de incluir grandes surpresas.

Resumo da primeira temporada de La Casa de Papel

A série foi lançada originalmente na Espanha com quinze episódios e na Netflix ganhou uma edição que a transformou em duas temporadas com treze episódios cada. O que poderia se tornar um produto desmembrado deu muito certo e a primeira etapa mostra como foi a elaboração do plano do Professor em roubar a Casa da Moeda espanhola.

Misterioso, o Professor planeja o maior assalto do século e para isso recruta oito pessoas arrojadas, com habilidades específicas e sem nada a perder. Elas devem entrar na Casa da Moeda para imprimir 2,4 bilhões de euros, ou seja, fabricar o próprio dinheiro do roubo. A missão está programada para demorar onze dias e eles ainda precisam lidar com sessenta e sete reféns, a intensa força militar, seus próprios conflitos internos e as surpresas que vão surgindo pelo caminho.

Resumo La Casa de Papel - Série da Netflix

O professor é um brilhante estrategista e do lado de fora vai manipulando a polícia conforme o interesse de seus planos. Tudo o que acontece, por mais que parece surpreendente, foi racionalmente arquitetado por ele. Essa mente se reflete na escolha pelos criminosos e a missão que cada um deles cumpre em cada etapa do plano. Como nada é por acaso, a própria tomada de reféns e a provocação do cerco policial fazem parte da estratégia.

A série começa apresentando Tóquio fugindo da polícia em crimes anteriores ao assalto. Logo é abordada pelo professor, que a apresenta o plano e os outros participantes que se designam como nome de cidades como Berlim, Denver, Rio, Nairóbi, Moscou, Helsinque e Oslo. As ações a serem realizadas têm como intuito enganar a polícia para que se consiga imprimir o dinheiro e fugir com sucesso ao final da empreitada.

Algumas etapas são mais específicas, como a que engloba a inspetora Raquel e equipe de investigadores, tratada diretamente pelo Professor. Ela e o professor vão desenvolvendo uma relação contraditória de confiança aliada a paixão, que tem em Angel, ex-marido de Raquel, um obstáculo a ser quebrado.

Ao entrarem na Casa da Moeda, os assaltantes fazem reféns, dentre eles a filha do embaixador do Reino Unido, que é a melhor forma de barganha para mantê-los salvos enquanto produzem as notas. Por causa dela os policiais cumprem todas as exigências como levar comida a todos e a evitar qualquer tipo de invasão que possa arriscar os inocentes.

Uma das estratégicas dos assaltantes é fazer com que reféns vistam os mesmos macacões vermelhos e máscaras de Salvador Dali, para que aos olhos da polícia sejam confundidos e impeçam uma ação mais violenta. Dessa forma, eles podem negociar na parte de fora com os policiais, que não conseguem distinguir ladrões de inocentes.

Os reféns mais fortes acabam trabalhando também para eles, cavando um túnel que supostamente será feito como fuga. Na verdade, com o desenvolvimento da série o expectador vai entender que esse túnel é apenas uma das formas de despistar a polícia e o verdadeiro plano de fuga é desenvolvido sem que ninguém perceba.

Para que o plano saia rigorosamente conforme o planejado, o professor também estabeleceu regras aos assaltantes, para que a relação entre eles pudesse se manter focada na ação. Dentre elas era proibida a relação afetiva entre eles e deveriam evitar ao máximo saber qualquer informação sobre sua vida fora daquela situação.

Como são falíveis como seres humanos, como todos são, eles não conseguem manter essa regra. A primeira delas é a paixão entre Tóquio e Rio, que se envolvem ao ponto de causarem riscos ao plano em vários momentos da trama. Inclusive, essa relação acaba permitindo aos policiais identificarem suas verdadeiras identidades.

Na convivência, Rio vai se mostrando bastante ciumento, tem reações tempestivas com Denver e uma amizade muito próxima com Nairóbi. Mas ainda assim é possível conviver amistosamente entre eles, que nutrem total desprezo apenas por Berlim. É Berlim quem comanda a operação na parte de dentro da Casa da Moeda, mantendo uma comunicação estreita com o professor e que logo deixa claro que eles já se conheciam de forma mais íntima anteriormente.

Só não fica claro inicialmente que tipo de ligação afetiva eles nutrem, que pode ser de um casal homossexual, amigos de infância ou até mesmo irmãos. Berlim é o mais cruel e agressivo de todos, com ações mais frias e sarcásticas ao longo do sequestro.

Resumo La Casa de Papel - Série da Netflix

Dentre os reféns, os amantes Monica e Arturo se destacam e são o principal complicador do plano. Arturo é um homem egoísta, resistente aos sequestradores e que toma atitudes muito duvidosas, que colocam em cheque o seu caráter ambíguo. Como o fato de descobrir a gravidez de sua amante Monica e ainda assim não aceitar a ideia de se separar da esposa.

A decepção de Mônica com Arturo acaba a aproximando de Denver. Rompendo mais uma das regras de não se envolver também com os reféns, Denver conta sua história de vida e acaba se apaixonando por ela. Mas diante de uma atitude equivocada de Monica e que coloca todos em risco, Denver é obrigado a matá-la para que nenhuma outra vítima tenha alguma atitude semelhante.

Como Denver não consegue seguir a ordem de Berlim, ele arma um plano com Monica para fingir tê-la matado. Escondida em um cofre, todos acreditam que ela está morta e é criada uma reação em cadeia tanto para os sequestradores quanto os reféns. Moscou, o pai de Denver, fica arrasado ao acreditar4 que seu filho é um assassino, enquanto Arturo não acredita que ela esteja realmente morta, agindo de forma ainda mais incontrolável.

Numa dessas situações impulsivas, Arturo acaba agindo de forma exaltada na área externa da casa e é alvejado pelos policiais, que o confundem com um dos sequestradores. Arturo não morre e os sequestradores requisitam um médico para retirar as balas alojadas no refém, aproveitando para implantar uma escuta em um dos agentes disfarçados de enfermeiro, Angel.

Moscou se deprime tanto com a suposta ação do filho, que ameaça se suicidar de desgosto e acaba descobrindo a verdade sobre a situação. Denver e Arturo ainda passam por inúmeras situações de conflitos, pela disputa de Monica.

Outra regra que não foi cumprida é a da não violência contra os reféns e quando o Professor descobre que Berlim mandou matar Mônica, como castigo acaba expondo sua identidade aos policiais. Numa situação de distração, Oslo, um dos assaltantes, é ferido mortalmente enquanto alguns reféns conseguem escapar, o que cria uma divisão entre a equipe de sequestradores e provoca ações mais contundentes de Berlim para que o grupo se mantenha ligado ao seu comando.

Na parte externa da Casa da Moeda, o Professor começa a se envolver amorosamente com a agente Raquel, enquanto se aproxima cada vez mais dela como sequencia de seu plano. A forma meticulosa como o Professor age é um dos pontos altos da trama, capaz de desestabilizar os agentes e a modificar completamente os rumos das investigações.

Na linha tênue da estratégia e do risco de ser descoberto, o Professor chega a se disfarçar de mendigo para fugir da força policial. Mas é especialmente genial ao manipular a relação entre Raquel e Angel, que descobre sua verdadeira identidade, mas acaba sofrendo um acidente grave de carro e adia sua revelação.

Ao final da primeira temporada, o Professor acompanha Raquel à fazenda onde foi traçado todo o plano. Os investigadores recolhem inúmeras provas sobre os integrantes do grupo, mas tudo ali foi minuciosamente preparado pelo Professor.

Resumo da segunda temporada de La Casa de Papel

O início da segunda temporada é no mesmo ponto onde terminou a primeira: na fazenda que serviu de quartel general do grupo de ladrões. E logo no primeiro capítulo é demonstrado que tudo ali foi preparado para despistar os policiais e não para de fato desvendar o crime.

 

Resumo La Casa de Papel - Série da Netflix

A segunda temporada tem um foco maior nas relações pessoais, ainda mais do casal externo formado pelo Professor e a investigadora Raquel. Enquanto ela não sabe que está se apaixonando pelo chefe da quadrilha, o Professor fica entre manter a estratégia de enganá-la e se entregar a paixão que também sente.

O ritmo meio amalucado e intenso permanece, mas não tão voraz quando na primeira temporada. O ritmo ainda é de videoclipe e mescla o assalto no interior da Casa da Moeda com as ações externas protagonizadas pelo Professor. O Professor continua sendo um verdadeiro ninja na arte de ocultar provas segundos antes de serem desvendadas, deixando o expectador sem fôlego.

Outro destaque é a relação sempre provocativa de Tóquio com Berlim, que chegam a brincar de roleta russa durante o assalto, até que ela seja expulsa do local e presa pela polícia. Berlim é destituído do papel de líder, dando a vez para Nairóbi no comando. Mas Berlim abraça os holofotes e decide aparecer sem máscaras, dando entrevistas que batem recordes de audiência.

Dentre as tramas que ocorrem nessa temporada estão o resgate de Tóquio num carro de polícia e que a leva de volta à Casa da Moeda, numa demonstração que até mesmo sua expulsão fazia parte de uma das estratégias do Professor. Raquel enfim descobre que o Professor é o criminoso cabeça da operação e acaba sendo acusada de cúmplice por não conseguir prendê-lo.

O final emocionante inclui a entrada do Professor na Casa para contar o dinheiro fabricado, a tentativa frustrada de Raquel em prendê-los, a morte de Berlim para ajudar os comparsas e uma fuga eletrizante que vai deixar os expectadores fixados na tela.

As Cruzadas e o desenvolvimento do comércio

A criação das cruzadas tem como sustentação o avanço do cristianismo em terras islâmicas, mas por trás da religiosidade está o interesse em expandir o território europeu e alcançar novos domínios, especialmente no Oriente Médio.

As Cruzadas e o desenvolvimento do comércio

Alguns importantes centros comerciais como Veneza e Gênova, estimulavam os mercadores a financiar o movimento das Cruzadas, com dinheiro, embarcações e outros recursos materiais. Tudo pelo interesse em ampliar seu fluxo comercial, para trazer ao cotidiano europeu produtos antes exclusivos do oriente.

A importância de Jerusalém e o início das Cruzadas

Os árabes tiveram um período de grande prosperidade e conquistas na Era Medieval, onde os muçulmanos dominavam nações para implantar sua religião no máximo de territórios possível. Dentre eles está a conquista da Terra Santa, especialmente a cidade de Jerusalém, cidadã importantíssima tanto para judeus quanto para os cristão que cada vez aumentavam mais na Europa.

Considerada uma das cidades mais antigas do mundo, Jerusalém está localizada nas montanhas da Judeia entre o Mar Morto e o Mar Mediterrâneo, sempre sendo disputada de forma política, religiosa e comercial. Há séculos é considerada sagrada pelas principais religiões chamadas de abraâmicas (que se iniciaram pelos ensinamentos de Abraão), o judaísmo, islamismo e cristianismo, onde ate os dias de hoje é reivindicada por elas.

Cercada por muralhas que hoje a dividem em quatro bairros destinados aos armênios, cristãos, judeus e muçulmanos, no século XI Jerusalém foi dominada pelo mundo islâmico que se estabeleceu plenamente em todo território da Palestina. No início de sua expansão, os muçulmanos ainda permitiam a visita de cristãos para conhecer a cidade mais importante na vida de Jesus Cristo. Mas logo essas visitas foram proibidas e o tráfego religioso e comercial da região se fechou para o ocidente.

A cidade de Jerusalém foi fundada pelo Rei Davi e seu filho, Rei Salomão, construiu o Primeiro Templo a Deus e que transformou a região como o local mais importante para o judaísmo. Descrita no Velho Testamento que compõe a Bíblia e o Torá, Jerusalém foi a cidade onde Jesus Cristo passou seus últimos dias na Terra e onde foi crucificado, morto e ressuscitado, segundo os cristãos.

Já para os muçulmanos, Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islamismo, e onde Maomé teve sua ascensão ao paraíso. Na cidade, há a Mesquita de Al-Aqsa e a Pedra Fundamental onde se considera o ponto exato que Maomé foi para o céu.

Diante da proibição da peregrinação à região, o papa Urbano II convocou cristãos europeus para lutar contra os muçulmanos em Jerusalém, para que o acesso a Terra Santa fosse liberado. Esse exército religioso recebeu o nome de Cruzadas e foi designado aos seus soldados o perdão de seus pecados para que pudessem ir para o céu.

A denominada Guerra Santa entre os soldados cristãos da Cruzada e os muçulmanos, durou dois séculos, um grande número de mortos e regiões inteiras devastadas. Os muçulmanos eram mais sofisticados em suas técnicas e foram os vencedores, mantendo seus domínios e determinações na região. Porém, a proposta das cruzadas foi muito além do esperado e houve um ganho inquestionável na cultura europeia.

O comércio e as cruzadas

Em paralelo a guerra religiosa, havia o interesse europeu em expandir suas terras e buscar novas fontes comerciais. Nesse período houve uma diminuição drástica nas invasões bárbaras, que levaram as nações a criar uma maior estabilidade, produzir mais produtos agrícolas, mas também a crescerem muito mais do que a capacidade.

Como começou a surgir muito mais procura por terras e pouca oferta, o sistema feudal entrou numa crise, onde os nobres começaram e buscar mais espaços para suprir sua necessidade de poder e riqueza. Como cessaram a divisão de poder até mesmo entre os filhos, a herança ficava apenas para o mais velho enquanto os outros deveriam buscar suas próprias fontes através de casamentos monetariamente vantajosos, ingressar na carreira militar, entrar para o comércio ou partir para uma vida amoral de crimes ou ilegalidades.

Com a proibição pelos muçulmanos de entrar em Jerusalém e a eminência de fechar todas as fronteiras orientais, a Europa procurou ações para mudar o quadro e obteve a ajuda do papa Urbano II. Durante o Concílio de Clermont ele inflamou os ânimos cristãos, que se viram impedidos de manter suas peregrinações na Terra Santa, para que lutassem contra os ditos “infiéis”. Além do estímulo da fé, o Papa Urbano II também deu a todos os combatentes o perdão após a morte, para que pudesse ir direto ao paraíso e se salvasse do inferno e do purgatório.

Com a formação de um exercito religioso, com um foco emocional e motivador, os senhores feudais e a nobreza viu uma oportunidade de acabar com o poderio muçulmano e atingir seu objetivo de alçar novas fronteiras.

Logo no início das Cruzadas houve a conquista da Síria, do Império Bizantino e da Palestina, onde senhores feudais rapidamente se estabeleceram , mas foram contra-atacados e vencidos pelo sultão Saladino. Aos cristãos acabaram restando apenas poucos territórios sem expressão e que ao fim não realizou o intuito da missão tanto para os fins religiosos quando comerciais.

Mas, ainda assim, houve um grande ganho para a cultura ocidental, já que por um breve período os europeus puderam usufruir de especiarias e produtos exclusivos das arábias, que marcaram seu cotidiano. Cidades como Veneza enriqueceram com o luxo oriental e propiciou novas expedições mercantis e acabou instigando outras gerações a expandir sua navegação em busca de novas rotas e terras, marcando o fim da Idade Média e o início da Moderna.

Sob o ponto de vista científico, os árabes foram pontuais em oferecer novas perspectivas aos cientistas europeus.

O Surgimento das Células Eucarióticas

O surgimento das células eucarióticas teve início há quase 2 bilhões de anos, e teve sua origem diretamente ligada aos organismos anaeróbios procariontes. O surgimento dessas células acabou contribuindo para que a estrutura molecular acabasse se tornando mais complexa e especializada.

O Surgimento das Células Eucarióticas

Muitos pesquisadores e especialistas consideram o surgimento das células eucarióticas um dos maiores e mais relevantes fenômenos da história do planeta Terra. Isso se justifica por conta das novas possibilidades que essas células deram aos organismos vivos.

Com o surgimento das células eucarióticas, os organismos da Terra conseguiram se tornar ainda mais complexos durante o processo de evolução e, consequentemente, adquirir novas funções, características e formas de interação, possibilitando o surgimento de novas adaptações que tornaram novas formas de vida possíveis em nosso planeta.

Principais características

É possível dividir os organismos formados pelas células eucarióticas, os eucariotos, em unicelulares, representados principalmente pelas amebas, e em pluricelulares, como as plantas e animais. Como o próprio nome diz, os organismos unicelulares são formados por apenas uma célula e os pluricelulares um conjunto de células eucarióticas.

Os eucariotos são formados por uma membrana plasmática, pelas organelas e pelo hialoplasma, além de possuírem um núcleo totalmente individual. O surgimento desses organismos se deu por conta do desenvolvimento de diversas dobras membranosas que possibilitaram a proteção de todo o material genético presente na membrana nuclear.

As organelas foram responsáveis por dar uma maior dinamização para o processo de evolução do metabolismo celular. As principais organelas são os lisossomos, os peroxissomos, o complexo de Golgi, o retículo liso, o retículo rugoso, as mitocôndrias e os plastos.

Durante todo o processo de evolução, diversos tipos de bactérias primitivas acabaram desenvolvendo a capacidade de tirar um proveito energético maior durante a respiração. Essa característica as tornou bactérias aeróbicas.

Por outro lado, outros tipos de bactérias optaram pelo processo de transformar substâncias inorgânicas em substâncias orgânicas, iniciando o processo de quimiossíntese, de fermentação e de fotossíntese, transformando-se em bactérias autotróficas.

Tanto as bactérias aeróbicas quanto as bactérias autotróficas acabaram imersas nos eucariotos simples, mantendo diversos tipos de interações e funções que trazem benefícios para os dois lados. Enquanto as bactérias conseguem receber nutrientes e proteção para a sua sobrevivência, os eucariotos passaram a utilizar todo o processo fotossintético e aeróbico realizado pelas bactérias em seu favor. Essa situação tornou possível a presença dos cloroplastos e das mitocôndrias no interior dos organismos eucarióticos.

Um pouco mais sobre as nossas células

As células são consideradas as menores unidades de vida existentes em nosso planeta. Todas as características e funções realizadas por todos os seres vivos dependem dessas unidades de vida. Mas o que causa essa dependência? Essa situação se justifica pelo fato das células serem consideradas as unidades fisiológicas e morfológicas de todos os organismos vivos existentes.

É possível dividir as células em duas categorias. A primeira é o grupo das células procarióticas, formado pelas células que não possuem um núcleo verdadeiro. No lugar desse núcleo, essas células apresentam um nucleoide, região que armazena todo o seu material genético.

O segundo grupo de divisão das células é formado pelas células eucarióticas, que como dito anteriormente, possuem um núcleo verdadeiro, muito bem definido e formado por uma membrana. No caso dessas células, todo o material genético é envolvido na carioteca, um envoltório nuclear com membranas.

Outra diferença entre as células eucarióticas e as células procarióticas é o citoplasma. O citoplasma está presente nas células eucarióticas e é formado por várias organelas que realizam funções fisiológicas fundamentais para os seres eucariontes. Porém, nas células procarióticas, essas organelas membranosas estão ausentes e não fazem parte da sua composição.

Além dessa característica, outra situação que diferencia as células procarióticas das células eucarióticas é o citoesqueleto. O citoesqueleto é uma estrutura totalmente exclusiva das células procarióticas. Essa estrutura é formada por diversos microfilamentos proteicos que possuem como principal responsabilidade manter a integridade das células. Além disso, o citoesqueleto também realiza o transporte das organelas e por todo o movimento celular realizado pelos eucariontes.

De uma forma geral, as células eucarióticas estão presentes em nosso universo de uma maneira muito especializada e difundida. Sem elas, a existência de todos os organismos multicelulares e complexos não seria possível.

Um dos principais exemplos dessa possibilidade de formação de organismos complexos que as células eucarióticas permitem é o corpo humano. As células eucarióticas que formam o corpo humano são responsáveis por estruturar diversos tipos de tecidos e de realizar diversas funções essenciais para o funcionamento do nosso organismo. Estima-se que existem trilhões de células eucarióticas formando o corpo humano.

Por conta dessa grande quantidade de células eucarióticas formando o nosso organismo, também existem milhares de mitocôndrias que acabam produzindo a energia que necessitamos para realizar diversas atividades que fazem parte do nosso cotidiano. Já nas células vegetais, os cloroplastos dominam e realizam a produção de alimentos nas plantas, tornando-se responsáveis pela cadeia alimentar.

Fenômenos Naturais

A primeira questão a ser esclarecida sobre o tema é que não se deve confundir fenômenos naturais com desastres naturais.

Fenômenos Naturais

Por uma questão cultural, as pessoas associam a palavra “fenômeno” a episódios grandiosos, que possuem a condão de trazer grandes consequências, como ciclones, terremotos, vulcões, maremotos e tantos outros.

Grande parte daquilo que o senso comum entende como fenômeno natural é, na verdade, um desastre natural. O importante a salientar é que todo desastre natural é um fenômeno natural.

Fenômenos naturais são todos os eventos da natureza. Assim como a chuva, a transformação de uma lagarta em borboleta ou o nascimento de um bebê urso na Coreia do Norte fazem parte desse conceito.

Fenômeno natural e fenômeno artificial

As relações e as diferenças entre fenômenos naturais e artificiais são bem fáceis de entender.

Apenas para reforçar o conceito, o fenômeno é um evento que pode ser identificado, observado, descrito e explicado.

Segundo o filósofo Immanuel Kant, todavia, a percepção do fenômeno é apenas o registro da experiência humana, que não se assemelha às coisas naturais como elas são de fato.

O fenômeno artificial é todo aquele provocado pela ação do homem. A luz elétrica, a roda que move veículos, a internet, todos são exemplos de fenômenos artificiais, embora seja necessário observar que esses últimos estão tão condicionados às leis naturais quanto os últimos.

Há casos, porém, em que os efeitos da ação do homem e da natureza se misturam. Embora haja uma corrente científica que garanta que o efeito estufa, no estágio atual em que se encontra, é um fenômeno 100% natural, sem qualquer interferência humana, a estudos outros que afirmam o contrário, qual seja que os gases causadores do aumento do efeito estufa são aqueles emitidos à atmosfera pela atividade humana.

O nascimento de um novo ser humano é um fenômeno natural, mas pode ser induzido artificialmente, através de um processo cirúrgico. Na verdade, o homem desenvolveu técnicas para fertilização e fecundação artificial. O curso de um rio é um fenômeno natural, mas o homem constrói barragens e muda esse curso de modo a atender suas próprias necessidades, gerando energia ou levando água a regiões secas, melhorando a qualidade de vida das populações locais.

Pode-se entender que, sendo o homem um fenômeno natural, também o sejam suas ações, ainda mais sendo essas condicionadas pelas leis naturais. Trata-se de um mamífero, que se reproduz como os demais. Não obstante, o homem é o único entre os seres conhecidos sobre a terra que possui consciência e capacidade de aprendizado não instintivo e permanente. O homem é o único animal capaz de transformar a natureza, em que reside, também, a maior ameaça ao planeta e à própria existência humana.

A própria consciência da ameaça pode ser um processo transformador, pois tem aumentado a percepção de que a raça humana é parte da natureza e responsável pela harmonia nas diversas relações naturais. A defesa do meio ambiente, da biodiversidade, do desenvolvimento sustentável e até mesmo de melhores condições de vida para o conjunto das populações humanas se enquadram nessa visão.

Fenômenos naturais – Exemplos de maravilhas da natureza e espetáculos assustadores

Enquanto o homem persegue sua própria consciência, a natureza segue proporcionando fenômenos maravilhosos e espetáculos assustadores.

1 – Vulcões

Os vulcões são estruturas geológicas através das quais substâncias do interior da terra são expelidas por meio de uma abertura.

As fendas são abertas pela atividade vulcânica no interior da terra rompendo o bloqueio de rochas mais frágeis, lançando magma, cinzas e gazes no exterior.

Um vulcão em erupção é um fenômeno fascinante e também assustador.

2 – Neve

A neve é um fenômeno natural capaz de construir paisagens ao mesmo tempo fascinantes e desoladoras.

Acontece quando a temperatura está mais de 20 graus abaixo de zero, o que faz com que se formem cristais nas nuvens, que se juntam no percurso até o solo e voltam a ficar congelados.

3 – Raios

Os raios fazem parte do pacote de eventos assustadores. Trata-se de uma descarga de energia, que chega a atingir 125 milhões de volts, lançada na terra, capaz de produzir grandes estragos, como abrir valas no chão.

4 – Terremotos

Os terremotos estão na categoria dos fenômenos naturais mais temidos pelo homem, capazes de arrasar cidades inteiras.

São acarretados por uma falha geológica, decorrente da movimentação das placas tectônicas e da deformação das rochas. Além dos tremores, o terremoto pode abrir fendas na terra.

5 – Tsunami

Tata-se de um fenômenos originado por erupção vulcânica, terremoto ou outro evento natural, que provoca um movimento de água, formando uma onda que pode se movimentar por milhares de quilômetros. Eventualmente, encontro a costa e as ondas de pouco mais de um metro se transformam em gigantes que podem superar os 30 metros.

6 – Pororocas

A pororoca é o fenômeno causado pelo encontro do Rio com o mar, cuja principal característica é o estrondo do choque entre as duas massas de água e a formação de ondas.

O vocábulo “jeito” e suas acepções polissêmicas

A palavra ‘jeito’ possui inúmeros significados, chamada de polissêmica. Originado do latim “jactus”’, que indica tiro, arremesso, lançamento e atirar, é apenas uma das formas de utilizar a palavra. Também da mesma origem, surgem a palavra jato, que indica “de uma só vez” e “muito rápido”.

O vocábulo “jeito” e suas acepções polissêmicas

Na polissemia é possível atribuir diferentes significados a um mesmo vocábulo, que se adequa ao contexto proposto. Essa possibilidade é um dos diferenciais da riqueza da língua portuguesa, que oferece um grande dinamismo, chamado de neologismo semântico, por estabelecer ações semânticas que levam em conta suas possibilidades de significados.

Tudo de acordo com o contexto

A língua portuguesa é muito rica e algumas palavras como o vocábulo “jeito”, demonstram flexibilidade em se adaptar ao contexto em que está incluída. Seu significado mais utilizado indica uma forma de conduzir as coisas ou se comportar, como no exemplo “Carolina desse jeito vai longe”.

Também é usado como a maneira correta de agir ou executar uma ação como “jeito certo” ou uma denominação mais carinhosa sobre alguém como “jeito carinho” que pode se estender a “jeitosa”. Pode ser atribuído a formato como “o jeito do olho dela” e avaliação de caráter como “jeito de ser”.

A palavra ‘jeito’ é sempre escrita com “j” na inicial e nunca “geito”, como eventualmente é atribuído. Seu diminutivo “jeitinho” não é utilizado para atribuir algo menor, mas como uma alternativa em lidar com um problema, conforme o exemplo “meu pai vai dar um jeitinho no móvel quebrado”.

O termo vem causando controvérsias por ser atribuído a parte da população que tem um método peculiar de lidar com suas dificuldades e que nem sempre é licitamente. O “jeitinho brasileiro” configura dentre uma das características do país, oscilando entre o carisma e a ilegalidade.

Já o “jeito brasileiro” é compreendido de forma mais positiva, definindo um perfil hospitaleiro, alegre e empático. Outros direcionamentos da palavra jeito podem ser vistos em:

– Ajeitado: como pessoa de boa aparência ou organizado:
– Desajeitado: o sentido oposto de ajeitado;
– Jeitoso: bonito, harmônico, equilibrado. É muito usado para definir beleza peculiar, que é mais delicada.

Definição de polissemia

A polissemia designa algo com vários significados, como algumas palavras da língua portuguesa. Palavras como jeito e vela podem mudar totalmente o sentido de acordo com a frase em que foram inseridas. Enquanto “vela” pode ser de cera e com pavio para iluminar, também há vela de barco e o verbo velar, que significa vigília.

O contexto é sempre indicado como uma das principais motivações para essa multiplicidade de significados, mas há também adequação a metáfora da frase e a afinidade etimológica do vocábulo.

Há muitas pessoas que acreditam que a polissemia é o mesmo que a homonímia, cuja diferença básica entre elas é que enquanto a polissemia apresenta uma palavra com vários significados, mas com a mesma origem do radical, a homonímia possui palavras idênticas na escrita ou na pronúncia, mas oriundas de resultados distintos.

As palavras homonímias são divididas em:
– homônimas homógrafas, com a mesma grafia, como este pronome com este ponto cardeal: governo – substantivo, com governo – verbo; pregar – verbo, com pregar – como dar sermão;
– homônimas homófonas, com a mesma pronúncia, como cheque – pagamento e xeque do xadrez; conserto – como reparo e concerto – música;
– homônimas perfeitas, com a mesma pronúncia e grafia, como cura – verbo e substantivo; cedo – verbo e advérbio; banco – assento e instituição financeira.

Já as palavras polissêmicas se multiplicam em significados distintos, a partir de um único radical. Como o caso da palavra “letra”, que significa parte do alfabeto, forma de escrita e canção. Ou “boca”, que pode ser abertura de um recipiente, parte do corpo humano e provocação.

É comum confundir a polissemia com a ambiguidade. No caso da ambiguidade, uma palavra pode ser transformada para valorizar uma oração como “a porca da sua tia está mais limpa” e causar duplo sentido no contexto, já que não se entende bem se a porca em questão é o animal que pertence a tia ou se foi usado como adjetivo para a pessoa. As frases ambíguas podem ser compreendidas como irônicas.

Essa questão não ocorre com a polissemia, já que a palavra de fato tem significados distintos, mas é preciso observar todo o contexto da frase para direcionar a compreensão sobre o que ela se refere.

No caso do vocábulo “jeito” todas essas possibilidades ficam muito claras. Por não se tratar nitidamente de uma homonímia e nem uma ambiguidade, tem o mesmo radical, pronúncia e escrita em todos os seus significados. Como nos exemplos abaixo:

“Ela sempre dá um jeito para tudo”;
“É preciso se aproximar do animal com bastante jeito”;
“Marcos leva jeito para medicina”;
“Camila tem um jeito que me encanta”;
“Preciso dar um jeito nessa TV”;
“Acordei com um jeito no pescoço”.